Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Ame quem você é
Seu corpo é sua nave
Cuide dele, ele te leva
Para todos os lados, cuide
E não se esqueça de se mover
Não se esqueça de fazer
Acontecer!
Amanhã vai amanhecer
E depois de amanhã
Depois e depois...
Sempre temos dias
Para percorrer, não perecer
Fazer, fazer e fazer
Ame, ame e ame...
Se muitos pudessem ver o teatro oculto do nosso espírito, não ficariam a exigir que nossos atos navegassem nos mares serenso da prudência. Se pudessem, ainda, devassar as cortinas que escondem nossas inquietações mais intimas veriam que a razão da emoção é a maior verdade de todas as verdades.
Estou precisando sair de "Órbita", Vejam bem, não é subir em uma espaço-nave e sair do planeta não, estou precisando de umas férias, respirar novos ares, sair da rotina, esquecer os problemas por 1 ou 2 dias, preciso relaxar, renovar-me, e assim então voltar com mais forças para encarar os problemas com mais ânimo... Alguém por favor me tire deste planeta?
A salvação não virá numa nave, esse é o falso messias e o anti-cristo.
Existe ao todo doze tribos, doze raças e doze dinastias, sendo três não mais que uma.
O corpo não é feito todo de pé, logo as pessoas não são iguais, também não existindo o conceito de unidade.
Não precisamos de um mundo sem fronteiras entre nações, precisamos na verdade de pessoas com livre passe e que se ajudem em ações de graça.
É preciso valorizar o esforço, há pessoas que ganham um denário por folha que assina e há pessoas que pagam o denário com o dizímo.
Nunca se satisfaça com o lugar que alcançou, vá com a cara ao pó enquanto há tempo porque os menores são os maiores.
A parábola para o que têm entendimento é conselho de sabedoria, mas para o tolo não há entendimento.
O Senhor concede sabedoria e prudência aos que pedem, mas a vitória se dá pelas obras.
A ciência também afirma que os antigos viviam mais tendo menos, mas na visão da verdade os antigos tinham mais e nós menos. Lembrando que pisamos a mesma terra.
Talvez eu precisasse escrever, talvez não. A difícil façanha de descrever o nada, o tudo, o eu. Navegando neste emaranhado de palavras advindas de um lugar que não se pode ver, mas se pode sentir. Tornar o abstrato em algo concreto é uma tarefa que requer muita habilidade, diria que um pouco de maestria. A difícil arte do viver, do que é viver, de dar vida àquilo que apenas habita em seus pensamentos, em seus sentimentos. Outrora, tenho pensado sobre o que seria esse abstrato que tanto almejo tornar concreto. Não sei! Talvez não tenho uma resposta concreta para dizer. Não consigo nomear. E o fato de não conseguir nomear tal grandeza de sensações, de sentimentos, de vazios, de vácuos, de confusões... me faz uma pessoa capaz de ver a vida com os olhos que abarcam a utopia do que é viver. Mas, ainda não compreendo muito bem sobre a arte da vida, sou muito jovem ainda para ter essa tal de maturidade a ponto de compreendê-la! Talvez a maturidade nunca chegue. E se chegar, um sábio me tornarei, talvez já sou, mas não ouso arriscar em falar sobre essa sabedoria que jaz, creio que é uma responsabilidade a mais para se carregar e, eu não quero. Andei pensando, corri pensando, nadei pensando, viajei pensando, naveguei pensando... mergulhei! Mergulhei de cabeça! Fui à procura do tão utópico e sonhado abstrato; nessa parte, leia-se com expressão de estupefação, um neologismo, até! Será se viver não seria um neologismo a cada instante? A façanha caminhada à deriva no mundo do abstrato, à procura das tão temidas sensações que compõem os vácuos da vida, as lacunas impreenchíveis e, que, possivelmente, nunca serão! É preciso que o vácuo exista e se faça presente, para, só assim, você se reinventar e preenchê-lo sempre que desejar e da forma que achar plausível para sua breve existência de vivências e experiências. Nesta parte, é difícil falar do abstrato, pois o mesmo soa como algo indizível, e ressoa em você como algo intocável, pois as vivências são únicas e abstratas, ao seu modo. Aqui, cabe a mim dizer que o abstrato tem forma, tem vida, tem nome e sobrenome e, apesar de ter nome, não consigo nomeá-lo, por mais que eu queira. Será se esse nome não seria a junção de tudo aquilo que compõe o vazio? Aqui, você pode ler em tom de espanto com um misto de dúvida. Te dou a autorização para navegar no abstrato que paira em você. Continuo te autorizando a refletir sobre o quão imenso e vazio são os abstratos que te compõem. Ledo engano! Cá entre nós, da minha parte, você não precisa de autorização nenhuma. A única pessoa que, realmente, precisa te autorizar, é você mesma. Comecei escrevendo dizendo que precisava escrever. Escrevi, escrevi, escrevi... no final, ainda não consegui nomear o abstrato que habita em mim e que reflete em você. Talvez eu nunca conseguirei fazer tal descrição. Acho que a maior façanha é essa: tentar viver aquilo que não se pode prever.
Não sou emoção
Abrindo as janelas da alma...
Vejo o planeta ser diferente...
A nave do meu olhar vai seguindo...
As asas estão semiabertas..
O relógio é o compasso...
A inspiração emerge...
Sinto o vento soprar...
Direção reta...
Desafio até gravidade...
Aclives ocultos estão as espreitas...
Não posso vê-los...
Mas sei que muitos estão á minha espera...
De pneus borrachudos...
Subo sem precisar me desgastar...
Na métrica sem medidas...
A flecha foi lançada...
O alvo é invisível...
Minhas emoções ficam para trás...
Não posso viver assim...
Emoções não....
Cada metro alcançado....
Já é uma Vitória...
Dou um autografo na união estável para meu pensamento e o meu coração....
Unidos e registrados...
Meu pensamento sempre prevalece...
Multiplico as inúmeras vezes que ele se debate...
Sinto o Real sabor da vida...
Renovando a cada segundo...
O ponteiro...
Onde o tic-tac não compreende direito...
Furioso ele me diz...
Como...?
Como consegue ser assim...?
Utópica não é essa poesia...
Por eu não ser emoção...
Vivo pelo menos em paz...
Com minha própria ilusão....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Ao Olhar Para o Céu, Não Procure Por Nenhuma Nave, Cometas, Asteroides, Olhe Para o Céu Veja e Sinta o Poder De DEUS.
... Vislumbro delírios
Em uma nova aurora
Nave que tanto sonhos decolam
Na busca de algo que não se sabe agora.
"Nave Negreiros não tarda a chegar
Muitos morrem sem te encontrar".
A NAVE
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Minha mala está feita, não sei quando vou,
mas a lida está leve; sem tanto a fazer,
só me dar ao prazer de sentir essa brisa
de além-mar, além-chão, além sonhos daqui...
Já deixei de querer o que a vida requer,
desejar o que o mundo promete aos meus olhos,
quero ver a passagem da estrela cadente
que anuncia e desenha o caminho a seguir...
Deixo a mala em seu canto e desfruto das horas;
o que tenho a fazer é deixar que se faça
e tomar uma taça de bebida extra...
Minha nave projeta sinais evidentes;
minhas unhas e os dentes desgarram do chão;
não há pressa nem praça, mas estou aqui...
Chic mesmo é ser honesto e viver com o que você tem, sem cobiçar a vida do próximo e sem roubar de ninguém!
O tempo já foi verde,tao verde que se existia beleza,naturalidade, alegria por trás das cores das linhagens e por fim das conformidade. Já se foi o tempo bom,o tempo da alta astralidade da pura alegridade.
