Nao podem ser Explicadas mas Sentidas
Se o amor é cego, a paixão é trouxa.
Faz com que, muitas vezes, a gente não consiga ser esperta, até esgotar todas as possibilidades de ser idiota.
Ludarpano
Tudo é experiênciamento. Aprendemos não com os erros, aprendemos com as tentativas que dizem ser erros, oque chamo de nada mais, nada menos que possibilidades!
Não queira ser o brinquedo na mão de alguém. Tenha zelo pelo seu amor próprio. Ele que te impulsiona para vida!
O ser mais velho diz ao jovem não faça isto.
Porém na releitura de sua vida,
ele foi um aventureiro,
um nada exemplar.
...seria mais prudente que ele aconselhasse, para o mesmo (proeminente) um ponderar,
Sem o espelhamento em seu proceder.
“É preciso (SE) amar para não adoecer.”
Aprendemos a atribuir nosso sofrimento ao fato de não sermos amados. Na verdade, o que nos adoece não é a falta de recebermos amor, mas sim a falta de amar, de NOS AMAR! Isso também é amor próprio que consiste em saber quem somos na essência e aceitarmos nossa própria história, sem comparar com a de outras pessoas.
A comparação nos afasta da nossa verdade, passamos a idealizar uma vida que não é a nossa e deixamos de nos amar.
Criamos um personagem social, a PERSONA, e nos emaranhamos tanto nela que sequer imaginamos que é apenas uma defesa desenvolvida na necessidade de sermos amados.
Nesse personagem não existe verdade e chegamos ao limite do absurdo para nos encaixarmos nas expectativas do outro acreditando que assim não corremos o risco de perder seu pseudo amor. Então nos escondemos, vestimos “máscaras” que nos tornam a pessoa ideal, o exemplo de filho(a), pai, mãe invejado por muitos. E o “eu” de fato, onde fica? Fica sufocado dentro de nós e quando encontramos alguém parecido com quem somos, é como encontrar a felicidade suprema. Passamos a admirar aquela pessoa de forma encantadora, até que o dia a dia, no convívio, a admiração se transforma em julgamento de pequenas atitudes.
Na verdade, você julga o outro sem saber que julga a si mesmo. O outro é nosso espelho! Em vez de nos reconhecermos, apropriarmo-nos do nosso eu que é mostrado, recuamos. Por medo de sermos julgados, recuamos e ficamos neste ciclo permanente ou até percebermos este mecanismo e mudar tudo.
Como mudar?
Nos reconhecendo no outro, ou seja, é a aceitação das nossas imperfeições. É assim que surge o amor próprio...
Amor próprio nasce de um lugar maduro da nossa personalidade, é construído com autoconhecimento e muita determinação.
Quando aceitamos a nós mesmos vamos para nossa verdade, fazemos as pazes com nossa vida, construímos nossa própria história e não convivemos com desrespeito, maus tratos, indiferença, ameaças, etc.
Amor próprio é silencioso, discreto e seguro, não faz alardes, não idealiza uma realidade virtual, não anseia por likes para se sentir bem. Dele nasce a caridade, o amor ao próximo e a libertação.
Ame a si mesmo e liberte-se!
A compaixão não tem preço, no seu sentido mais verdadeiro. Deve ser dada gratuitamente. Em abundância.
NOSSA SENHORA DAS ROSAS
Nossa Senhora quero pedir-te
Se eu não puder ser uma rosa
Que seja uma simples folha
Para atenuar a dor dos espinhos
Quando me picar minha querida mãe
Nossa Senhora das rosas rogai por nós
Amém
Não é só necessário ser sábio em momentos sábios,
Seja sábio em todos os momentos.
Conte histórias, faça histórias e brilhe nessas histórias.
Torne – se num grande vencedor
Seja um grande concretizador
Eu não sei quem deveria ser no futuro mais no passado me feriram e no presente aprendi a refletir para não me machucar no futuro então se meu amigo estiver em um lugar e tiver que chegar que apareça de boa...
Algumas palavras não conseguem ser expressadas quando a sua presença invade o pensamento, de forma constante e inesperada.
Existem momentos que não foram registrados, e ainda que fossem mostrados, não poderiam ser explicados.
O Amor verdadeiro,
Não pode ser confundido com dependência e sim por uma escolha totalmente livre de proveito próprio. Caso contrário, somos prisioneiros e reféns de uma falsa felicidade que só engana a nós mesmo.....
AVIDA NÃO MORRE, A MORTE TAMBÉM NÃO ("Sou um ser incompreendido, mas com minha incompreensão compreendo o mundo e a vida que me cerca..." — Anjo de Galochas)
Constantino adulterou toda a bíblia, fez dela um ídolo e um amuleto. Deus está na bíblia panteisticamente. Cada vez que você reverenciar a bíblia está adorando um ídolo de papel. Aonde foram parar as verdades originais? Essas muitas versões, cada uma acomodada às inclinações da entidade que as patrocinou fazem da bíblia um guia não confiável. Cada versão "fiel" é algo aproximado; pois, não existem palavras sinônimas, mas sentidos aproximados. Ex. "Jesus chorou" e "Jesus pranteou" é uma deturpação do entendimento sobre o sentimento de Jesus, dificultando a crença pura. Vírgula mal colocada ou não colocada faz de quem lê autor também do livro "sagrado", saciando a sede do homem de ser Deus. Só um Deus humanizado se importaria com honrarias. Só homens endeusados adoram perfeitamente. Ou quando alguém adora ídolos, Deus sente ciúmes? Ou Deus precisa ser humano para os humanos conceberem. Então, criaram Jesus 100% divino e 100% humano. Mas, Deus não é de confusão, né? A divindade de Jesus consiste na incompreensão da mente humana desta antítese, aí aceita o sobrenatural. Se o Jesus homem morreu, morreu o homem, não salva a humanidade; se o Jesus Deus morreu, Deus morto não salva a humanidade. Se ambos ressuscitaram, todos os mortos ressuscitaram sem o estigma de divindade alguma, apenas a morte é o páreo idôneo da vida, começando por esta e terminando por aquela naturalmente. Se a vida não é eterna, a morte também não: Tudo é cíclico! (Cifa
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