Nao quero Viver na Ilusao

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AZUL TURQUESA

Quando era sábado eu era magro

E só tinha a ilusão incandescente de um adolescente

O céu era azul turquesa

Como as minhas poesias,

Julieta jamais morreria se eu tivesse um romance,

Mas antes, muito antes

Quando eu ainda não ousara sonhar

Eu só tinha as pipas e piões

E muitas indecisões

Eu já idealizara o olhar dos olhos dela...

Enquanto contemplava

Pássaros, borboletas e libélulas

Eu já era poeta e não sabia

E o olor de viver, o ardor de sobreviver

A dor de subviver era poesia

Eu só precisava daquele beijo

Pra perceber a abóboda azul turquesa,

Pra saber que nos sábados somos magros;

Nos domingos somos lindos

E nas segundas... nas segundas-feiras

Percebemos de quem sentimos falta...

Inserida por tadeumemoria

Sem uma luz interna, a beleza é só uma ilusão.⁠

Inserida por tadeumemoria

⁠Ilusão, definição:
1) Engano dos sentidos ou da mente – erro de percepção sensorial;
2) Falsa Crença ou Esperança - ausência de fundamentos na realidade;
3) Representação Falsa da Realidade – impressão equivocada sobre a realidade; e
4) Fenômeno Psicológico – quando a mente distorce a realidade com desejos, medos e traumas.
Assim sendo ilusão, para alguns conhecer e entender, para outros, adeus!

Inserida por giuliocesare

⁠Toda cor é ilusão de ótica, toda luz também. Você é cor e luz para minha vida, pura ilusão.

Inserida por Pensamentosempre

⁠A luz é reflexo, ilusão de ótica, fantasia do instinto. Luz é pulso de vida.

Inserida por Pensamentosempre

⁠A vida nada mais é do que instantes de ilusão.

Inserida por Pensamentosempre

ILUSÃO ACADÊMICA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Os felizardos eleitos,
depois dos atos formais,
podem morrer satisfeitos;
agora são imortais.

Inserida por demetriosena

CASTELO REFEITO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Ela tem a ilusão de me achar noutra casca,
tira lasca e suor desse corpo escolhido,
mas não pode colher minha essência em tal fonte
nem achar o cupido que me recomponha...
Sempre finge que sente o prazer que não tem
no prazer emprestado pela fantasia,
vai aquém do que tenta revestir de céu
e tem olhos perdidos nessa busca insana...
Quer minh´alma num corpo que procura em vão
e meu corpo na mão que nunca teve alma
entre a palma do sonho insubstituível...
Recompus meu castelo e não a quis de volta,
porém ela não solta o cordão de saudades
que desenha o passado em papel de presente...

Inserida por demetriosena

DOCE ILUSÃO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Improvável doce humano;
iguaria sem igual...
bem ao gosto da ilusão.
Uma torta de virtudes
recheada de verdades...
e coberta de razão.

Inserida por demetriosena

SENSATA ILUSÃO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Tive medo e tomei a coragem propícia
pra vencer os avisos do vazio em vista;
cada pista e seu dedo apontado pro nada;
solidão atraente para quem recua...
Foi assim que cheguei a quem chegou a mim
com um fogo nos olhos, um ninho nos braços,
no quintal do seu corpo a liberdade plena
dos espaços expostos à nova paixão...
Sem amar me lancei numa história bonita,
infinita em seu tempo, imortal pra que a morte
fosse bela e causada por muito viver...
Fiz de conta que fiz o que não foi amor,
mas amei sua farsa numa troca insana
bem humana e sensata nas grandes carências...

Inserida por demetriosena

TODA ILUSÃO DO MUNDO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Sonho tanto e nem sonho que todos os sonhos
podem ser mais que sonhos, alcançar a vida,
mas me fazem viver, dão sentido à viagem
que seria perdida nas ruas do tempo...
Não há como afundar os meus passos no chão;
ser alguém tão sem asas; vazio de cores;
tão avesso à paixão, que me torne um titã
sem as dores e os gozos de sentir quem sou...
Quero toda ilusão que se tem neste mundo,
para ver dos meus voos onde vale a pena
ir mais fundo, apostar nas verdades tocáveis...
É sonhando acordado que durmo pro medo
de acordar e saber que já não sei de nada,
diluir meu segredo e virar presa fácil...

Inserida por demetriosena

TANTA ILUSÃO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Foste um pôster bonito proposto ao meu sonho,
propaganda enganosa que me fez comprar,
dei lugar aos desmandos do sentir mais cego
e guardei a razão nos desvãos mais ocultos...
Eras muita embalagem pra pouco produto,
mas amei tua estampa e consumi teu oco,
vi a casca perfeita do coco sem carne,
devorei a ilusão do que jamais comi...
De quem eras pra mim nem saudade restou,
porque foste holograma de alguém que não és
e meus pés encontraram num deserto insano...
Felizmente me achei quando mais me perdi,
retornei ao meu dia e quebrei teu encanto
em meus cantos dormentes de tanta ilusão

Inserida por demetriosena

ILUSÃO DE ÉTICA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Eu achava que o Éden fosse além;
que Deus fosse maior, caso existisse,
ou que o bem não tivesse que ter bens
nem patentes; favores pra trocar...
Não sabia que o "céu" é no planalto,
no palácio mais podre dos poderes,
no mais alto escalão da sordidez
que se possa tramar com tanto aval...
A igreja revela um pobre deus
acuado na própria jogatina
onde seus atributos são vendidos...
Eu achava que a fé não tinha preço;
que o avesso do corpo fosse alma;
o "Messias" não fosse um bicho insano...

Inserida por demetriosena

SOBRE O ORGULHO E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

O orgulho não caminha sozinho por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio onde a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na verdade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança não é real mas simulada e o eu passa a representar um papel diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não nos governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso está em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. Essa confusão gera servidão moral pois aquilo que poderia ser corrigido passa a ser defendido.

A lucidez ética começa quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não é compreendida o orgulho seguirá mal acompanhado pois se alia à negação à rigidez e à insegurança. Quando enfim a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito que pode ser superado.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - O ORGULHO E A VAIDADE.
SOBRE O ORGULHO E A VAIDADE E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.

ORGULHO E VAIDADE COMO DESAFIOS DA VIDA MORAL.

Procuremos examinar com serenidade e método dois dos defeitos que mais frequentemente se manifestam no psiquismo humano o orgulho e a vaidade. A análise desses estados morais exige disposição sincera para conhecê los em profundidade sem mascarar lhes os impulsos nem justificar lhes as expressões. A tolerância verdadeira inicia se no trato que dispensamos a nós mesmos pois ninguém se reforma por meio da autopunição mas pelo esclarecimento progressivo da consciência. O trabalho de prospecção interior portanto deve realizar se com brandura vigilante evitando tanto a complacência quanto a censura destrutiva.

Trazer aos níveis conscientes as manifestações impulsivas que ainda nos governam parcialmente é condição indispensável para que possamos educá las e controlá las. Não se trata de negar os defeitos mas de compreendê los em sua origem e dinâmica reconhecendo que o domínio interior não é fruto de repressão violenta mas de lucidez moral constante.

O ORGULHO À LUZ DA DOUTRINA MORAL

O orgulho constitui uma das mais antigas e persistentes imperfeições do espírito. Ele manifesta se quando o indivíduo passa a condicionar sua felicidade à satisfação do amor próprio e dos apetites grosseiros tornando se infeliz sempre que não consegue impor sua vontade ou preservar a imagem idealizada de si mesmo. Segundo os ensinamentos apresentados em O Livro dos Espíritos por Allan Kardec no exame das penas e gozos terrenos aquele que se prende ao supérfluo sofre intensamente diante das frustrações enquanto o espírito que relativiza as aparências encontra equilíbrio mesmo em situações adversas.

O orgulho induz o homem a julgar se mais elevado do que realmente é a rejeitar comparações que lhe pareçam rebaixadoras e a colocar se acima dos outros seja por inteligência posição social ou vantagens pessoais. Conforme se esclarece em O Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo dedicado à cólera o orgulho gera irritação ressentimento e explosões emocionais sempre que o eu se vê contrariado ou questionado.

Entre as características mais recorrentes do indivíduo predominantemente orgulhoso destacam se a hipersensibilidade às críticas a reação agressiva a observações alheias a necessidade constante de centralidade e imposição das próprias ideias a recusa em reconhecer erros e a dificuldade em abrir se ao diálogo construtivo. Soma se a isso o menosprezo pelas opiniões do próximo a satisfação presunçosa diante de elogios e a preocupação excessiva com a aparência exterior com gestos calculados e com o prestígio social.

O orgulhoso frequentemente acredita que todos ao seu redor devem girar em torno de si e não admite humilhar se por considerar tal atitude sinal de fraqueza. Recorre à ironia e ao deboche como instrumentos de defesa nas contendas e acaba por viver numa atmosfera ilusória de superioridade intelectual ou social que lhe impede o acesso honesto à própria realidade interior.

Na maioria dos casos o orgulho funciona como mecanismo de defesa destinado a encobrir inseguranças profundas limitações formativas conflitos familiares não resolvidos ou frustrações relacionadas à imagem social que o indivíduo construiu para si. Em vez de enfrentar tais fragilidades o sujeito identifica se com o papel que escolheu desempenhar no cenário social tornando se prisioneiro da própria representação.

VAIDADE COMO DESDOBRAMENTO DO ORGULHO

A vaidade deriva diretamente do orgulho e com ele caminha de forma próxima e complementar. Enquanto o orgulho se estrutura como convicção interna de superioridade a vaidade manifesta se como necessidade externa de reconhecimento e admiração. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo ao tratar das causas atuais das aflições ensina se que o homem muitas vezes é o responsável pelos próprios infortúnios mas prefere atribuí los à sorte ou à fatalidade para poupar a vaidade ferida.

Entre as expressões mais comuns da vaidade encontram se a apresentação pessoal exuberante no vestir nos adornos e nos gestos afetados o falar excessivo e autorreferente a ostentação de qualidades intelectuais físicas ou sociais e o esforço constante para destacar se aos olhos dos outros mesmo ao custo de provocar antipatia. Observa se ainda intolerância para com os que possuem condição social ou intelectual mais humilde bem como aspiração a cargos e posições que ampliem o prestígio pessoal.

O vaidoso revela dificuldade em reconhecer a própria responsabilidade diante das adversidades e tende a obstruir a capacidade de autoanalisar se culpando a má sorte ou a injustiça do destino por suas dores. Essa postura impede o amadurecimento moral e favorece a cristalização do defeito.

A vaidade atua de modo sutil infiltrando se nas motivações aparentemente nobres. Por essa razão constitui terreno propício à influência de espíritos inferiores que se aproveitam da necessidade de destaque para gerar perturbações nos vínculos afetivos e sociais. Todos trazemos em nós alguma parcela de vaidade em diferentes graus o que pode ser compreensível até certo limite. O perigo reside no excesso e na incapacidade de distinguir entre o idealismo sincero voltado a uma causa elevada e o desejo oculto de exaltação pessoal.

DIMENSÃO PSICOLÓGICA E MORAL DA VAIDADE

As manifestações externas da vaidade revelam quase sempre uma deformação na relação do indivíduo com os valores sociais. Quanto mais artificiais se tornam a aparência os gestos e o discurso maior costuma ser a insegurança íntima e a carência afetiva subjacente. Muitas dessas fixações originam se na infância e na adolescência quando modelos idealizados de sucesso e felicidade são assimilados sem discernimento crítico.

O vaidoso frequentemente não percebe que vive encarnando um personagem. Seu íntimo diverge da imagem que projeta e essa dualidade produz conflitos silenciosos. Há sofrimento interior e desejo de encontrar se mas também medo de abandonar a máscara que lhe garantiu visibilidade e aceitação. Com o tempo essa dissociação pode gerar endurecimento emocional frieza afetiva e empobrecimento do sentimento.

O aprendiz do Evangelho encontra nesse processo vasto campo de reflexão. A análise tranquila das próprias deformações permite identificar as raízes que as originaram e favorece o resgate da autenticidade interior. Despir se da roupagem teatral e assumir se integralmente constitui passo decisivo rumo à maturidade moral e à disposição sincera de melhorar sempre.

ORGULHO VAIDADE E DOMÍNIO INTERIOR

O orgulho não caminha por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio no qual a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na realidade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança é simulada e o eu passa a representar um papel inclusive diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso consiste em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. O que poderia ser corrigido passa a ser defendido e dessa confusão nasce a servidão moral.

A lucidez ética inicia se quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não se estabelece o orgulho seguirá mal acompanhado aliado à negação à rigidez e à insegurança. Quando a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito suscetível de superação.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

PSICOLOGIA DA FUGA - UM ESPELHO QUE SE RECUSA A REFLETIR.

A Ilusão da Fuga e o Lugar - Onde Mora a Felicidade.

“Ninguém foge verdadeiramente: apenas escolhe caminhos de ilusão, acreditando escapar de si, quando na verdade se perde em culpas e acusa os outros — até que a dor o faça retornar ao ponto de origem, onde sempre esteve a chave da própria felicidade.”

A PSICOLOGIA DA FUGA:

UM ESPELHO QUE SE RECUSA A REFLETIR.

Fugir é uma fantasia recorrente. Alguns fazem isso viajando, outros mergulhando em distrações, relacionamentos tóxicos ou mesmo em conquistas sucessivas. Mas a fuga mais sutil — e mais comum — é aquela de si mesmo.

Essa fuga se dá toda vez que evitamos encarar as verdades que habitam nossas emoções. Em vez de compreendermos nossas dores, culpamos os outros. Em vez de lidarmos com nossas falhas, nos escondemos atrás de máscaras de autossuficiência. Criamos narrativas que nos aliviem temporariamente da responsabilidade de amadurecer.

No entanto, o que ignoramos não desaparece — apenas se acumula. E um dia, retorna, como angústia, como vazio, como sensação de estar "perdido" mesmo rodeado de pessoas.

O ciclo da ilusão: perdidos na própria negação.


Ao evitar olhar para dentro, entramos num labirinto emocional. A cada tentativa de escapar, mais distante ficamos de nós mesmos. Muitas vezes, é apenas quando algo quebra — um relacionamento, um projeto, um plano — que somos obrigados a parar e escutar o que por tanto tempo tentamos silenciar.

A culpa, nesses momentos, costuma ser lançada sobre os ombros de alguém. É o outro que “não entendeu”, que “nos feriu”, que “nos fez sair”. Mas no fundo, estamos apenas projetando para fora a dor de um conflito interno mal resolvido.

A felicidade silenciosa: ela já estava lá.

A verdade mais consoladora — e por vezes mais esquecida — é que a felicidade raramente está em chegar a algum lugar. Ela mora, em silêncio, na sinceridade com que vivemos quem somos.

Ela está nas pequenas pazes que fazemos conosco, na leveza que sentimos quando não estamos fugindo, mas habitando o instante presente com autenticidade.

É possível que já estejamos vivendo momentos felizes — mas tão ocupados em procurar algo maior, idealizado, que não os reconheçamos.

Voltar para si mesmo não é retrocesso. É reencontro. É quando deixamos de correr em círculos para caminhar com direção. É quando compreendemos que a dor não veio para nos punir, mas para nos reconduzir ao centro de onde nunca deveríamos ter partido.

Não é que estejamos longe da felicidade. É que, ao fugir de nós, esquecemos como ela se parece.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Ontem, tropeço agonizante nas telas da ilusão, hoje, caminhada resoluta no desabrochar da razão...

Inserida por sandronadine

Hoje eu procuro a razão, e fujo da ilusão, pra ter do meu lado, pra ter em minhas mãos. O tempo passa depressa e as estradas a ti me levam, todos meus vícios se ocultam e suas virtudes me elevam!!

Inserida por halissoncaleffi

A liberdade é uma ilusão que gostamos de cultivar.

Inserida por Mallmith

⁠Se Jesus é a vida,
o que vivemos sem Ele é apenas ilusão.

Inserida por marianabertoof