Nao Mereco esse Amor
Não mude por ninguém, esse lance de mudar pelos outros & tenso! você muda seu rumo, muda suas amizade, você muda até sua maneira de pensar, quando & no final das conta nada disso valeu... pois você percebe, que quem realmente precisava de uma mudança era aquela pessoa que você mudou por ela.
(Chris Maximos )
Não adianta eu sonhar, sabendo que nada é real, sabendo que todo esse sonho bom, na realidade é mau, o que adianta eu sonhar com a felicidade se ela vai chegar tarde e tudo que eu sonho não vai se torna realidade, pois quando ela chegar vai ser muito tarde.
Eu me pergunto porque as pessoas boas se vão cedo. Cheguei a conclusão de que elas não merecem esse mundo ruim. Creio que algo melhor espera por elas em algum paraíso.
Hey moço bonito
Você não precisa disso
Aonde quer chegar?
Será mesmo que esse é o seu lugar?
A cada vez que você foge
Sua mente alucina
Se mata aos poucos
Se engana nessa sina
Deixe o velho para trás
Para que se apegar a tanta dor?
A ferida ainda sangra
Porque você está sem amor
Só volte ao passado
Se for para resgatar aquela criança
Aquela que sorria
Que se apegava a alegria
Se você deixar morrer o vício
Do veneno ao ar
Eu te mostro um novo mundo
Eu te faço até voar
Éh! Eu te faço até voar
Eu roubo a tua dor
Num abraço apertado
Eu transmito o meu amor
O meu amor não tem preço
O meu amor tem valor
Ele vale a tua alegria
Ele vale o teu sorriso sem dor
[30/11/2013]
Pessoas volúveis, não merecem a sua fidelidade, em aspecto algum!!!
Pois não sabem esse significado!!!
Eu só queria um momento com você, onde talvez você não seja para sempre minha, mas para sempre esse momento seja meu e seu.
Não devemos julgar os outros. Não temos esse direito. Não somos perfeitos. Erramos também. Erros fazem parte da vida, eles nos ensinam a ser melhores. Então não julgue alguém quando este errar. Você também erra. Não é melhor que ninguém para julgar os outros. Ou você gostaria de ser julgado por alguém? Creio que não. Então, procure não fazer aos outros o que não quer que façam a você.
Tentando
Me mandaram escrever um poema,
mas não tenho criatividade
você pode está lendo esse meu lema,
tudo parece amplo, mas é uma simples atividade,
eu poderia está fazendo uma canção
mas prefiro ficar aqui fazendo algo para você ler
fiquei com medo do meu coração,
ele gritou bem alto quando viu você,
consegui te dizer algo, e você leu até o final,
burrice seria se você não lesse, isso seria normal.
SANGUE NA CRUZ
– EU NÃO CONHEÇO NINGUÉM COM esse apelido, mãe. Foi só um sonho, ou um pesadelo. Não era nada com que deva se preocupar. Eu nem me lembro do sonho.
A tentativa de justificar seus gritos falhou. Suzane não era tão ingênua para crer que não havia nada de errado no comportamento da filha; não depois do último sábado.
Os princípios fundamentais da convivência lhe diziam que, para uma pessoa mudar sua personalidade sem nenhuma justificativa aceitável, seria necessário um motivo bastante condizente com a situação em questão.
Quanto a Morgana, ela não podia tirar conclusões para si. Ela conhecia perfeitamente a filha.
– Morgana, por favor, me conte o que está acontecendo. Impossível não ser nada! Quem esteve aqui com você na minha ausência? Sua cama está na sala de estar!
Suzane havia conectado-os-cortes dos acontecimentos recentes. Sua filha abusava de um comportamento estranho desde a tarde de seu sumiço. Era sexta-feira e toda a semana fora desconcertante naquela casa. Caminhando com a lógica, para que a cama de Morgana estivesse na sala de estar, seria necessário desmonta-la e monta-la novamente; a casa era ampla e o quarto de Morgana ficava no fim do corredor. Elas não possuíam nenhuma ferramenta. Portanto, para que a mudança acontecesse alguém deveria dar o empurrão necessário.
O que aconteceu aqui? Por que minha filha está tão estranha? Será que falhei em sua educação? Sim. Eu devo ter falhado em algo. A culpa é toda minha!
O mar estava estranhamente calmo. O clima estava agradável. O fluxo de pessoas aumentava àquela hora da tarde. Perseguidor, sempre usando preto, caminhava tranquilamente.
Deniel Sanders, o Perseguidor, seguia para uma reunião de trabalho. Mais adiante, na orla da Praia da Costa, no que podemos chamar de restaurante chique, Carlos Margon estava a sua espera.
Cinco minutos seguiram até a mesa 10 do Opallazi Gourmet.
– Boa tarde, Sr. Margon!
O cumprimento de Deniel foi acompanhado de um belo sorriso relações-públicas; intencional à conquista de uma melhor posição do diálogo que estava por vir.
E viria.
– Sente-se.
Margon era um homem autoritário. Um metro e meio de altura, olhos verdes e orelhas grandes. Era feio. Usava um terno chumbo com uma calça preta, uma camisa também preta em gola V. Assim como Deniel, era careca.
– Pois não, Sr. Margon.
– Conte-me o que aconteceu desde o último sábado.
– Eu tenho observado a garota, Sr. Margon.
Sr. Margon suspirou profundamente e, antes de responder, fechou os olhos.
Por que este puto não vai direto ao que interessa? Otário!
– E...?
– A menina mora em um bairro simples no município de Cariacica, é alegre e gosta bastante de músic...
– Quero saber se a pestinha abriu o bico.
– Não, Sr. Margon. O nosso Nome da delegacia contatou-me dizendo que a mãe de Morgana Sorans, Suzane Sorans, prestou queixa do sequestro e exigiu uma investigação para o caso. Marcus Brass, que estava com ele na delegacia, rapidamente seguiu até a casa de Suzane para fazer algumas perguntas à menina e vistoriar a residência. Ela respondeu a todas as perguntas sem nenhuma dificuldade aparente. Mentiu sobre o sumiço e disse não recordar das feridas.
– Cachorra!
Carlos Margon pensou por um minuto antes de disferir uma retórica.
– O que se passa na cabeça dela?
– Suponho que ela tenha gostado da experiência, Sr. Margon – disse com um quê de eu-sou-o-tal. – A menina não reclamou à dor e não sentiu o corte.
Era verdade. Ele recordava perfeitamente. A experiência não havia sido marcante somente para ela. Ele não conseguia esquecer a maciez daquela pele. Ainda ouvia os gemidos calorosos de Morgana. Ainda sentia aquele sabor maravilhoso. Jamais se esqueceria dos momentos em que Morgana olhara profundamente em seus olhos. Aquele olhar penetrante que o estudava e ao mesmo tempo lhe pedia algo ainda mais intenso.
Como se estivesse cegamente apaixonado pela sensualidade da garota de dezesseis anos, ele ainda desejava mais daquele corpo. Sentia prazer em seus pensamentos. Adorava rever em seus pensamentos a imagem dela amarrada e amordaçar, ouvir o estalar do chicote, os gritos abafados, a pele estremecendo.
– No ritual, quem estava com você?
– O próprio Marcus Brass. Ele estava na gaveta e realizou o corte com precisão.
A cama em que Morgana estava amarrada era uma fabricação exclusiva da CASTIDADE usada somente em rituais da seita. Era revestida em aço inoxidável e possuía uma espécie de gaveta, onde um membro aguardava o momento da execução de sua função.
– Qual a quantidade aproximada de sangue recolhido?
Para que o ritual obtivesse sucesso, era necessário que recolhessem um dedo de sangue da vítima.
– Cerca de dois dedos, Sr. Margon.
Excelente!
– Deniel, Marcus notou algo na casa que para nós é familiar?
– Sim, Sr. Margon. A casa possui um crucifixo para cada cômodo, mas no quarto da menina, o crucifixo de sua cama estava invertido.
– Ótimo trabalho! Agora se retire.
Carlos Margon estava sorrindo como se acabasse de descobrir a sensação de estar contente.
Normalmente era um homem sério, de poucos amigos. Impaciente e controlador.
Que maravilha!
Suzane Sorans era uma mulher apegada às suas crenças. Não frequentava regularmente as missas, mas seguindo conselhos do Padre José Paulo Spinnotza, rezava em cada uma dos crucifixos dos cômodos de sua casa. Nos móveis, algumas miniaturas da santa de sua devoção. Ela limpava a cada um destes objetos sagrados com um zelo invejável. Mas, especialmente nesta semana, ao limpar as cruzes, elas estavam invertidas. Essas imagens a estavam assombrando quando retornou de seu devaneio.
– Morgana, como sua cama veio parar aqui?
Cabisbaixa, Morgana ergueu lentamente o olhar.
– Sozinha.
Um mísero sorriso surgiu no canto esquerdo dos lábios de Morgana.
– Quando?
Morgana estalou o pescoço e os dedos.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze.
– Esta noite.
Ela levantou a cabeça enquanto tentava esconder o sorriso.
– Mamãe, olhe – apontou com o dedo indicador para o corpo de Cristo no crucifixo que estava na parede do corredor.
Ao olhar, o corpo do Salvador estourou em mil pedaços.
Morgana gargalhou.
Assustada, Suzane virou-se para o crucifixo na cama da filha enquanto fazia uma prece.
– Pai nosso que estais n...
Estava invertida.
O som dos estalos repetiu-se em sua consciência.
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze.
Ela estendeu a mão para colocar o crucifixo na posição correta e ao toca-la, seus dedos umedeceram com um líquido vermelho.
Era sangue.
E se,
eu me sentir assim,
completamente tua?
Entregue totalmente à esse sentimento guardado.
Não dá para expressar tudo o que sinto à você, se o fizer talvez te confunda.
E eu não quero te confundir,
Apenas o quero pra mim.
Um olhar que não sei como explicar, mas por que me deixa assim com esse frio na barriga? Por que me faz sentir assim? Não sei mesmo como explicar... Mas naquele momento apenas eu e você, com seu sorriso refletindo o pôr-do-sol como Diamantes , fiquei perdido, e pensando : será que estou no paraíso ? Por que ela me trouxe essa calma, fez-me esquecer meus problemas, minhas dores.
Não sei por que, mas sempre que fecho meus olhos vejo você ao meu lado, e lembrando-se de como você me fez feliz naquela hora que juntos estávamos, ouvindo sua linda voz me seduzindo cantando minhas musicas favoritas, fiquei sem rumo, fiquei sem direção, apenas ouvindo a canção que dominou minha mente, indo direto para meu coração. Será que ela é tudo aquilo que eu procurava ? Oh meu deus, o dia esta acabando e agora ?, Só queria poder ficar com ela mais algumas horas, ficar com quem está me fazendo sentir oque eu nunca senti ,Por que Deus, por que ela tem que ir , por que ?.....
Tenho em mim a vida que não esperava o traçado que não imaginava e esse distinto jeito de nunca saber onde estou, mas trago no peito um coração ardente que muitas vezes tentou entender quem sou.
Você tem a sua vida para viver, não viva a dos outros. Esse é um começo de libertação. Quanto tempo você perdeu vivendo a vida alheia? Quanto tempo acha que ainda tem para viver? Se tem vocação para santo, acredite, será esquecido em breve. Viva essa vida que lhe foi oferecida. Faça o melhor que puder.
Desejo. Emocionalmente, levando-nos a tentar encontrar esse carinho noutras pessoas, que não conhecemos.
