Nao me Pergunte quem sou
Sou feliz...
Tenho tudo que desejo:amigos,apartamento na Vieira Souto,casa de campo,roupas e sapatos da moda .
Viajo para lugares sofisticados,mil badalações,serviçais
a meu dispor,em fim sou muito invejada.
Embora quando vou dormir...insônia,tristeza,me falta alguma
coisa.
Como é difícil ser feliz!!
Eu ainda sou a mesma. Brinco, sorrio, sou feliz. Ainda escuto aquelas mesmas músicas, leio os mesmos textos, escrevo com as mesmas palavras, sonho com os mesmos sonhos. Porém, dessa vez eu adicionei um pouco do novo a isso tudo. Adicionei mais músicas a mim, novos textos, palavras e sonhos. Novas idéias que me moldaram, mas isso não significa que eu mudei. Eu ainda sou a mesma. Eu somente cresci, amadureci.
Sou mãe/tia/avó/bisavó
Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
"O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho", exclamou Anne. "Sou mãe."
"Nós não consideramos 'mãe' um trabalho. 'Dona de casa' dá para isso", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante, do gênero oficial inquiridor'.
"Qual é a sua ocupação?" perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
"Sou Pesquisadora Associada no Campo do Desenvolvimento Infantil e das Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
"Posso perguntar", disse-me ela com novo interesse, "o que faz exatamente nesse campo?"
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me a responder:
"Tenho um programa permanente de pesquisa (qualquer mãe o tem), em laboratório e no terreno (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Trabalho para os meus Mestres (toda a família), e já passei quatro provas (todas meninas). Claro que o trabalho é um dos mais exigentes da área das humanidades (alguma mulher discorda?) e frequentemente trabalho 14 horas por dia (para não dizer 24...)."
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei a casa, com o troféu da minha nova carreira erguido, fui cumprimentada pelas minhas assistentes de laboratório - de 13, 7 e 3 anos.
Do andar de cima, pude ouvir a minha nova modelo experimental (uma bebê de seis meses) do programa de desenvolvimento infantil, testando uma nova tonalidade da voz.
Senti-me triunfante!
Tinha conseguido derrotar a burocracia!
E fiquei no registro do departamento oficial como alguém mais diferenciado e indispensável à humanidade do que "uma simples mãe"!
Maternidade... que carreira gloriosa!
Especialmente ao ter um título na porta.
Assim deviam fazer as avós: "Associada Sênior de Pesquisa no Terreno para o Desenvolvimento Infantil e de Relações Humanas".
As bisavós: "Executiva-associada Sênior de Pesquisa".
Eu acho! E também acho que para as tias podia ser: "Assistentes Associadas de Pesquisa".
"Sou basicamente a montanha russa da minha vida, ora lá em cima, ora cá embaixo... Mas sempre superando todos os meus medos."
-Aline Lopes
"Eu sou uma caixa vazia preenchida por ar, sou detalhes, sou momentos, sou aquilo que nem eu ei de pensar. Vivo intensamente aquilo que os outros se prestam a julgar, vivo e vivi um amor bandoleiro, que hoje resolveu me matar."
-Aline Lopes
Eu te olho. E tento decifrar tudo que você quer me dizer. É, eu seu que na maioria das vezes eu sou paranoica e louca, mas fazer o quê, se sou assim. Só sei que quando te tenho por perto minhas palavras fogem, você me tira a voz.
Cara sei que sou jovem mas ultimamente tenho aprendido tanta coisa
em pouco tempo nessa vida. Afinal idade não define maturidade né?
Enfim hoje eu penso totalmente diferente de como eu costumava pensar ...
e hoje vejo o quanto eu tava errada sobre muita coisa.
Mas o importante é usarmos cada exemplo, cada situação de nossa vida
como aprendizagem pra mais lá na frente não repetirmos sempre os mesmos erros. Aprendi que o nosso propósito é sempre procurar evoluir pra sermos a cada dia pessoas melhores! E graças a Deus hoje eu posso sim dizer que me sinto RENOVADA!
Sou como a brisa da manhã, às vezes fina, às vezes rala...
Vivo como vive a aurora, sem ter pressa, sem demora...
Amo como se ama o amor, de corpo, alma e coração.
E tudo isso faz de mim um ser em perfeita extinção.
E quando me perguntam se sou Vascaína, respondo assim: Desde o dia em que nasci e até o dia em que eu morrer.
"Navegando no seu mar, sou capitão desprovido de conhecimento.
Feito marinheiro em primeira viagem, vou mareando com o seu encantamento".
Quando alguém me diz: - Que foto linda! - Eu lembro que sou uma relis segunda fotógrafa e que meu roteirista é imbatível.
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