Nao me Peca pra te Esquecer
Procuro evitar comparações
Entre flores e declarações
Eu tento te esquecer
A minha vida continua
Mas é certo que eu seria sempre sua
Quem pode me entender
Depois de você, os outros são os outros e só
Permita-se transbordar o copo da afeição. Permita-se esquecer o que te atrasa. Permita-se confiar. Permita-se começar sem pensar no trágico fim. Permita-se demonstrar carinho e laços de afeto. Permita-se ser livre. Livre de qualquer coisa que não lhe deixe enfim, permitir.
Você persegue toda a liberdade que o mundo já sonhou oferecer. Tentar sorris quando quer esquecer. Repete seus sentimentos sem ter o que agradecer.
A vida nos apresenta pessoas que nunca vimos mais que aprendemos a gostar pra nunca mais esquecer, Você é uma dessas pessoas que a vida me apresentou e que jamais esquecerei...
Era apenas uma vontade de ir embora, esquecer do tempo, das pessoas, correr o mundo por dentro, inundar-se de silêncio e descansar aquelas raízes vermelhas que insistem em pulsar dentro da mente.
O caminho da verdade exige um esquecimento: é preciso esquecer-se do aprendido, a fim de se poder lembrar daquilo
que o conhecimento enterrou.
Só o tempo vai mostrar o que será de mim sem você. Será que vou me esquecer ou me arrepender de não tentar te amar?
Hoje eu preciso te abraçar
Sentir teu cheiro de roupa limpa
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz.
Esquecer-te?
Esquecer-te? Se sonhar à noite e contemplar-te durante o dia;
Se toda a louca e profunda devoção que o coração do poeta dedicaria;
Se as preces ditas em teu favor ao poder que o Céu tem de proteger;
Se pensamentos alados a mil por hora que a ti vão ver;
Se devaneios te misturam ao que está por vir na minha vida...
Se isto chamas de esquecimento, tu, de fato, serás esquecida!
Esquecer-te? Que os pássaros da floresta esqueçam sua doce melodia;
Esquecer-te? Que o mar, sob a lua, esqueça das ondas a sincronia;
Que as flores sedentas se esqueçam de beber o orvalho refrescante;
Tu mesmo te esqueças de tua terra adorada, e seus montes deslumbrantes.
Esqueces cada rosto, velho conhecido, cada ocasião tão querida...
Quando estas coisas forem por ti abandonadas, tu serás esquecidas!
Guardas, se quiseres, tua paz virgem, sempre calma e despreocupada,
Não permita Deus que tua alma feliz por minha causa se veja desolada;
No entanto, enquanto essa alma é livre, ah! que a minha não saia a vagar.
E, sim, que alimente a fé humilde e a capacidade tolerante de amar;
Se estas, por anos resguardadas, no fim não me tiverem valia...
Então me esqueças; mas não acrediteis jamais que tu podes ser esquecida!
Aprendi com o tempo que...
Às vezes é preciso esquecer um pouco a pressa e prestar mais atenção em todas as direções ao longo do caminho...
A pressa cega os olhos.
E deixamos de observar tantas coisas boas e belas que acontecem ao nosso redor.
Às vezes, o que precisamos está tão próximo...
Passamos, olhamos, mas não enxergamos!
Mas não basta apenas olhar.
É preciso saber olhar com os olhos, enxergar com a alma e apreciar com o coração!
Permita-se esquecer de pentear o cabelo, de passar batom e até de calçar os sapatos, mas nunca esqueça-se de sorrir. E não faça deste, só mais um simples movimentar dos lábios, desvencilhe-se dos sorrisos vazios.
Sorria com a alma, com os olhos e com o coração!
Se quiser encontrar sua felicidade na terra, deve comecar a esquecer as ofensas. perdoa a todos pelo mal que lhe fizeram.
No Natal procuremos esquecer as mágoas, as ambições, o ódio, a inveja, a arrogância e as injustiças, levando em conta que podemos crescer na imagem do filho do homem, amando a si e aos outros sem distinções.
No dia no esquecimento me mandaram te esquecer, mas como eu sou esquecido, esqueci de esquecer você!
TE ESQUECER EM PARIS
Nos becos da velha Paris;
Nos braços de uma mademoiselli qualquer,
Refiz minhas noites de solidão
E consumei o ato de amar quem me quer.
Monet ainda teimava em acompanhar-me;
Aquele refinado impressionismo já não me convence mais.
Perdi-me nos longos bares de whisky barato
E lá morri toda noite buscando um pouco de paz.
Eu vi o outono chegar e levar as últimas folhas secas
E ainda vi o inverno gelado nevar a minha cabeça.
Eu vi meu corpo envelhecer amiúde e chorei;
E um dia vi as luzes se apagarem atrás de mim
E a última nota do violino se despediu.
Percebi que ainda havia tempo de recomeçar e voltei.
