Nao me Peca pra te Esquecer
Não terão materialidades pelas falsas laudas, pra satisfazer súplicas sem necessidades, pois, a destruição é pra corrigir sequelas das peles e das veias.
Não há orgulhos é, ser, em ti agradecer, todas (às) minhas incapacidades, são pela alegria do nosso viver.
A luxuria é uma extensão do que ainda não pode viver no seu merecer, é excesso de negação imposta, não pela decadência das supostas repressões.
Não somos melhores , mas, podemos ajudar, é, dádiva de amor, ao nosso estar, sendo únicos nas permanências das diferenças, sem prejudicar, impondo vontades, sem frases poder dizer, aonde quiseres ser.
Que toda inteligência disposta pelo universo, não seja jamais, retalhada pelo medo da humilhação de terceiros, todos em paz primeiro.
O silêncio não mais será a força pra sua grandeza ser destroçada, pela falta de momentos, retiros das inteirezas dos átomos, aguardando qualificação, pra emitir a cura das falsas sadanas.
As alegrias servem prá alegrar o seu sabimento e, não servir em chacotas as bandejas, pra não arrancar as ignorâncias e cabeças.
Se as capacidades se dessem na solidão não teria pedido por tantos tempos o momento das configurações e chamadas de ajuda.
Pra cantar sempre o que não é seu e pra escrever os maus em que se meteu pra sanar os que não (entedeu).
Ficou com medo que não dava conta, tentou ajudar ou, roubar, à lousa das questões e dos fatos que já viram com previsões.
Nas ignorâncias que pude ocular, espero que a verdade do afazer não seja, pra te mal julgar, libertando todo mal no estar.
Haja língua pra tanto conhecimento entalhado, onde a sabedoria jorra todos os dias, pra não se perder com notícias desoladas, trate a realidade pra lhes dá bons resultados, olhando o seu canal.
Não tinha condições e, me deu obrigação, pra fazer o que é meu, pra ti oferecer às alegrias por teus.
Sei que regra pode ser uma porta fechada pra sua realidade de estada, que isso, não seja pra ti correr, em outras estradas, já que ninguém te pertuba, por amor ao seu agora, faça.
Tá se manifestando lá porquê não deixaram o fazer do que tinhas de ser, caminhe com alegria, esse é teu valor, por não querer simplesmente ter, por ter.
Fazemos pra ti liberar as verdades de suas vontades e, não, as sequelas das imposições sem edificações futuras, retirando o mal das falsas figurações.
Nossa sorte é um milheiro e, o dinheiro, ainda, não chegou, que maltrato têm, exibir simplesmente flor.
