Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado
Tem coisas que você faz as quais eu gostaria de fazer. Mas não me importo se não tenho a oportunidade de fazer o que você anda fazendo.
Mesmo que não agrade a todos, fazer o que me faz feliz me ajuda a crescer dia após dia. E é isso que realmente importa
Sabe quando você olha para o vazio e faz perguntas em vão sabendo que não terá respostas no momento? Foi assim que me senti durante toda essa manhã... E o que eu ouvi como respostas foi só lembranças e saudades...
O incrível não é sentir o que eu sinto quando o assunto é você. É que esse amor me faz querer vencer qualquer coisa, e essa vontade vem de você, tão distante, mas ainda aqui, dentro de mim.
Descubramos a íntima riqueza da liturgia da Igreja e a sua verdadeira grandeza: não somos os que fazemos uma festa para nós, mas, pelo contrário, é o próprio Deus vivo que prepara uma festa para nós
"...E derrepende vc nota q o q era importante e insubstituível... passou, e não faz falta!!Enfim, as atitudes decidem quem fica!!"
Não é impossível aprender a se desligar dos que te fazem mal, de só estar perto de quem te faz bem e lembrar, tantas vezes quanto possível, das coisas boas que a vida está te dando. E assim tentar ser mais feliz.
A gente se machuca, se esnoba e se orgulha do que faz. E a gente faz linha dura de quem não está nem aí, se distancia, se fere. E a gente não sabe como o outro tá, só fica com a saudade. A gente chora e sorri. Mas a gente sente falta. Sente falta do amor, dos carinhos, das palavras de conforto. E aí me pergunto: até quando isso vai durar? E me faço a mesma pergunta que você: O amor é para sempre?
Por isso, quero afirmar: se você acredita no que faz, insista.
Não quero que essa frase recaia em um otimismo ingênuo e fácil. Porque sei que, entre esse passo adiante e a frustração que o antecede, há o silêncio no meio. A angústia e a terrível sensação de que estamos condenados a nossa própria mediocridade. Perdemos a força, a vontade, indiferentes ao frio e ao calor, a beleza ou a feiúra, o sem sentido, o cinismo, o niilismo fatigado. Entre o desânimo e o ânimo que faz esse passo existir, há a confusão de sentimentos e a revolta com os nossos limites. Há a sensação de que o outro é muito superior a nós, inalcançável. Há a cobrança de porque não fiz isso, não falei aquilo, estudei aquela outra coisa? Há sempre entre a perda de seu valor e esse passo um enorme abismo onde nos metemos. E, de onde é muito difícil arrumar energias para sair. Como essa energia surge? Não sei, mas ela surge como uma pequena chama de fé “sem religião” que consegue aquecer nossa alma por inteiro. Parte de uma pequena ação que nos “realma” aos poucos e definitivamente. E nos faz ter a paciência de catar os retalhos que sobraram de nós, de costurar esse remendo que nos tornamos depois de perdemos nosso valor próprio.
Faço de mim casa de sentimentos bons, onde a má fé não faz morada e a maldade não se cria. Me cerco de boas intenções e amigos de nobres corações, que sopram e abrem portões com chave que não se copia.
Não sei porque mas às vezes, me sinto tão bem
Talvez nem perceba
Mas são coisas simples que me fazem respirar que segue em frente
Não sei porque mas às vezes me sinto tão bem
Talvez nem mereça
Quero viver outro tanto
Nunca me senti tão sonoro
Agora, como sempre, é cedo
Me sinto tão bem
Não peço licença
Pra ser feliz sem motivo
Sou feliz porque sim
E porque você respira
Não sei porque mas às vezes me sinto tão bem
Mas desta vez com certeza
Vou usar meus minutos guardados
Eu tenho a paz de um riso livre
A gente, se entende, se sente, tão bem
