Nao Ligo pra o que Voce Pensa

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⁠Você prendeu o meu coração, quando achei que ninguém mais iria me tirar daquela escuridão que isolava o meu coração.

Samara & Sabrina

Inserida por 24hpensando

No vazio desse quarto, junto com a solidão mim embriagado com a saudade de você.

Inserida por Nillofarias

Tão sozinho nessa casa. Eu mi sinto tão vazio a esperar. Você que numca vem. eu mi fico aqui largado a solidão apernas a lembrar. Você que numcar vem

Inserida por Nillofarias

O mau que você ver nos outros, está dentro de você

Inserida por Nillofarias

⁠Viva da melhor maneira que você poder viver, pois a vida passar rápido então viva intensamente

Inserida por Nillofarias

⁠Ontem lembrei de você e mim veio boas lembranças do tempo que agente éramos felizes

Inserida por Nillofarias

Sem fim

O que você está fazendo aí parado em pé?
Para onde te levará essa fila?
Você tem certeza se ela terminará?
Sabe o que irá encontrar?
Sinto que você está bastante ansioso
Observando e esticando o pescoço
E é uma fila indiana
Parece mais uma romaria.
Suas mãos estão suadas?
Porque o seu corpo se move constantemente?
Será algo que você não poderá perder?
Existe uma hora marcada para chegar ao fim da fila?
Você está entorpecido por isso?
Tem de alcançar?
Você agora externa pela face certa raiva
Seu semblante mudou muito,
Foi pela certeza das vozes em sua mente,
Que disseram que não mais chegaria?
Agora você está agonizando na fila,
E olha para trás
Não existe mais ninguém?
A fila anda lentamente e você é o último da fila?
Não adianta se penalizar
Nada mais fará diferença,
Você se apossou da fila errada
Ela não tem fim nem começo
É uma fila em espiral, infinita.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Censor

Pergunta sobre mim
Respondo a sua pergunta
Você matuta, reflete
E diz que é mentira.

Você novamente pergunta
Eu respondo
Você especula, pensa
E diz que é mentira.

E aí vai, e pergunta, pergunta
Eu respondo e respondo
Você cisma, pondera
E não acredita.

E você volta a me perguntar
Eu reconsidero, reflexiono
Respondo filosofando
E não sou compreendida.

Você pergunta mais uma vez
Eu sinto que está a julgar
Refuto a indagação
Silencio.

E você pergunta sobre o meu silêncio
Sinto que é para auferir vantagem
Da sua mais nobre arte
Que é a de censurar.

O silêncio e a minha mais aristocrática retribuição
Assim você elucubra a mentira já posta
Em qualquer das respostas
Que irá me sentenciar.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Guerrilha da vida

Ei! menino...
Você está aí carcomido?
Está precisado de uma semideusa?
Por afugentar seus pensamentos
Necessita de um Deus para a sua semiologia?
Por que?
Desapegou o seu olhar aflito das estrelas...
Desdenhou da única possível certeza...
Amesquinhou a lógica da natureza...
Abominou o coquetel molotov que criou...
Ei! menino...
Tem de dar conta da rosa
E não esquecer dos espinhos.
O vergel é lindo mas têm daninhas
Pisoteie somente o que for preciso
Mesmo sendo no pomar do agreste
A escolha não pode ser antagônica.
A bomba cai e, muitas vezes acerta o alvo
Nenhum movimento é sempre preciso
Mas não subestime os pressupostos
Que pode ser o míssil direcionado
Ao não contestável.
Ei! menino...
Acertaram precisamente no seu coração?
E nem se importaram?
Sentiu o sangue na garganta?
E você não morreu?
Então, porque não levanta?
Sabe menino...
Não se ergue por não saber que foi atingido
A arma está em sua mão.
Não treinou o suficiente
Seu aprendizado foi apenas disfarçado
A sua escolha é ficar amotinado
Protegendo os que estão em seu patamar ideologizado.
Ei! menino...
Engole esse sangue amargo
Ajude a alguém a carregar as pesadas armas
Mostre o seu ânimo mais aguerrido
Ao menos assim, poderá não ser um alvo surpreendido.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Guerra

Quem é você, quem?
Quem lhe deu o meu endereço para me escrever?
Quem é você, quem?
Como sabe da minha vida?
Quem foi que lhe contou?
Quem é você, não lhe conheço
Nem sei porque do desfecho
Como escrita da VERDADE.
Que verdade?
Como entrei em sua vida
Se dela nunca fiz parte.
Não necessito que faça a minha defesa
Não sabe quem sou...
O que sabe de mim vem do protagonista das mazelas
Que lhe transformou em coadjuvante do chacal.
Quem é você, quem?
Quem lhe disse que eu queria saber da sua vida?
Ah! Já estou tendo premonição.
Você achou que iria se dar bem
Acreditou num Zé ninguém.
Mas, todo Zé tem uma história
Que é dessa série temporal que se tira
Decisões de vida.
Você abdicou da informação.
Nas informações assimétricas
Perde-se sempre a negociação.
E eu aqui com todas elas
Nem sequer se deu por elas
Perdendo o controle da situação.
Ah! Meu bem...
Você não sabia, que todo Zé insatisfeito
Com o coração desfeito
Tem como único desejo
Arrebentar o coração de qualquer peito...
Deveria ter falado com o outro lado
Para conhecer qual a razão.
Quem é você? Não lhe conheço
Mas, mesmo assim, vou desfazer o desfecho.
Meu bem...
Zé e eu estamos numa infindável guerra fria.
Zé depauperado começou a sua estratégia
E tudo que entra no contexto dessa guerra
É o arsenal bélico para matar o sofrimento do coração.
É vingança destemida
Para atingir o inimigo que não está a ver.
Meu bem, quem é você?
Nem o Zé sabe ao certo,
E você entrou num enredo que não conhecia,
E não é pela ignorância que a Lei isenta.
Quem é você, quem?
Zé e eu sabemos quem somos
No amor e no ódio viajamos
Estudamos as melhores estratégias
Pisoteamos qualquer jardim
Não importa quem é o dono.
E todos caem na mesma cilada
Com o Zé me protestando.
Quem é você?
Apenas uma peça do jogo
Que o Zé utilizou
Para tentar ganhar uma batalha
E o Zé se afundou.
No momento demos uma trégua
Mas é guerra infinda,
Usamos armamentos pesados
Saiam da frente civis e inocentes
Que a batalha continua.
Cultuamos a moral, costumes
Crenças e valores diferenciados
Que jamais serão análogos.
Quem é você, quem?
Quem se alistou para ir à guerra
Sem antes saber os objetivos
A que iria conjuminar.
Quem é você?
Apenas um soldado fraco
Aliado ao Zé que o colocou na frente de batalha
Não suportou
E desertou, passando para o outro lado.
Meu bem...
Na guerra somos dissimulados
Não gostamos de quem deserta
Só tiramos informações do adversário.
Suma, eliminamos sempre um péssimo soldado.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Muros da vida

Você deveria saber que para as pessoas civilizadas
E em mundos civilizados,
Existem tendências de derrubar muros.
Então como você pode imaginar-se civilizado
Possuindo a vertente contrária?
Criando um muro tão elevado
Que é impossível transpor.
E se um dia o seu muro cair?
Como você irá olhar para o outro lado?
Com a mesma estupidez, coragem insossa,
e imperícia que o fez construir?
Ou já tem na ponta da língua
As evasivas para o diálogo?
Possui tanta presunção de achar-se assim tão diplomático?
Você acredita que para a sua indulgência
Encontrará complacência?
Você deveria saber,
Que em todo ato de indiferença
Não existe a possibilidade de encontrar
Do outro lado do muro
Pessoas solícitas e afáveis.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Egoísmo

Queria você sempre aqui
Do jeito que fosse eu queria
Que você continuasse aqui.
Quanta teimosia a minha!
Não compreender a sua dor
A sua agonia,
Só queria que você continuasse aqui
Para que eu tivesse a sua companhia,
Para que eu pudesse compartilhar as minhas palavras
Mesmo que você não compreendesse mais, o que eu dizia.
Eu queria que você ficasse aqui
Só por mim, nem era por você.
Só você sabia o que sentia
E com toda a sua sabedoria
Desafogou a sua dor
Silenciou.
Deixou-me e nem explicou.
E eu egoísta que sou
Ainda choro e grito a te procurar.
Imagino você aí no paraíso
O que deve estar a pensar?
Deve ser sobre a minha insensatez
A minha pouca compreensão
Sobre tudo que você me passou,
Que a vida é assim
Um holocausto dentro do uno.
E eu egoísta que sou
Paralisei na angustia
De não compreender que o lugar onde está
É o mais aprazível
E iremos nos encontrar.

Inserida por MariadaPenhaBoina

O baú do arco-íris

Olá meu doce menino
Onde você estava enquanto eu lutava
para encher o baú do arco-íris?
Você estava no paraíso das alucinações
viajando na ponta do arco-íris

Meu doce menino
Onde você estava enquanto eu lutava
para termos um pouco do verão, céu azul
e noites estreladas?
Você só estava a espera do resultado do meu sacrifício

Meu doce menino
Assim não se pode ter o céu azul,
nem noites estreladas
nem verão
nem nada

Meu doce menino,
hoje o céu não tem arco-íris
e eu tenho o verão que quero
onde quero
conforme o meu sacrifício.

Inserida por MariadaPenhaBoina

A vergonha de ser feliz

Por que você julgou que eu fosse morrer?
Tenho a certeza que era essa a sua maior vontade
Minha verdade?
Estão nos anos que vivi quase morta
de arrependimento e sofrimento
suportando a infelicidade
pela falta do meu próprio eu
da minha autonomia e estabilidade
trocados por um ambiente hostil
Fugi para ter de volta o meu mundo
Continuei por algum tempo a sofrer
sabendo da sua insanidade
revolta, ódio e até onde iria a sua intolerância
E eu te digo, você trabalhou como rato de esgoto
mas, víboras se alimentam de ratos
Como disse o poeta Gonzaguinha
"viver é não ter a vergonha de ser feliz"
Eu sei, você não conseguiu a sua vingança
mas encontrou a bonança
sem a vergonha de ser feliz
Sabe por que o poeta disso isso
sobre a vergonha de ser feliz?
É que a felicidade está no amor que sentimos
e quando não existe amor de verdade
sabemos que a felicidade é passageira
são momentos no arrepio das ilusões
apoio para as frustrações
Sem consciência e em apuros
usa-se e abusa-se incondicionalmente
por um tempinho feliz
Mas, quando consciente
sabe da "incompletude" que tem
e aquilo que completa é incompleto também
É isso que nos causa vergonha
e para suprir a danada
grita-se aos quatro ventos
que não tem a vergonha de ser feliz
por já estar desolado
com a felicidade que tem ao lado
E digo ainda,
não vou morrer por causa da sua felicidade
pelo contrário
ela suscitou a minha independência de responsividade
libertada das suas agruras
e tenho vergonha de dizer
pela falta de carência interior
o quanto sou completamente feliz.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Ambição parasita

Você julga injustamente o sucesso de alguém que mal conhece?
Você conspira contra essa pessoa?
Você esperneia, cospe fogo e escreve desprovido de juízo?
Você se baseia sem conhecimento mais profundo
que ela, a pessoa que você difama
prescindi das horas de lazer
investe em noites e mais noites debruçada sobre livros
e mesmo assim, acorda cedo no novo dia
Sem perder a serenidade
e tendo bastante idade
persiste na sua labuta
na tentativa de livrar as pessoas da morte, como você,
dos seres inferiores que matam
parasitas.
E você, peso morto?
Imagina que a vida do outro
é vivida de aparência
Caso você tivesse feito a sua parte
não se vitimizando no emprego e se fazendo de louco
não teria perdido o seu "troco"
Tivesse dispensado o casamento só pelo contrato
acreditando na parte que lhe caberia
Tivesse aberto mão de um funeral grandioso para o seu morto
Tivesse renunciado as meretrizes e viagens
e não almejasse seu sucesso à custa dos outros
também teria tido êxito na vida
Saberia o sacrifício que é poder viver de aparência
aparência que você ambiciona
humano parasita.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Você, raparigo cobiçado dos olhares vis. Onde ponha sua coragem em tempos de aperto. Esquecestes que a vida na verdade é guerra? E que os momentos bons são apenas descansos passageiros?
Daniel de Moura Jorge: Por que fez-se mórbido à afirmação que fora sua, não deste a cara a luta por medo?
Daniel de Moura Jorge: Não sejamos nós, homens como quaisquer, sejamos nós mesmos, aqueles que aprenderam no forje na batalha o valor da luta.
Daniel de Moura Jorge: Encare seus medos, faça dessa disputa sua guerra. Não pense em quem machuca e nem como pode, talvez, se machucar.
Daniel de Moura Jorge: Isso é obra do futuro, que é obra do agora, que é obra de você.
Daniel de Moura Jorge: Rebento. Vá em frente e arrebente. Seja tu, mais que uma pipoca.
Daniel de Moura Jorge: Seja homem entre todos que lutam, seja força e não disputa.

Inserida por NHETOMIL

Outono em sol
Se eu sou uma primavera sem flor, e você é o inverno a me machucar, em qual estação de verão me cansarei desse outono?

Inserida por NHETOMIL

Quantas vezes você já viajou no futuro 20 anos e voltou style e soltando raios?

Inserida por NHETOMIL

Você, raparigo cobiçado dos olhares vis. Onde ponha sua coragem em tempos de aperto. Esquecestes que a vida na verdade é guerra? E que os momentos bons são apenas descansos passageiros?
Daniel de Moura Jorge: Por que fez-se mórbido à afirmação que fora sua, não deste a cara a luta por medo?
Daniel de Moura Jorge: Não sejamos nós, homens como quaisquer, sejamos nós mesmos, aqueles que aprenderam no forje na batalha o valor da luta.
[15:20:34] Daniel de Moura Jorge: Encare seus medos, faça dessa disputa sua guerra. Não pense em quem machuca e nem como pode, talvez, se machucar.
Daniel de Moura Jorge: Isso é obra do futuro, que é obra do agora, que é obra de você.
Daniel de Moura Jorge: Rebento. Vá em frente e arrebente. Seja tu, mais que uma pipoca.
Daniel de Moura Jorge: Seja homem entre todos que lutam, seja força e não disputa.

Inserida por NHETOMIL

Se você está passando algo nesta semana, que tem tirado seu sono e lhe provocado esta pergunta dos porquês, pense que, esse desgaste não resolverá seu problema, mas lhe trará mais tristeza do que você já tem. E à luz do texto do Rubem Alves, deixamos para seu coração a simples sabedoria de que algumas provações na nossa vida nos trazem mudanças e nos fazem mais fortes.

Que Deus abençoe a sua semana e lhe permita o consolo verdadeiro!

Inserida por NHETOMIL