Nao me Pergunte quem sou

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"Por mais clichê que possa parecer, eu digo: Sou melhor porque tenho você. Sou feliz porque tenho você. Sou amor porque sou de você."

Minha vivência é curta diante dos sonhos que quero realizar. Sou livre, menina, mulher, sou de gêmeos, sou do ar, vivo na inconstância. Quando não mais consigo me expressar, escrevo para desabafar.

Amiga, eu fico muito feliz por ter te conhecido, por você aceitar o jeito que sou, por você ser minha amiga.
Sem você eu não teria conhecido ninguém, pois foi você que me apresentou às pessoas da sala, você foi a primeira a dizer um simples "OI". Por isso, eu agradeço a você!

Porque viver é ser. E eu sou, meu Deus do céu, eu sou. Meio desajeitada, meio apressada, meio abusada. Mas sou.

Sou uma eterna apaixonada por palavras e pessoas inteiras... Sigo a vida conforme o roteiro, sou quase normal por fora, pra ninguém desconfiar. Mas por dentro eu deliro e questiono. Não quero uma vida pequena, um amor pequeno, um alegria que caiba dentro da bolsa. Eu quero mais que isso. Quero o que não vejo. Quero o que não entendo. Quero muito e quero sem fim. Não cresci pra viver mais ou menos, nasci com dois pares de asas, vou aonde eu me levar. Por isso, não me venha com superfícies, nada raso me satisfaz. Eu quero é o mergulho. Entrar de roupa e tudo no infinito que é a vida. E orar pra sair ainda bem melhor do lado de lá.

Sou o vento que vos roça os cabelos,
Sou o sol que vos aquece o corpo,
Sou a chuva que vos dança no rosto,
Sou o aroma das flores no ar e as flores que
exalam a sua fragrância,
Sou o princípio do vosso primeiro pensamento,
Sou o fim do último,
Sou a ideia que iluminou o vosso momento mais
brilhante,
Sou a glória da sua realização,
Sou o sentimento que alimentou a coisa mais
amorosa que jamais realizaram,
Sou a parte de vós que anseia por esse momento
repetidamente.
O que quer que para vós resulte, o que quer que
o faça acontecer - qualquer que seja o ritual,
cerimónia, demonstração, meditação, pensamento,
canção, palavra ou acção necessária para que
vocês se re-unam, façam-no.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Marshall: Você é muito bondosa. Eu sou igual. Às vezes, você tem que se impor.
A Mãe: Eu sempre me entrego e fico do lado da outra pessoa. Não consigo lidar com confrontos.
Marshall: Sim, você consegue.
A Mãe: Você tem alguns bons pontos.
Marshall: Não conheço você, mas sei que você é forte.

How I Met Your Mother
9.ª Temporada - Ep. 13

Sou um pessimista com a história do Brasil, cheia de corrupção, favores, desigualdades sociais e econômicas. Essas desigualdades atingem a todos.

Eu sou um cara muito mais feliz do que um monte de gente acha que eu sou.

Gosto de ti, porque sim...
porque sou andante, errante, passo de mágica,
na praia, a poente, ausente...
e a minha mente vagueia, hasteia tempestades,
fugaz, atrás do nada...
levo-te comigo para todo o lado, o lago...
sopram ventos, rasteia areia, hoje encontrei-te...
viste-me? Sentiste-me?
O caminho é longo mas apaixonante,
não me digas que erraste, que tropeçaste, não...
caminhemos lado a lado...dá-me a tua mão, sente
as paisagens através do meu coração,
do meu sentir...a prontidão de amar-te, querer ter-te junto a mim...que a vida nos leve através do vento, do tempo...do cantar dos pássaros, do brilhar do sol!

O sentimento traduz .
Eu sempre quis escrever para alguém que entendesse tudo que eu sou, sem olhar torto, ou recriminar, é aquela vellha historia, eu não sou menina nem uma mulher, sou apenas alguem que segue seu caminho.Sou aquela criança que anda de salto alto e a mulher que brinca de balanço, a criança que nunca abaixa a cabeça e a mulher que chora sempre que alguem nao está olhando.Cada um escreve sua historia em frageis linhas, que formam livros abstratos onde nao sao permitidos retornos e nem esperas. Olhe para frente e veja tudo o que o horizonte te revela, na vida vc sempre terá um horizonte a seguir, porque o caminho mais próximo a seguir é em frente.Quem disser que a vida é facil, é porque nunca viveu realmente, porque nada mais dificil do que sorrir quando se a única coisa que deseja é chorar e sumir. Porque nada é mais dificil do que descobrir que pessoas não optam, tem extintos, que pessoas não riem, ficam felizes porque fizeram otros de degraus.
Como olhar nos olhos de alguém e entender que a alma se reflete ali, e ao mesmo tempo entender o vazio entre varias expressões.
Outro dia na rua, eu andava até encontrar a única estação da vida que nunca para,as lembranças sempre um passado perseguindo um presente, há sempre um futuro costruido pelas lembranças de algum passado que sempre procuram encaixes para o maior quebra-cabeças de todos,a vida.
Talvez se conseguíssemos entender tudo, só lendo nos olhos de alguem, acho que as palavras nao seriam tão necessárias assim, mas hoje em dia mentiras se escondem por trás de palavras que confundem até mesmo as proprias mentiras.
Como seguir? Se por mais que vc levante o unico empurrão que vc leva é sempre para baixo, mas sempre haverá motivos para sorrir, mesmo quando o mundo não for o bastante e o preto e branco for sua única aquarela.
Andando por onde nunca andei, fazendo do mundo uma nova prisão, grades invisíveis que me separam de tudo pra viver, fantasias tornam a prisão menos obscura, tornam as grades menos sólidas.
Existe um mundo lá fora em que ninguém se conhece, porque a maior preocupação de todos é o mundo próprio. Sem explicações, as vezes tudo parece mais simples, pra que saber tudo? Se no final a verdade não é mesmo real.
Todos os dias a gente pensa em como o dia pode ser bom, em como dá pra fazer o dia melhor, mas no final do dia o que resta? Um pôr do sol que nunca será o mesmo, e um amanhã que as vezes sempre chega.
As coisas passam como águas em uma correnteza, nunca serão as mesmas.
"Um dia a gente aprende a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar a alma."
Um dia a gente aprende que ser amigo não é morrer pelo amigo, mais viver, sempre que a vida deixar, porque amigos nunca serão lembranças, porque lembranças um dia sempre serão esquecidas, não há passado que resista a um novo destino!

Roubar a namorada do melhor amigo, é uma coisa essencial. Tenho apenas 15 anos e sou um talarico do krl

⁠Eu sou assim florida de afetos por fora e por dentro, amo ver sorrisos iluminando minha Vida,
Sou fã N.1 da alegria, amo música, poesia....
Sou apaixonada por flores.
Sou admiradora da coragem, entregue a fé,
Me rendo ao amor...
esse me doma, me faz doce, carinhosa, feliz...atrevida...amiga...fiel ...recíproca...verdadeira...
Me faz ser a melhor das companhias.
----Lanna Borges.
30 de julho 2020

Monólogo de uma Sombra

"Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!

A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!

Pairando acima dos mundanos tetos,
Não conheço o acidente da Senectus
— Esta universitária sanguessuga
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!

Na existência social, possuo uma arma
— O metafisicismo de Abidarma —
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.

Como um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
É com certeza meu irmão mais velho!

Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.

Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias,
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno,
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens,
Que se chama o Filósofo Moderno!

Quis compreender, quebrando estéreis normas,
A vida fenomênica das Formas,
Que, iguais a fogos passageiros, luzem.
E apenas encontrou na idéia gasta,
O horror dessa mecânica nefasta,
A que todas as cousas se reduzem!

E hão de achá-lo, amanhã, bestas agrestes,
Sobre a esteira sarcófaga das pestes
A mostrar, já nos últimos momentos,
Como quem se submete a uma charqueada,
Ao clarão tropical da luz danada,
espólio dos seus dedos peçonhentos.

Tal a finalidade dos estames!
Mas ele viverá, rotos os liames
Dessa estranguladora lei que aperta
Todos os agregados perecíveis,
Nas eterizações indefiníveis
Da energia intra-atômica liberta!

Será calor, causa úbiqua de gozo,
Raio X, magnetismo misterioso,
Quimiotaxia, ondulação aérea,
Fonte de repulsões e de prazeres,
Sonoridade potencial dos seres,
Estrangulada dentro da matéria!

E o que ele foi: clavículas, abdômen,
O coração, a boca, em síntese, o Homem,
— Engrenagem de vísceras vulgares —
Os dedos carregados de peçonha,
Tudo coube na lógica medonha
Dos apodrecimentos musculares!

A desarrumação dos intestinos
Assombra! Vede-a! Os vermes assassinos
Dentro daquela massa que o húmus come,
Numa glutoneria hedionda, brincam,
Como as cadelas que as dentuças trincam
No espasmo fisiológico da fome.

É uma trágica festa emocionante!
A bacteriologia inventariante
Toma conta do corpo que apodrece...
E até os membros da família engulham,
Vendo as larvas malignas que se embrulham
No cadáver malsão, fazendo um s.

E foi então para isto que esse doudo
Estragou o vibrátil plasma todo,
À guisa de um faquir, pelos cenóbios?!...
Num suicídio graduado, consumir-se,
E após tantas vigílias, reduzir-se
À herança miserável de micróbios!

Estoutro agora é o sátiro peralta
Que o sensualismo sodomista exalta,
Nutrindo sua infâmia a leite e a trigo...
Como que, em suas células vilíssimas,
Há estratificações requintadíssimas
De uma animalidade sem castigo.

Brancas bacantes bêbedas o beijam.
Suas artérias hírcicas latejam,
Sentindo o odor das carnações abstêmias,
E à noite, vai gozar, ébrio de vício,
No sombrio bazar do meretrício,
O cuspo afrodisíaco das fêmeas.

No horror de sua anômala nevrose,
Toda a sensualidade da simbiose,
Uivando, à noite, em lúbricos arroubos,
Como no babilônico sansara,
Lembra a fome incoercível que escancara
A mucosa carnívora dos lobos.

Sôfrego, o monstro as vítimas aguarda.
Negra paixão congênita, bastarda,
Do seu zooplasma ofídico resulta...
E explode, igual à luz que o ar acomete,
Com a veemência mavórtica do ariete
E os arremessos de uma catapulta.

Mas muitas vezes, quando a noite avança,
Hirto, observa através a tênue trança
Dos filamentos fluídicos de um halo
A destra descarnada de um duende,
Que, tateando nas tênebras, se estende
Dentro da noite má, para agarrá-lo!

Cresce-lhe a intracefálica tortura,
E de su'alma na caverna escura,
Fazendo ultra-epilépticos esforços,
Acorda, com os candieiros apagados,
Numa coreografia de danados,
A família alarmada dos remorsos.

É o despertar de um povo subterrâneo!
É a fauna cavernícola do crânio
— Macbeths da patológica vigília,
Mostrando, em rembrandtescas telas várias,
As incestuosidades sanguinárias
Que ele tem praticado na família.

As alucinações tácteis pululam.
Sente que megatérios o estrangulam...
A asa negra das moscas o horroriza;
E autopsiando a amaríssirna existência
Encontra um cancro assíduo na consciência
E três manchas de sangue na camisa!

Míngua-se o combustível da lanterna
E a consciência do sátiro se inferna,
Reconhecendo, bêbedo de sono,
Na própria ânsia dionísica do gozo,
Essa necessidade de horroroso,
Que é talvez propriedade do carbono!

Ah! Dentro de toda a alma existe a prova
De que a dor como um dartro se renova,
Quando o prazer barbaramente a ataca...
Assim também, observa a ciência crua,
Dentro da elipse ignívoma da lua
A realidade de uma esfera opaca.

Somente a Arte, esculpindo a humana mágoa,
Abranda as rochas rígidas, torna água
Todo o fogo telúrico profundo
E reduz, sem que, entanto, a desintegre,
Á condição de uma planície alegre,
A aspereza orográfica do mundo!

Provo desta maneira ao mundo odiento
Pelas grandes razões do sentimento,
Sem os métodos da abstrusa ciência fria
E os trovões gritadores da dialética,
Que a mais alta expressão da dor estética
Consiste essencialmente na alegria.

Continua o martírio das criaturas:
— O homicídio nas vielas mais escuras,
— O ferido que a hostil gleba atra escarva,
— O último solilóquio dos suicidas —
E eu sinto a dor de todas essas vidas
Em minha vida anônima de larva!"

Disse isto a Sombra. E, ouvindo estes vocábulos,
Da luz da lua aos pálidos venábulos,
Na ânsia de um nervosíssimo entusiasmo,
julgava ouvir monótonas corujas,
Executando, entre caveiras sujas,
A orquestra arrepiadora do sarcasmo!

Era a elegia panteísta do Universo,
Na podridão do sangue humano imerso,
Prostituído talvez, em suas bases...
Era a canção da Natureza exausta,
Chorando e rindo na ironia infausta
Da incoerência infernal daquelas frases.

E o turbilhão de tais fonemas acres
Trovejando grandíloquos massacres,
Há-de ferir-me as auditivas portas,
Até que minha efêmera cabeça
Reverta à quietação da treva espessa
E à palidez das fotosferas mortas!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

Eu sou um ator secundário, uma sombra, mas quanto maior a luz, mais escura a sombra fica. E ela realça o branco da luz. Como sombra do ator principal, eu farei você, a "luz", o número um do Japão.

Estou me escondendo nas sombras, mas eu sou a sombra.

Eu sou intensa. E vou morrer assim. Por mais que eu tente puxar o freio de mão, as emoções me dominam e pulam de dentro de mim desesperadamente. Por isso, sou a favor do amor, da verdade, da vontade. Não sou a favor da traição e da mentira. Procuro fazer o bem e ficar em paz com minha consciência e meu coração, mas de vez em quando cometo deslizes humanos.

Se for possível para uma pessoa tirar algum proveito
daquilo que sou, o faça enquanto vivo. Depois de morto,
o máximo de mim serão as lembranças.

Eu sou a conexão com o Universo com o Divino que existe em mim.

Eu sou a abundancia de ideias e sou responsável pela criação de meus pensamentos

Eu sou o divino manifestado em mim,

Eu sou a luz do dia que irradia para todas as direções,

Eu sou o farol da ilha do meu coração,

Eu sou a ternura do amanhecer no embalo da lua pela noite,

Eu sou aquela estrela mais distante que cintila todo o brilho da existência,

Eu sou a fragrância do perfume da vida que exala para os homens da Terra seu aroma,

Eu sou a alusão do mundo material,

Eu sou a concretização do ideal da irmandade branca,

Eu sou a palavra que chega a tua essência para derramar nela toda a energia oriunda dos nossos ancestrais fazendo do teu trilhar um caminhar de abnegação, devoção e encorajamento para outros,

Eu sou o reflexo de você na pureza da alma que se inicia no caminho do Amor,

Eu sou a luz dos teus olhos que mostram a doce face de trabalhar em prol do semelhante,

Eu sou o irmão a que recorres em tua aflição,

Eu sou o amigo que dá um conselho,

Eu sou o lindo rouxinol que vem dizer que viver vale a pena, que honrar a vida é principalmente uma tarefa dada para ser feita todos os dias e amar-se e amar o próximo lição para toda a eternidade.

Dizem que sou muito calado, muito desconfiado. Mas nenhum deles que disseram isso, sabem quantas vezes meu coração já fora mutilado.