Nao me Peca pra te Esquecer

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Os meus poemas sempre repletos,

- e incorretos

Não menos poemas e tão secretos,

- inteiros

Sempre tão cheios de solidão,

de mares, de lugares e de paixão,

São na totalidade uma declaração

de uma pomba que pousou na tua mão.



Eu tive que cantar, contar e escrever,

Os meus poemas se espalham por aí,

e eu bem aqui nesta tarde com luar

- mais uma vez -

ao encontro do sol beijando o mar.



Os meus dias vivem a te esperar,

Eu sou a tal orquídea a se 'abrir',

é deste jeito vivo a perfumar...,

- todos os dias -

Até você voltar (para mim).

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não existe poesia desacompanhada

Nenhum pouco de si mesma,

Não existe quem não resista o beijo

Por um intenso e pio desejo;

Não existe dália apaixonada,

Que não seja também ninfeta,

Tampouco desejada...



Não compreende o sentimental

- poemário

Arrancado do pomar

Amansado pelo vento;

Não menos belo que o Balneário.



Não existe malícia incendiária

Nenhum pouco por ti recusada,

Não resiste carícia reprimida

- Por um só amanhecer,

Não existe ninfeta sonetista

Que não saiba fazer-se dália.



Não compreende o gutural

- soneto

Plantado no lugar

Espalhado pela onda;

Não menos corajoso do que o mar.



Não existe métrica discreta,

Que não seja capaz de revelar:

- A poesia de beber e de amar

Outrossim, que seja ousaz

No ponto urgente e necessário

De fazer-te provar o hálito

- sabor de orvalho -

E da rima da mulher amada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O teu olhar tem a cor da noite,

a tua boca tem o sabor do mel.

O teu olhar não menos meu,

é tão caro quanto [brilhante...

A tua boca é plena e saborosa

possui lábios tão extasiantes:

Conjunto que me fez flamejante.



A tua existência é concreta,

a urgência que tenho secreta:

a primavera que não passa

(...) Primavera, eterna!



O teu gingar inesquecível,

e a tua pele incrível

Em mim [permaneceram];

a poética que nem os guerreiros

e a noção de pecado não derrotarão,

Estarão nos meus versos plenos

Repletos para fazer eternos

- dois corações -

Que a distância superarão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não me roube de mim mesma,

Eu me pertenço!

Sou filha da boa franqueza...



Não me roube a paz

De construir a vida

Que eu sempre quis

Eu deixei tudo para trás.



Não me veja com outros olhos,

Eu sou como sou!

Sou poesia, sangue e sonhos...



Não me tire o tempo

De procurar o amor

Imaculado no peito

De alguém que seja

- inteiro -

E seja cheio de candor.



Não me faça como passatempo,

Eu sou dona da minha vida!

Não se faz ninguém perder tempo...



Não me venha com intenções:

Primeiras, segundas e terceiras...

Eu busco muito mais que o teu querer:

Busco o verdadeiro amor

Talvez na dimensão que você viva,

Jamais irá entender, não queira me prender!



Não é justo fazer-me de objeto,

Sou dama de fogo e ferro,

Deixe-me no meu caminho certo.



Não é legítimo e nem legal,

Arrancar a poesia lirial,

Tirar a honra do meu andor,

De andar orgulhosa

Por cultivar o jardim celeste

Que florescerá com o meu sonho de amor!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como o barco que cruzou o [oceano

as asas da pomba bateram voo,

Como o tempo que não volta atrás

as areias se foram pelos dedos,

Como o curso do açude [desviado

as flores do jardim brotaram,

Regadas pela força do destino traçado.



O corpo dele é o meu cais,

Da boca desenhada sairão

Os mais eloquentes ais...



Das poções coralinas carregadas

para à beirinha da Praia de Salinas,

Dos amores que ficaram para trás,

existe apenas um que há tempos

- espero -

De um jeito que só ele sabe que é capaz.



O sorriso dele ao Sol

É o próprio Sol

A enfeitar o arrebol...


A existência dele é celeste

criada para servir à Humanidade,

Desde que eu o conheci

nunca mais fui mulher,

mudei de endereço,

mudei até de nome:

- Hoje respondo apenas por saudade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu sou movida à paixão,

não temo caminhar ao sol.

Eu sou amante da vida,

te querer é a minha religião.

Em ti resiste a fogo brando,

- e a brasa mansa [recolhida

De uma paixão impensável

Por minh'alma [feminina.



Eu sou aquela [criatura],

que se perfuma para te ter.

Eu sou aquela [ternura],

que vira de verso para te ter.



Do melhor de mim para ti

oferto-te o meu inalterável:

o meu amor feito de poesia

Sublime, ardente e honorável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não havia me dado conta:

que nasci com um belo

- par de asas -

Nunca desejei fugir de nada,

a não ser em busca da paz

e de um destino que me valha;

Ir embora não significa fugir,

é seguir em frente - infrene,

é saber o caminho a seguir;

em busca do que o covarde

não tem coragem, é não desistir!



Não havia me dado conta:

que nasci alma delicada

- e guerreira

Da mesma forma que eu brincava

por horas com a espada,

Sabia apreciar a minha bailarina

dançando na caixinha de música

feita de ferro, com pérolas e prateada.



Não havia me dado conta:

Ainda há quem agrida a minh'alma

feita de fogo e de fé,

Ainda há quem duvide da minh'alma

feita de rosas e jasmins,

Cheia de surpresas para quem planta,

Surpreende durante a colheita

vou decorá-la com os mais belos jardins.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não sei o quê fazer com você,

E nem com a lembrança doce;

Que me fez gostar sem querer

Do olhar que me fez endoidecer.



Tua serei sempre que quiser,

E do jeito que ordenar...,

Não há nem como negar

Sob o domínio do teu olhar,

Não há como não esquecer

Do manso bem-me-quer

Vindo de um beijo estelar

- Primeiro e derradeiro -

Que fez o meu corpo te querer

- inteiro -

Sendo eu poesia última,

Juro-te como o meu amor

- verdadeiro -

Guardado estás no meu peito.



Não sei o quê fazer com amor,

E nem com todo este encanto...

Quando não é verso, ele é pranto

É melhor eu fixar no meu canto.



Jura que irá voltar para mim!

Não encontro melhor fim,

Por isso resolvi me recolher

Para eternizar em versos

- tudo -

O que o coração não consegue

- apagar -

E o que o meu corpo espera

- se alimentar -

Do universo feito de você

E deste amor que não consigo

- esquecer -

Porque nascermos para nos repletar.



Não sei o quê fazer com o tempo,

E nem com a distância...

Que os meus versos sejam o breviário,

E a saudade de mim se torne estância.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não me poupe das tuas mãos

Que brindam com carinhos,

Não me poupe dos teus passos,

Quero estar nos teus caminhos.



Não me poupe dos teus beijos

Que lembram os sacros pomares,

Não me poupe dos teus sabores

Quero celebrá-los diante dos altares.



Não me poupe dos teu pensamentos

Poéticos cataventos de sentimentos,

Não me poupe dos teus beijos solares

Quero estar contigo em todos os lugares.



Não me poupe nem das tuas noites,

Que me convidaram para protagonizar

- as boas madrugadas -

Quero estar na tua companhia

Não sairei jamais das tuas estradas;

Não me poupe dos vinhos embriagantes

Das mais doces juras e do Vale dos Vinhedos;

Ainda hei de saber dos teus (segredos)...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não é preciso provar nada,

Precisamos um do outro,

Não devemos nada a ninguém;

Devemos nos provar...e bem!



Não é preciso justificar nada,

Entregamos fácil o ouro,

Não negamos nada a ninguém,

Todos percebem muito bem...



Não é preciso esconder,

Dançamos no abismo;

Não recusamos o amanhecer

Dois oráculos e um destino.



Vagueio peregrina na tua mente,

O teu corpo sente a ausência

- unicamente - do meu!...

E o meu escreve evitando

- lembrar - de que já teve o seu!



Escrevo poesia - evitando -

Lembrar de que ela existe,

Como um gemido de fidelidade

- extrema - pela falta que me fazes;

Ainda escreverei versos muito melhores,

E bem mais plenos e audazes...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ouço o sussurro do rebojo,

Danço a música do vento,

Assim distraio a tua falta,

Não perco a minh' alma.



Rabisco o meu caderno,

Escrevo o nosso enredo,

Respeito o valor do tempo

Resistindo a dor e o medo.



Nunca mais me distanciarei,

Rejeitarei os oceanos,

Sigo os teus passos ciganos,

Confesso, eu me apaixonei!



Como divindade, escrevo,

Nestas linhas não me nego,

Para todas elas, eu me entrego,

O amor é realmente cego...



Amo-te imensamente,

Confesso, és desconhecido,

... admito! Grito!

Viver livre de ti, eu não consigo!

Inserida por anna_flavia_schmitt

A vida tem subterrâneos,

Nem sempre um convite

É uma boa proposta;

Não fale com estranhos.

A vida não tem preço,

Não se seduza pelo desafio,

E nem se leve pelo desespero.



O mundo por si só já é um perigo

Para tudo existe um recomeço,

Não se entregue, se preserve

Corra para longe do desatino.



A vida tem surpresas,

Não tenha pressa,

Tenha os pés na tua terra,

Não se venda para sorriso largos,

Nem sempre eles são verdadeiros;

O sol nasce para todos, confie,

É só se afastar de convites sorrateiros,

A boa fortuna um dia vem,

O destino escreveu nos seus passos:

Você não nasceu para ser mais uma presa

Do Tráfico Internacional de Pessoas.

- O mundo não nasceu para ter escravos! -

Inserida por anna_flavia_schmitt

O teu coração tem asas

Batendo ao vento,

O teu amor não passa

Seguindo em círculos,

Levitando o teu corpo

Que é ferro e brasa.



A tua oração denuncia

Coração estremecido:

- Orgulho de joelhos

Moro nos teus segredos

Voltados para o sul,

Sou o teu melhor dos medos.



Estou na tua mão,

Se me tocas, sou cítara,

Jardim recurvado,

No profundo dos desejos,

Arco em busca da flecha,

Descrita pelo Zodíaco,

Lida nos arcanos,

Composta pelos poetas,

Prevista pelos profetas,

Sou o maior amor da tua vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Perdoa-me por aquilo que não tem perdão,

Eu fui embora, e levei comigo o seu coração.



Perdoa-me pelas noites que não te iluminei,

E sobretudo não te aconcheguei...



Perdoa-me por tudo que abandonei,

Sim, eu fui embora, eu te deixei...



Perdoa-me ao girar da tranca,

Dei as costas para a tua esperança.



Perdoa-me porque a pena eu paguei,

Por tudo que construí, e larguei...



Perdoa-me por ter te deixado

Solitário,

Não quis ter te abandonado

No poemário,

E muito menos te humilhado

Por ter desconfiado de ti;

Perdoa-me por te amar mais

Do que a mim mesma.



Perdoa-me porque não fiz a tempo,

De ter entregue o meu sentimento.



Orgulho-me ter o meu ego pisoteado,

Para transformá-lo em estrela no éter

Deste amor infinito - e implacável;

Entrego ao mundo o que eu já devia

Ter tornado teu, e te revelado...



Perdoa-me pelo desespero,

Porque você não sai da minh'alma,

E não sai da minha retina;

Continuo por ti seduzida.



Perdoa-me eu sei que errei,

Como o fogo consome a brasa,

O amor quando é amor nunca acaba.



O coração bate descompassado,

É a fera que há em mim querendo

O teu laço que se chama [abraço];

Permanece o intenso sabor pelo fato

De nós termos nos [beijado]...



Perdoa-me porque é indescritível,

O amor que sinto é infalível,

O tempo não o apagou amor incrível.



Se o amor é o limite do amor,

Amar jamais terá limite,

O tempo me mostrou

Que enquanto houver céu,

Entre nós não haverá limite.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Na vastidão do mundo,

Tu me observas infinita,

Não perdes nada de mim,

Nem quando sofisma,

De mim tudo encontras,

Sempre no canto do olhar,

Vive do tempo e sem contas,

Porque ficaste perdido,

No imenso espaço de amar,

Vamos aprendendo nos namorar,

E nos invadir em paz

Como duas gaivotas que se namoram.



Tenho no teu corpo, o mistério,

A expressão mais paradísiaca,

A vitória do impróvável,

E a glória de toda poesia,

Que quero desvendar inteira.



Estendo o meu corpo no teu,

A concretude mais intensa,

A glória da certeza,

E a vitória memoriável

Se fará perfeita - entenda.


No infinito escrito,

A eternidade vai se escrevendo,

Com caneta tinteiro, e néctar

Dos frutos e das flores,

Pela primavera eu morro de amores.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Talvez foi tudo ilusão,

Talvez sim, talvez não,

Dizem que já podeis,

No entanto, nunca podes;

Nunca podes nada,

Sempre mentiram para você,

A Mãe sempre fingiu,

Foi obrigada a ser gentil,

O horizonte nunca existiu.



Do Universo das Nações,

O Brasil deixou de resplandecer

Busque amplitudes e inspirações

Ainda há tempo para vencer!



A liberdade não raiada,

Ainda está acorrentada,

Não fizemos a muralha,

Vive aqui o astuto e ardil,

Mais do que uma mão,

A Nação precisa de ti,

O Brasil precisa do seu coração

Para aprender viver livre como Nação.



As ímpias falanges de mil faces,

Em mil e umas épocas,

Com mil cantares derribaram

A nossa fibra de povo por epopeias.



Eu nem mais sei chorar,

Eu só sei cantar...,

Na esperança de um dia esse país mudar,

E fazê-lo das cinzas renascer;

Deus tenha piedade de nós,

E nos dê ânimo juvenil,

Para que tenhamos que lutar

Por nosso imenso Brasil.



Neste canto de independência,

Precisamos recuperar a excelência,

Porque Pátria é lugar de morar

E, não lugar de viver em dormência.



Ao Hino da Independência,

Ofereço este poema que é sangue

Repleto das cores do Pavilhão;

Para que o povo preste a desobediência

Reagindo por uma nova Nação

Pautada na liberdade e na decência.



O Brasil precisa entender:

Que viver em paz é desobediência.

O Brasil precisa entender:

Que nem sempre vale a pena viver

Somente por causas pequenas.

O Brasil precisa vencer:

E acabar com toda a violência

Jogando fora as miudezas...



Que venha a mão poderosa de Deus

E arranque de nós os grilhões;

Que aprendamos a viver,

Não temendo nem mil corações,

Fazendo-as entender que o Brasil é,

E também pode ser o lar de todas as Nações.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Mergulhados um no olhar do outro,

Não há pecado que nos detenha,

Submergidos um no outro aos poucos,

Não há dogma que nos contenha,

Sabemos bem o que queremos:

juntos somos fogo e a boa lenha...



Não tenho pressa...



Tocando em meus poemas,

Tu me sentes silenciosamente

Na tua pele e ao teu lado;

Fazendo-te renovado sempre

O restante já faz parte do passado,

Eu sei que sou o teu maior presente;

Longe de ser um instante:

Eu sei que sou o teu futuro certo

O restante já não mais te interessa

Eu sei que sou o teu amor seguro.



Não tenho pressa...



Entretidos naquilo que dizem ser jogo,

Não há intenção que não se realize;

O melhor do jogo é violar as regras.

Neste curso não há quem se delicie,

- criamos o nosso próprio fetiche

Sabemos bem para onde ir:

juntos somos o altar e o rito...



Não tenho pressa...



Escrevendo o melhor conto,

- em segredo

Tu segues os meus versos

- eróticos

Ora santos, e ora desalinhados,

Tu me carregas como pupila

E o sorriso de canto...,

Sou a canção que fascina,

O sol da manhãzinha,

E a estrela que tanto admira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não importa como acontece,

Ele chega bem de mansinho,

De um jeito que te aquece;

Não importa, ele acontece.



Essa liberdade que se solta,

E que te prende,

Cantarola de dia,

E de noite suspira...;

Ao poeta sempre inspira.



Não importa, mas é assim,

Ele vem de forma indescritível,

Cheio de si, e sublime em mim;

Não importa, mas é incrível.



Essa prisão que não é prisão,

E que te deixa livre,

Só com o teu violão,

Espera, crê e confia;

Fazendo bagunça no meu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não pode e não

haverá de existir

Nada mais belo

e interessante,

E que nos conduza

a (fluir);

Nos levando

ao infinito

Do amor e da vida

alucinante.



Não sossego

e nem deixo sossegar,

Porque o que sinto

é de arrepiar:

Na poesia e na gentil

arte de amar.



Não devo nada

a ninguém

Nada mais

justo e forte:

É princípio

de (alguém)

Que é capaz

de amar

Até além

da morte...



Não calo e nem

deixo de escrever,

Aquilo que sinto_ eternizo

Na poesia o quê é,

e também há de ser!



Não nego o quê

bate no peito

Arrepiando a pele,

O amor é assim:

imperfeito.

Revirando o juízo,

Para tudo ele

encontra um jeito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sejas animoso pois é chegada a hora. Não basta apenas viver uma íntima comunhão com Senhor, é necessário que compartilhe da mesma, que leve a mensagem: Jesus estas as portas.

Inserida por LennonVerneck