Nao me Peca pra te Esquecer
"Deus conhece cada centímetro da minha vontade e sabe que não busco a grandeza por vaidade, mas pela sede incontrolável de ver a Sua generosidade transbordar na minha vida em proporções quatrilionárias."
Liberdade é tudo de melhor!
Não existe unanimidade em nada.
Temos costumes, conhecimentos, percepções, vivências e histórias diferentes.
Não precisamos concordar em tudo para sermos amigos. Basta cultivar uma palavra: RESPEITO.
Se gosto, concordo, apoio, ratifico, assino...
Se a ideia não me representa, amizade que segue!
Sem traumas.
Vivo a liberdade, não a libertinagem.
Vamos que vamos!
Vida que segue!
“Não basta indagar se a Constituição admite a alteração do sistema de governo. É indispensável investigar se o procedimento escolhido para realizá-la respeita a soberania popular, observa os limites do poder de reforma e preserva os fundamentos democráticos da própria ordem constitucional.”
Não importa como você passa a rotina diária,
o importante é ao anoitecer encontrar um travesseiro para colocar a cabeça e dormir um sono tranquilo sem incomodação da consciência, dessa forma o corpo agradece!
"Se você tem um momento, a oportunidade e não passa por cima de ninguém, se jogue! Afinal, quem fica parado não se deixa florescer."
"O compromisso com a verdade não se revela na resistência à crítica, mas na disposição de submeter nossas próprias convicções ao exame rigoroso da razão, reconhecendo que a solidez de um argumento depende menos da firmeza com que o defendemos do que dos fundamentos que o sustentam.”
Não se deve olhar diretamente para o sol. A chance de ficar cego é quase certa. Mas, se colocar a mão diante dos olhos ou usar óculos escuros, poderá contemplar toda a beleza da luz.
O Elefante Branco e o Direito de Dizer Não
Participei de um debate sobre O Conto da Aia. Assistimos ao terceiro episódio da primeira temporada e, depois, conversamos sobre as relações entre a obra e a nossa realidade, especialmente os desafios que atravessam a vida das mulheres, a maternidade e as expectativas que a sociedade insiste em depositar sobre nós.
Havia mulheres de diferentes idades. As cadeiras foram organizadas em círculo. Por uma dessas coincidências que às vezes parecem destino, acabei ficando bem no meio da roda, de frente para a convidada que conduzia o encontro.
Enquanto as pessoas falavam, percebi que a conversa estava concentrada nas flores. E pensei que precisava mudar aquilo. Não queria participar de mais uma conversa em que todos contornassem os assuntos difíceis para preservar a delicadeza do ambiente. Dessa vez, queria falar sem florear, sem procurar palavras mais confortáveis e, principalmente, sem me calar.
Enquanto aguardava minha vez, organizei mentalmente tudo o que gostaria de dizer.
E o meu momento chegou:
Para mim, aquele episódio, assim como o que vi da primeira temporada, apresentava uma espécie de junção das experiências femininas, embora em uma perspectiva exagerada, com elementos de ficção. Afinal, muitas mulheres nascem e crescem condicionadas, quase sempre sem perceber, a viver para servir. Seja ao marido, aos filhos, à família ou às expectativas de uma sociedade que parece nunca estar satisfeita.
É a mulher que precisa ser mãe, mas também manter o corpo perfeito. Que precisa amamentar, trabalhar fora, cuidar da casa, dos filhos, do marido e de tudo o que parece estar sob sua responsabilidade. E, quando não consegue corresponder a tantas exigências, ainda precisa administrar a culpa de não ter conseguido.
Falei também que o silêncio não significa ausência de sofrimento. Não é porque não falamos que essas coisas não acontecem. E talvez parte desse sofrimento encontre expressão no adoecimento, nas síndromes e em tantas outras manifestações que merecem nossa atenção.
Quando chegou o momento de falar sobre um sinal de liberdade que já havia conquistado, mudei de ideia e falei do que eu gostaria de conquistar. Escolhi algo aparentemente simples, quase óbvio, mas que, para mim, ainda representa uma luta: o direito de dizer NÃO.
Não quero.
Não vou me submeter.
Não gosto disso.
Não quero mais.
Não. Simplesmente, não.
Não é não.
Mas, quando comecei a falar sobre isso, outras histórias vieram à minha cabeça. Lembrei de adolescentes pressionadas a ficar com os namorados porque o primeiro "não" não foi suficiente. Lembrei de mulheres que tiveram filhos em momentos nos quais não desejavam engravidar. Vieram relatos, vivências, lembranças e tantas outras situações que pareciam passar simultaneamente diante dos meus olhos.
Um filme se formava dentro de mim.
E então vieram as lágrimas.
Não era exatamente vergonha de falar em público. Era aquela emoção que me acompanha quando alguma coisa me atravessa. Às vezes, as dores nem são minhas, mas chegam de tal maneira que não consigo simplesmente observá-las de longe.
Tentei me controlar, fiquei incomodada comigo mesma, senti vergonha e até raiva por não conseguir terminar o que havia planejado. Mas, enquanto tentavas recuperar a compostura, percebi que outras mulheres também limpavam os olhos. Até a convidada que conduzia o encontro, com a voz um pouco embargada, tentava me acolher, concordando e sorrindo.
As pessoas continuaram falando. Algumas também se emocionaram. E comecei a observar uma coisa: muitas procuravam cuidadosamente as palavras, como se tentassem preservar não apenas a própria integridade, mas também a si mesmas.
Era como se dissessem: vamos deixar a minha casa de lado e falar da rua, da casa do vizinho. Vamos discutir a ficção, a realidade dos outros, qualquer coisa, menos aquilo que está bem diante de nós.
O elefante branco no meio da sala.
E talvez seja mais fácil falar sobre a opressão quando ela está representada em uma série, em um livro ou na história de outra mulher. Difícil é reconhecer suas manifestações dentro da nossa própria realidade.
A conversa terminou, mas algo continuou comigo.
A mulher que conduzia o debate encerrou retomando justamente as minhas palavras. Disse que se identificava com tudo aquilo e reforçou a importância desse limite para o mundo e, principalmente, para as mulheres. Repetiu a ideia que eu havia tentado transmitir: não é não.
Já tinha saído quando me lembrei de outra coisa.
Sempre fui assim.
Às vezes, não é a vergonha de falar em público que me faz chorar. É a emoção que toma conta de mim. Lembrei de uma ocasião na faculdade em que compartilhei essa dificuldade com meu grupo. Um colega respondeu que era justamente aquilo de que todos gostavam, que queriam sempre que eu falasse, porque conseguiam sentir a minha emoção.
Na época, talvez eu não tenha compreendido completamente o que ele quis dizer. Porém, aquela lembrança voltou com outro significado.
Passei tanto tempo tentando controlar essa característica, como se precisasse corrigir alguma coisa em mim, que me esqueci de considerar a possibilidade de ela também ser uma qualidade.
Talvez eu não precise aprender a falar sem me emocionar. Talvez precise apenas parar de acreditar que as lágrimas diminuem a força das minhas palavras.
Afinal, não é porque a voz embarga que a mensagem perde o sentido. E não é porque os olhos se enchem de lágrimas que alguém deixou de ser capaz de sustentar aquilo em que acredita.
Saí daquele encontro pensando nas mulheres, nas meninas, nas tantas histórias que não chegam às rodas de conversa e nos muitos "nãos" que ainda precisam ser respeitados.
Mas também saí pensando em mim.
Se quero conquistar o direito de dizer não ao que me desagrada, preciso aprender a dizer sim àquilo que sou. À minha intensidade, à minha sensibilidade, à minha maneira de sentir o mundo e, até mesmo, às lágrimas que aparecem quando as palavras encontram lugares que ainda doem.
Porque a liberdade também começa quando deixamos de nos violentar para caber nas expectativas dos outros.
E, quem sabe, um dia, não precisemos mais fazer tanto esforço para dizer não, nem sentir vergonha por chorar enquanto tentamos explicar por quê.
Não é não. E sentir também não é fraqueza.
Acredito que minha pregação, e não sou um grande pregador, pelos padrões de pregação. Se você pegasse um grupo de estudantes de teologia e eles estudassem a minha pregação, eles não me escolheriam como um grande pregador. Mas acredito que Deus me deu poder na pregação. Sermão, O Espírito Santo é mais do que você pensa.
Deus não deseja que ninguém vá para o inferno. Ele oferece salvação a TODOS que se voltarem para Cristo em arrependimento e fé.
Se um pregador não possui o Espírito de Deus, seu gabinete de estudos não passa de um laboratório onde ele disseca doutrina e cultiva dogmas sem vida.
Não diz: "sem ministério ninguém verá o Senhor." Não diz: "sem milagres nenhum homem verá o Senhor." Não diz: "sem dinheiro ninguém verá o Senhor." Não diz: "sem batismo...". Diz: "sem SANTIDADE..." Hebreus 12.14.
A ideia de que ler a Bíblia gera ateísmo revela o preconceito do leitor, e não uma deficiência do texto. O fato de mentes brilhantes chegarem a conclusões opostas evidencia que o resultado da leitura é influenciado pela inclinação do leitor e, fundamentalmente, por sua abertura ou resistência à iluminação do Espírito Santo.
Uma prática em que o calvinismo é muito hábil é a de se apropriar e revisar aquilo que não lhe pertence. Eles estão fazendo essa apropriação e revisão indevida dos fatos históricos, dos personagens cristãos, da doutrina bíblica e da Ortodoxia há muito tempo. O calvinismo é o grande revisionista do cristianismo.
Nenhum homem pode realizar uma obra grandiosa e duradoura para Deus se não for um homem de oração, e nenhum homem pode ser um homem de oração se não dedicar muito tempo à oração.
A maior, mais sublime e eterna recompensa de uma vida de oração não são as bênçãos recebidas, mas a presença do próprio Deus. Descobrir que o Provedor é infinitamente superior e mais desejável do que a própria provisão é o ápice da fé.
