Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado

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Estilo é como pessoalidade... Ou você tem, ou não tem. Só não pode se deixar influenciar por coisas que não te caem bem. Seja autêntico(a), ousado(a), ou ate mesmo largado(a)... Não ligue para tudo o que dizem as outras pessoas, pois, muitas delas são "Maria vai com as outras". Os gostos são seus, os sentimentos até podem ser os mesmos, mas e daí se eles forem diferentes? E daí se pra você o cinza te deixe alegre, ou que o preto te faça sorrir... Sentir-se bem, isso sim é importante!

Primeiro a gente não parava de conversar... Eram horas de assuntos e mensagens trocadas pelo celular. Depois a gente não conseguia se desgrudar... Eram carinhos e abraços dados em qualquer lugar. E em pouco tempo, àquilo que a gente insistia em chamar de amizade... Enfim, virou amor de verdade!

A teoria da pessoa que não ocupa espaços (by: franckles Werivan)


Existe um tipo de pessoa que atravessa o mundo como quem pisa em chão alheio: leve demais para deixar marcas, silenciosa demais para ser lembrada. Ela existe — respira, trabalha, observa — mas não faz questão de existir na vida de ninguém. Não ocupa espaços. Não constrói presença. Não deixa rastros.


É como se tivesse aprendido, em algum momento, que ser percebida é um risco.


Essa pessoa evita laços afetivos como quem evita um incêndio. Não por falta de desejo — talvez até exista, escondido, um desejo profundo de pertencimento — mas por medo das consequências. Ela não sabe dialogar porque, possivelmente, nunca se sentiu realmente ouvida. Não é recíproca porque talvez nunca tenha recebido o suficiente para aprender o que é troca. Então ela se fecha, se economiza, se retira.


E assim, vai vivendo uma vida paralela: está presente, mas ausente. Participa, mas não se envolve. Sente, mas não demonstra.


Mas por quê?


Do ponto de vista psicológico, podemos pensar em traumas silenciosos. Relações quebradas cedo demais. Afetos que não foram correspondidos. Ambientes onde falar era inútil ou perigoso. Aos poucos, a pessoa aprende que se expor dói — e então cria uma espécie de casca. Não é frieza: é defesa. Não é indiferença: é sobrevivência.


Já numa perspectiva mais espiritual, talvez seja uma alma que se desacostumou ao vínculo. Ou que carrega feridas de outras experiências, outras histórias, outros ciclos. Uma alma que teme se conectar porque sabe, de alguma forma, o peso que as conexões têm quando se rompem.


Mas existe um custo.


Porque viver sem ocupar espaços é, no fundo, aceitar uma existência sem testemunhas. É passar pela vida sem ser profundamente conhecido. Sem ser verdadeiramente amado. Sem deixar ecos.


E há uma tristeza nisso.


Uma tristeza quieta, quase invisível, mas constante. A tristeza de não ser esperado por ninguém. De não fazer falta. De não ser lembrado em detalhes, em histórias, em saudades. É como se a vida acontecesse, mas não se entrelaçasse com outras vidas.


E a gente precisa se perguntar: isso é escolha… ou é medo disfarçado?


Quantas vezes a ausência de alguém não é frieza, mas insegurança? Quantas vezes o silêncio não é desinteresse, mas incapacidade de se expressar? Quantas vezes o distanciamento não é falta de amor, mas medo de perdê-lo?


Talvez essa pessoa não ocupe espaços porque, no fundo, acredita que não merece ocupar.


E essa é a parte mais dolorosa.


Porque ocupar espaços não é invadir — é existir com coragem. É permitir-se ser visto, conhecido, tocado. É correr o risco de se conectar, mesmo sabendo que conexões podem falhar.


No fim das contas, a vida ganha sentido justamente nisso: no encontro. No olhar que reconhece. Na conversa que atravessa. No vínculo que, por mais breve que seja, transforma.


Tocar outra alma é uma das experiências mais bonitas que existem.


E agora, vale a pergunta — não sobre o outro, mas sobre você:


Será que, em algum nível, você também tem evitado ocupar espaços?
Será que tem se diminuído, se escondido, se poupado… por medo, por traumas, por insegurança?


Porque existir de verdade exige presença.


E talvez esteja na hora de deixar de apenas passar pela vida…
e começar, aos poucos, a fazer parte dela.

Eu necessito, eu necessito…
como quem já não distingue desejo de falta,
como quem arde por dentro
sem saber onde termina o fogo.


Necessito sentir você
não só na pele,
mas no intervalo das coisas,
no silêncio entre uma palavra e outra,
no espaço onde o mundo desacelera.


Necessito estar perto…
perto o suficiente
pra que tua respiração bagunce a minha,
pra que tua presença dissolva
o excesso que me transborda.


E, ainda assim,
no meio de toda essa fome,
há uma pausa em você
que me salva do excesso
que, contraditoriamente,
é tudo o que eu mais necessito.

No meu coração só havia dor e solidão, magoas que eu não encontrava solução. Mas agora você é a dona do meu coração. Me deu felicidade e alegria, me ajudou a reconstruir a minha vida, me mostrou o que é a vida, o que é viver, me ensinou a viver,se tornou a minha vida. -ÁG-

Sinto falta de você
Você é a pessoa que eu mais amei.
O que eu fiz de errado? Até hoje não sei,
Me deixou, disse que não me ama mais.
E falou que não vai olhar para tas.
Por quê? Aonde eu errei?
Se foi apenas por você que me apaixonei?
Se foi apenas você que eu amei?
Meu coração ainda grita por você,
eu ainda amo você
ainda sinto sua falta, falta de você
Por favor me explique o porque?
Me diz aonde eu errei?
(ÁG)

Para refletir:

Existe uma versão sua
que não precisa se esforçar tanto
para ser amada.

Ela não implora atenção,
não se explica o tempo todo,
não se abandona para caber.

Ela apenas é…
e, por isso, transborda.

Luciene Souza

Não vale a pena ser um livro aberto num mar de páginas vazias, valorize seu oceano.

Hoje eu acordei chorando.
Lágrimas de felicidade, não tristeza.
Pois num momento sem direção,
você veio por poucos segundos me acalentar.

Não te vi dormindo, pouco antes de acordar,
Mas quando percebi, na sua frente me ajoelhei e desatei.
Não soluçava, como agora, mas já chorava lagos e rios.

Tentei sua testa beijar, enquanto dormia serena, mas antes você acordou e me olhou.
Aquela cara de quem acaba de acordar, mas já ostentava seu zelo, tentando tirar da minha camiseta um pelo.

Parando para refletir, sua voz eu não me lembro de ter ouvido, mas as palavras eu entendi e as respondi com um riso baixo.
Antes que pudéssemos falar qualquer outra coisa, infelizmente virei para o lado, acordei e me afoguei.

Foram poucos segundos, não nego,
um curto infinito, aceito.
Mas nesse momento de dor,
Foi muito mais do que eu podia querer.

Por que bons líderes continuam frustrados com suas equipes?
A resposta não está em mais técnicas, mas em uma mudança profunda de percepção


A percepção da importância do Heteroconhecimento!

⁠Todos somos bons até não sermos fortes o suficiente para continuar sendo.

Liderança não é sobre você. Nunca foi.


É sobre entender o outro — profundamente.


Heteroconhecimento é o caminho!

família é sobre laços
não só sanguíneos
mas afetivos
é sobre quem você abraça
e se sente salvo
se sente em casa
e esse tipo de laço
eu garanto
não vira nó

meu bem
veja bem
o amor não dói
o que dói
é amar
o que não se tem

Às vezes a vida nos lembra, da forma mais dura, que o tempo não volta. A perda chega e deixa um silêncio que nenhuma palavra consegue preencher. É quando entendemos que cada abraço que deixamos para depois, cada “eu te amo” que ficou guardado, poderia ter feito diferença.

Valorize quem está vivo.
Ninguém sabe quando será o último suspiro.

Abrace mais.
Beije mais.
Dê carinho sem medida, sem esperar o momento perfeito.

Porque, no final, o que fica não são as pressas do dia…
são os momentos que tivemos coragem de viver com amor. 🤍✨

O que eu aprendi nos meus 40

Falou mal de mim?
Não tiro mais satisfação.

Virou a cara, se afastou?
Não tiro mais satisfação.

Me julgou sem me conhecer?
Não tiro mais satisfação.

Criou histórias sobre mim?
Não tiro mais satisfação.

Não gostou de mim?
Não tiro mais satisfação.

Aprendi que paz mental vale mais do que qualquer explicação.
Quem vive em paz não precisa provar nada para ninguém.

Deus se revela
em mãos limpas,
em um coração puro,
em quem não guarda maldade
e vive o amor.
Fora disso, é só religião criada por homens.

Não escolha só alguém que te queira. Escolha alguém que ame a Deus, porque ele vai te amar como Cristo amou a igreja: com entrega, proteção e fidelidade.

Chefe que se cerca de aplauso fácil nunca irá liderar campeões porque talento de verdade não ajoelha, acelera e ultrapassa.

E se um dia a liberdade não lhe fizer sentido, delete sua atual idéia!