Não Morre
Amor é só um, ele não morre, fica adormecido em nós até o momento que resolva florescer. Talvez ele nunca adormeça, apenas se acalme, e como seres humanos apredemos a convivver com ele em silêncio e nos momentos que ele resolve gritar, o abafamos por saber seus gritos não podem ser ouvidos por quem deve realmente, e nisso consiste o verdadeiro ciclo da vida... amar, e amar, cada um por cada um. Amores distintos, mas só um é AMOR.
O verdadeiro amor não morre nunca.É exatamente como um vulcão pois pode estar quieto,dormindo mas está ali,dentro de você e vai entrar em erupção de novo quando você menos esperar causando uma destruição completa.Sou um vulcão adormecido.
O homem não morre só quando o seu tempo se finda, o homem que anda perdido em seu castelo de status está sem vida a partir de quando ele começou o alicerce, se perdeu em alvenarias, se trancou em suas janelas, se escondeu atrás de portas do seu ser, a vida desse homem já não é mais vivida, pois já não há mais homem e sim o castelo, ou seja, seu status é tudo o que ele é a partir desse tempo e o tempo é o mesmo desde quando ele nasceu, viveu, si perdeu e morreu.
AMOR VERDADEIRO
O amor, quando verdadeiro,
não morre dentro da gente.
O levamos quando partimos.
Ele morre com a gente.
O ego depende da opinião dos outros para ser alimentado, mas paradoxalmente não morre por desnutrição, ao contrário, a falta de alimento não o impede de crescer.
O amor não foge não morre e não nasce, o amor se constrói apenas com uma peça que se chama ''coração''.
Vírgula, sorriso ou lágrima!
Não morreu!
Não, está!
Não partiu!
Não, te ama!
Não, morreu!
Não está!
Não, partiu!
Não te ama!
O amor não morre...As pessoas sim...
Então quando o amor for tudo que restar de mim...compartilhe com outra pessoa!
Asas do Coração - O amor não Morre
No silêncio de uma estrada vazia,
Eu carrego as memórias, a dor e a poesia.
Teu sorriso ainda é o sol do meu dia,
Mas as borboletas já voaram, fugiram pra outra sintonia.
E o vento sopra, traz seu perfume,
Mistura saudade com o amargo do ciúme.
Será que o tempo cura ou só disfarça?
Se o coração insiste, a razão já não basta.
Voam, voam, asas do coração,
Entre flores e espinhos, entre perda e perdão.
O amor não morre, só muda de estação,
Mas às vezes volta, feito chuva no verão.
Te vi de longe, de mãos com outro alguém,
E percebi que o destino brinca também.
Mas quando nossos olhos se cruzaram no vento,
Foi como se o passado gritasse no silêncio.
E as borboletas voltaram a girar,
Cada lembrança fez meu peito chorar.
Será que ainda há espaço pra nós dois?
Ou esse jardim ficou pra depois?
Voam, voam, asas do coração,
Entre flores e espinhos, entre perda e perdão.
O amor não morre, só muda de estação,
Mas às vezes volta, feito chuva no verão.
Se eu pudesse voltar, te daria mais de mim,
Cuidaria do nosso amor como o mais belo jardim.
Mas agora só me resta o eco da tua voz,
E essas asas quebradas que ainda voam por nós.
Voam, voam, asas do coração,
Entre flores e espinhos, entre perda e perdão.
O amor não morre, só muda de estação,
E às vezes renasce, no fim da escuridão.
A esperaranca não morre simplesmente estar adormecida por você não voar nas asas de imaginação fertil.
Um pessimista não vive bem...
Um otimista não morre bem...
Um realista não sonha bem...
Um sonhador não realiza bem...
