Nao me Pergunte quem sou
Eu sou impulsiva pelos cotovelos, adoro uma bagunça, andar descalça, salto alto, vestido, decote, gente bem-humorada... Gosto de praia, sol, gente que brilha, purpurina, carnaval... Adoro um bate-papo regado à café, um cafuné, um elogio fora de hora... Gosto também de vez em quando de ficar no meu cantinho, sozinha comigo, mas não por muito tempo... Adoro escrever, ler, aprender... Mas adoro também um abraço daqueles que os corações se enroscam, beijo estalado, gente que me faz rir. Gosto - e como gosto - de gente que não tem medo de dizer verdades, mas que tem o bom senso em como dizê-las. Amo, amo e amo gente humilde, simples, verdadeira. Não sou muito fã de sorvete, mas me rendo fácil a uma banana split enorme! Gosto de festa de aniversário, brigadeiro, bolo recheado com doce de leite, dançar... Me deixa feliz ganhar presente, mas me faz mais feliz ainda poder presentear. Me conquista pessoas inteligentes, que sabem falar, mas principalmente ouvir. Adoro pessoas que olham nos olhos! Admiro quem sabe respeitar o espaço do outro, detesto sentir-me sufocada, pressionada. Me ganha quem me trata bem e me perde quem me machuca, me esnoba, me entristece.
Detesto gente de ego inflado, que se acha melhor que os outros. Não gosto nada de pessoas que falam mal de outras pessoas, pois certamente irão falar mal de mim também... Não tolero gente invejosa, preconceituosa, mau caráter, mentirosa, pessimista, maldosa, arrogante... Me irrita e muito, gente soberba, contadora de vantagens... gente sem conteúdo, oca!
Mas o que eu gosto mesmo - e muito - é da vida e de tudo o que ela me traz... e o que não traz, ah meu bem, eu corro atrás!
Eu sou o cavaleiro da árvore
Eu sou o poeta da campina árida
Eu sou o suspiro em um lugar vazio
Eu sou a fome: quem mais eu sacrificarei em si mesmo?
Eu sou o convidado que você não espera
Eu sou a canção para acordar os mortos
Eu sou a maré que afoga sua mente
Eu sou o trapaceiro: quem mais te traz aflição e riqueza ao mesmo tempo?
Eu sou a lança que ruge para o sangue
Eu sou o lobo vermelho e implacável
Eu sou a tempestade que agita distante
Eu sou o adivinho: quem mais ajusta a cabeça fresca sem vida com fumaça?
Eu sou o conselho que traz a fama
Eu sou a espada que bebe sua vida
Eu sou o corvo em um cadáver
Eu sou a forca: quem mas te traz à morte enquanto te seguro?
Eu sou a chama em cada coração
Eu sou o grito em cada garganta
Eu sou o protetor para cada cabeça
Eu sou o túmulo de cada esperança
Eu?!
Sou música e dança.
Sou homem, pai e amigo.
Uns me invejam, outros...
Me odeiam, alguns me querem bem,
mas poucos me amam.
Odeio mentiras.
Pessoas falsas e pretensiosas.
Mostro ser forte e durão, mas sou
frágil e sensível como uma criança.
Tenho meus medos, minhas alegrias.
Desejos e fantasias.
Na maioria das vezes,
sou o que falo e não o que faço.
Tenho um lado escuro, aliás,
quem não tem?
Guardo minhas agendas,
cartas, fotos. Aprendi
a aceitar as pessoas como são.
Aceitar os defeitos...
Relevar os erros;
ouvir mais e falar menos,
afinal, temos dois ouvidos
para ouvir e uma boca para
falar...Aprendi que o futuro,
só a deus pertence. Que preocupação
e o stress trazem cabelos brancos.
Que o medo no fundo nos da coragem.
Para seguir adiante...
Aprendi que cantar espanta a tristeza.
E fazer o bem trás alegria...
Dúvidas vão sempre existir,
mas seja sincero com você mesmo;
e com os amigos. E são nos poucos
e bons amigos que muitas vezes
podemos encontrar a verdade.
Aceitar as verdades faz parte.
E que um dia vamos envelhecer...
E que respeitar os mais velhos
é importante; e por fim:
Não espere que ninguém segure sua barra, porque no fim...
É você contra ou a favor de você mesmo!!!
Sou assombrada pelos meus fantasmas, pelo que é mítico e fantástico – a vida é sobrenatural. E eu caminho em corda bamba até o limite de meu sonho. As vísceras torturadas pela voluptuosidade me guiam, fúria dos impulsos. Antes de me organizar tenho que me desorganizar internamente. Para experimentar o primeiro e passageiro estado primário de liberdade. Da liberdade de errar, cair e levantar-me.
Dúvidas, desajustes de quereres, desequilíbrio constante... É que às vezes sou TPM e, nesses dias, sou furacão.
Hipocrisia nunca foi o meu forte, sou sincera e realista, fazer o que se ter opinião própria sempre causou polêmica!
Tenho facilidade de fazer inimigos. Na primeira vista sou amada, mas em pouco tempo passo a repelir pessoas. A culpa é toda do meu jeito efusivo e questionador, que bota o dedo na ferida alheia. As pessoas odeiam ouvir verdades, logo quem as diz é odiado. Mentiras são tão confortáveis, mas quando descoberta, se acham no direito de reclamar. Eis uma verdade absoluta, ninguém está preparado para ouvir verdades, suplicam por ilusões. Talvez pela ignorancia de muitos minha sinceridade demasiada é confundida com arrogancia. Sinto muito, mas mentiras sinceras não me interessam.
Talvez as pessoas estejam certa em dizer que sou burra, ignorante, chata, feia, gorda, falsa, mentirosa, mais não param pra pensar que um dia eu fui inteligente, calma, legal , bonita, magra, simpática, verdadeira. E que por causa de idiotas, falsidades, me tornei algo quem nem reconheço mais.
Às vezes sou pura arquitetura.
Cimento e concreto armado
Linhas duras, ângulos obtusos
Paralelas infinitas, pontos em fuga.
Às vezes sou janelas abertas.
Florida, estampada, esvoaçante
Iluminada. Deixo o vento me percorrer.
Às vezes sou bancos.
Inerte, vazia
Parada, imóvel, espera
Outono ou inverno.
E, às vezes, sou toda natureza.
Viva!
Uma das duas coisas: Ou as pessoas me magoam sempre ou eu sou sensível demais a ponto de entender tudo como uma ofensa.
Vivo no mundo louco cercada de pessoas loucas ou será que eu sou a louca perdida em um mundo de pessoas normais?
Às vezes, acontece de eu sentir que a alegria é um delito de alta traição, e que sou culpado do privilégio de continuar vivo e livre.
Sou dependente de duas drogas. São elas a droga da "Saúde Pública" e a droga do "Transporte Público".
Sou como um barco.
Tem momentos quenavego sobre águas calmas, outros, vivo a intensidade das fortes tempestades, mas quando me permito sentir a calma do mar, posso até sentir a brisa suave a me beijar..."
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