Nao Machuque o meu Coracao
Meu prazer é ganhar os meus dias em calmaria; ver a vida florescer nos meus encantos, em doce viver.
Armado adequadamente ao meu trabalho de pensar, estimularei o meu raciocínio lógico à obra que me propor a fazer.
Ao entrar no meu mundo
traga somente o que for recíproco.
Qualquer outro sentimento
que foge do que sei sobre amar,
não cabe no meu coração.
Sempre remédio,
Despejar a Alma em versos,
Doses homeopáticas do meu eu,
Derramadas em papel e caneta,
Como quem segura a calda de um cometa,
Viajando em Universo intrínseco,
Transformando palavras em cores,
Se esvaziando de todas as dores,
Transbordando de si.
Festas Juninas... Logo cedo meu tio Zezinho comprava papel de seda na lojinha e fazias balões coloridos, juntando as folhas, usando como cola o grude, de grudar, que nada mais era um composto caseiro feito com o cozimento de Maisena acrescida com água que a medida que era mexida na panela no fogo, se transformava numa excelente cola e já começava a confeccioná-los logo de manhã, se eu não me engano, quatro, seis e depois punha pra secá-los no varal do quarto dele de pendurar as roupas.
Fogueiras... Faziam-se tantas... Hoje vi só uma, duas, três,
talvez sete no máximo perdidas nas imediações. Teve uma que eu achei bonito após acender o cidadão que fez a fogueira disse de si pra si, “Gloria a Deus, e a Jesus cristo, mais um ano acendendo a fogueira”, outro, da fogueira maior, essa da foto, disse que para o ano vai fazer uma maior ainda que é pra não perder a tradição. Pessoas simples, mas, de bom coração. Coisa assim, e não tinha esses fricotes de incomodar, fazer mal a vista a fumaça, era um ardor gostoso que só, todo mundo com os olhos ardendo, vermelhos. chorando mas de felicidade.
Quadrilhas, hoje totalmente diferentes das de antigamente. Hoje parece escola de samba, maior doidice. Cada um faz sua coriografeia, digo, coreografia,
como se houvesse algum Carlinhos de Jesus, um entendido nelas. Quadrilhas só de piratas, dançadas ao som de musicas bregas. Acabou as de casamento matuto, dos Alavantu (do Frances, avancar) e Anarriê (voltar), brinque! Quadrilhas internacioná!
A noite se acendiam as fogueiras. Acender fogueiras era uma coisa perigosa, era risco de vida na época, não propriamente pelo fogo, mas, tinhas umas historias que se ela não pegasse fogo, nem a pau, no próximo São João o "caba" não estava vivo! Minha nossa! Que perigo! Se chovesse então, era um terror, tinha quer acender nem que jogasse uma dinamite em cima, por vias das por vias das duvidas, é claro.
Meus tios Zezinho e Wilson soltavam os balões, coisa mais linda no céu, balões competindo com as estrelas. A mesa da terceira sala, próxima a janela do terraço, cheia de guloseimas da época, canjica, aqui é de milho mesmo, não é munguzá, feito ai no sul se diz, pamonha, bolo de milho, pé de moleque... Era só pegar na janela, enquanto soltávamos fogos, uns de nomes feios, que não dá pra dizer aqui, só sei que estouravam na terra e no céu. Festa junina quando eu era menino era bom, hoje ta acabando a tradição, essas coisas puras, autenticas, ingênuas, de então.
Fábio Murilo
Preciso de tempo
Preciso de mim
Preciso aprender.
Saber que o que tenho
É meu
Que tenho feito certo
Que nem tudo é fazer mais
Quero fazer mais
Preciso esquecer o relógio
Preciso preencher o tempo
Preciso entender
as coisas novas
as coisas antigas
A mistura delas
E a divisão
Como ser um em tudo
Preciso ver que
Não preciso de nada
Preciso ver que
Tenho tudo
entre linhas, formas e cores
eu fiz meu próprio retrato vivo
tão vivo que pulsava
fluía pelas minhas mãos
fiz o retrato do abstrato que habita meu corpo
daquilo que sucumbe
que se vê de olhos fechados
da parte líquida
frente à mim mesma
fui meu próprio acalento
a poesia transpassa o entendimento
Um dia me falaram que meu pior inimigo era o tempo...
...Respondi a essa pessoa que ela estava errada!!!!
Seu pior inimigo é sua consciência!!! Ela não falha e não te da tempo de se redimir, então ela sorriu e disse, "veremos."
Hoje lágrimas de arrependimento rolam em seu rosto.
7 naos de casamento, 3 filhos e uma família destruida, por uma atitude estúpida e momentânea.
Me faço em versos para amenizar o profundo caos desse mundo,
Meu âmago, meu eu,
A arte é fuga,
Numa realidade confusa.
QUERO COMER TUA POESIA
Tua litera fascinante
Teu talento fulgurante
Me alicia
Misturo meu riso e teu pranto
Te como a língua
E me encanto
Degluto tua melodia
Sem saber te busco tanto
E me deixo, no entanto
Ser minha antropofagia.
Aconteceu uma coisa boa comigo depois que descobri meu câncer. Todo mundo se sente encorajado quando olha pra mim e pra minha vida.
Nunca é tarde
O tempo se revelou nas tardes, o que passou e o que ficou
escorreu pelo meu rosto.
E na linha fina daquele horizonte onde o sol se punha,
alinhavei meu coração para não fugir.
O lado oculto daquele sentimento tingiu de rubro
minhas mãos, minha boca, e manchou meus pensamentos e toda circunferência de minha existência.
Estava sufocada, afogando em paixão, respingando questões
e senões.
Nas tardes vi que era tarde, delineei meu coração, atirei,
lancei no vasto para não cair no extremamente. Marquei a direção de meu afeto.
E resto ficou fora de controvérsia.
Nas tardes moram as emoções e conclusões.
Nunca vou te esquecer.
Quero amanhecer e ressuscitar, dia que tem o dom de iludir.
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
Tenho vinte e poucos anos, uma vida inteira pela frente. Vivo no meu próprio tempo e no meu próprio ritmo. Por isso não me venham com essa pressão, não me cobrem responsabilidades, não me imponham esse padrão social que todos põem-se a seguir como prisioneiros privados de saborear a existência. Deixem-me viver no meu próprio tempo e no meu próprio ritmo.
Se eu ler... eu desisto.
Lendo e relendo linhas, somente do meu pensamento.
Frases já gravadas, empobrecem o meu argumento.
Preço justo eu mesmo pago com devaneios.
Olhares descrentes nessa possível arte de caneta, papel e mão livre.
Pouco importa, sou fiel ao meu mundo da imaginação.
E encerro essa escrita fazendo uso do descarte de ideias feitas.
Alguma objeção?
Fico sempre imaginando como seria minha vida se meu quociente de inteligência emocional fosse maior que o meu QI...
Sem ânimo, sem motivação,
minha vida segue sem rumo.
O vazio preenche o espaço do meu ser.
Tudo se torna irrelevante e insignificante.
Me encontro no chão,
a procura de ar para preencher o vazio de meus pulmões.
A vontade de de desistir me assombra constantemente.
Choro baixinho, mas minha alma grita,grita por ajuda.
Ninguém é capaz de ouvi-la.
Assim sendo, desapareço em meio ao meu caos.
Meu anjo,
Menina doce, menina sorridente, menina que dança, que lê, que sonha, que pinta, que usa batom vermelho, que queima meu sangue, minha pequena grande mulher, orvalho sagrado que brota na manhã, a menina que brotou um dia em meu coração.
Seu sorriso maroto, sedutor, algo tímido e saliente, sensualidade a flor da pele. Meu fascínio.
Quem sabes algum dia deixas de ser tão seletiva e me dará a honra de sua companhia, do seu beijo de verdade. Ah, se não fosse tão arredia, estou contigo! Tenho orgulho de você, sua luta, sua fibra, foco, persistência.
Minha tentação!
Meu encanto...
Toca meu coração e suaviza minha alma.
Ah, se tudo isso me visse!!!
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