Nao podem ser Explicadas mas Sentidas

Cerca de 705933 frases e pensamentos: Nao podem ser Explicadas mas Sentidas

Os defeitos dos outros não devem nos incomodar, mas, sim, nos ensinar

Não sou obrigado a jurar sobre as palavras de nenhum mestre.

Os trabalhos escolares são provas para o carácter, não para a inteligência. Quer se trate de ortografia, de poesia ou de cálculo, está sempre em causa aprender a querer.

Toda a escrita, querendo ou não, é política. A escrita é a continuação da política por outros meios.

Não humilhes, e não serás humilhado.

Com a sua intuição a juventude sabe que o mundo está cheio de forças; mas não chega a entender qual o papel que a fraqueza, nas suas diversas formas, desempenha no mundo.

Os clientes compram pelas razões deles, não pelas suas.

O inferno é darmo-nos conta de que não existimos e não nos conformamos com isso.

A prudência não passa de uma qualidade: não devemos transformá-la em virtude.

Faço um brinde à ciência: enquanto ela não fizer mal ao povo.

Honramos a vida quando trabalhamos. O tipo de trabalho não é importante: sua realização é. Todo trabalho alimenta a alma se ele é honesto e feito para o melhor das nossas habilidades e se ele traz alegria aos outros.

Não prometas mais do que podes oferecer.

Deseja tudo, espera pouco, não peças nada.

A subtileza ainda não é inteligência. Às vezes os tolos e os loucos também são extraordinariamente subtis.

Seja amigo ou inimigo, não fale sobre as vidas dos outros homens.

O mundo é o repertório das nossas possibilidades vitais. Não é, pois, algo à parte e alheio à nossa vida, mas é a sua autêntica periferia.

Há duas coisas que não se perdoam entre os partidos políticos: a neutralidade e a apostasia.

Ninguém alcança o que não possui de nascença, e o que te é estranho não o podes cobiçar.

Não corras atrás da glória, porque só ela é que pode correr atrás de ti.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, Bertrand, 1992

O valor que não tem por fundamento a prudência chama-se temeridade, e as façanhas dos temerários devem atribuir-se mais à sorte do que à coragem.