Nao me Peca pra te Esquecer
Decerto, que há sempre uma espécie de beleza oculta, até naquilo que "não" é belo.
04.12 . 2019 às 18:12
Tudo grandioso, um dia foi pequeno:
Que as grandes edificações,
não desprezem um tijolo.
Que a torre Eiffel,
Não despreze uma barrinha de ferro.
Que as portentosas pirâmides do Egito,
Não desprezem cada fragmento de pedra!
Que o vasto oceano,
não despreze as diminutas gotas.
Que os elevados e expansivos céus,
não desprezem os minúsculos planetas. Que o Universo,
não despreze as poeiras cósmicas.
Que o homem,
Não despreze o pó da terra. Que a frondosa árvore,
Jamais despreze uma semente!
Que o elevadíssimo e grandioso tronco da FÉ,
Não despreze o pequenino GRÃO DE MOSTARDA...
Dezembro de 2019
Tentativas fúteis de chamar atenção, não é outra coisa senão a mera demonstração do vazio da ALMA.
13.12.2019 Às 14h01m
Coisa muito dura é, ser incapaz de esconder para sempre, as artimanhas da própria natureza! Não?
28.03.2020 às 18:55 h
Os atalhos fáceis da vida, são como as frutas amadurecidas pelo sol, não pelo tempo. Sua casca é dourada; porém, seu conteúdo é verde e amargo!
O estudo é uma espécie de "chave", não só racional, mas, mística-espiritual, capaz de abrir as "portas" ocultas subconscientes do cérebro.
O Filósofo não pode de maneira nenhuma, se entregar ao conforto da seletividade. Esta, para ele, poderá se conflagrar num iminente perigo. Pois acomodar-se-á em [apenas] algumas vertentes cognitivas.
Portanto, deverá se apegar exclusivamente ao desconforto da abrangência de todo o universo do saber.
Certas Felicidades para serem PRESERVADAS, deveriam manter-se em SEGREDO. O ser humano não resiste a tentação perigosa de, lá no fundo, envaidecer-se em mostrar que está feliz para o outro, quando deveria OCULTAR esse segredo.
Da medida EXATA
Havia um homem, que só vivia reclamando com Deus, que não tinha motivo para ser feliz e que, por isso mesmo, desejava tirar a própria vida, caso Deus não lhe atendesse, dando-lhe toda sorte de Felicidade.
Os dias iam se passando e, a cada pedido que fazia, sua ameaça intensificava-se mais e mais, a um ou dois passos de se concretizar.
Quando finalmente um dia, de tanto molestar Deus, desejando Dele, toda sorte de felicidade que pudesse existir, para que com isso, de acordo com seu entendimento, pudesse ter razão e sentido de viver, Deus, resolve satisfazer-lhe.
Toda sorte de felicidade então, fora-lhe derramada. Finalmente recebeu, a tão sonhada e desejada dádiva da: "toda sorte de felicidade".
Os dias foram se passando... E aquele homem que dantes não tinha razão de viver, porque era infeliz, agora, resolve se matar, por ter simplesmente toda sorte de felicidade do mundo.
Foi assim então que deu cabo, finalmente, de sua própria vida...
Pois acabou se matando de tanta Felicidade!
Se não houvesse PODER nas palavras, o homem não seria programado para falar mais, em quantidade, do que as próprias ações.
Não é a meditação na infinitude, muito menos na longevidade, que leva o homem consciente à loucura e perturbação mental. O que perturba esse tipo de meditador, é exatamente saber que por ser conhecedor de que a vida humana é tão insignificantemente banal, o homem consiga elaborar tantos devaneios. Devaneios estes, diga-se, que causam sua própria perdição.
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[Resposta para Letícia, sobre se a ideia sobre a concepção de Deus já foi destruída ou não]
O interessante é que então desde os primórdios da humanidade até este presente momento, a teoria do Divino é tão forte, sólida e clássica, que ninguém simplesmente conseguiu ou está conseguindo a suprimir. Pelo contrário... Paradoxalmente parece que a ideia de Deus, mais se eterniza. Como bem se expressou Nietszche: O QUE NÃO MORRE, SE FORTALECE.
( Paráfrase)
Leitura não adianta P...RA nenhuma, se o leitor não ENTENDER o que está lendo. Um leitor que muito lê, mas não entende o que está lendo, é apenas um IDIOTA com um livro na mão.
Você não entenderia a centelha misticamente divina em mim.
Que me impede de falar apenas como um mortal.
A negação a Deus por causa da incapacidade subjetiva que temos, à Sua não compreensão, nada mais é, que Sua própria afirmação. Uma vez que uma das precípuas características de Deus, Isto é, o que realmente o autentica, caracteriza como tal, é exatamente a incapacidade que temos ante Sua majestosa incompreensão!
