Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
A tristeza é como um canário que há anos tem vivido no cativeiro de uma cela, seus olhos contempla o mundo e as aves de outrora, livres da prisão, seus cantos são ouvidos poderosamente pelo pássaro canário que ali há tempos mora, transpassando as grades da gaiola, sua tristeza torna-se evidente quando ele se dá conta de que seu canto foi embora.
Há quem são lobos aos olhos daqueles que os odeiam mesmo estando ao lado deles na matilha e na fome, seus olhos veem sua ferocidade aparente, seus corações palpitam ao julgá-los na condição de serem selvagens, mas na fome amiga são como eles, quando sentam em meio aos despojos deixados por eles.
Ouvi dizer que todo homem é um planeta, mas bem sei que há planetas sem vidas, sem formas, soltos, perdidos na imensidão do universo, secos e frios, quentes ou sombrios, planetas vastos e desertos, bem sei que existem homens sem forças, sem fé, sem ter a quem lhe mostre a imensidão que és.
Há quanto tempo estamos no fim dos tempos, quantos que já se foram falaram o mesmo e suas sementes cresceram diante do fim e no fim que seus olhos ainda em vida contemplaram; se acharam em caminhos e andaram, pernas firmes e passos fortes caminharam, sem medo, sem remorso, com a vista em seu caminho para que não pudessem viver a agonia do fim dos tempos a qual seus antecessores viram, viveram, temeram os acontecimentos diante de suas faces, acontecimentos esses que pessoas como ele eram a causa eminente do fim dos tempos, perdidos em passos tornaram-se andarilhos e com poeiras da estrada da vida se esconderam em meio à névoa no seu tempo.
O Senhor é o meu pastor e sei que nada há de me faltar
Quando deitado em pastos verdejantes eu sinto que ao meu lado Ele está Me guiando mansamente às águas tranquilas
Refrigerando minha alma e amando-me nas veredas da justiça
Caminhando sem direção pelo vale sombrio da morte
Descobri também que ali Ele está me livrando do temor do mal
Tua vara e Teu cajado me protegem Consolando meu coração que parecia estar em solidão
Fico então diante de uma mesa com pessoas que jamais esperava ver
Sabendo que Deus em Seu propósito preparou esse momento em meu viver
A minha cabeça com óleo ungiu transbordando meu cálice então
A bondade e a misericórdia do Senhor eternamente comigo estarão
A beleza é algo muito relativo, Depende de onde vc a procura. Há pessoas que são muito mais belas por dentro do que aparentam ser por fora...
Ame quem te ama, e ame do mesmo jeito quem te odeia, isso há de deixá-la com mais ódio de você, e haverá um ponto desse ódio se acabar!
No final sempre temos algo para contar,pois o que há no mundo? Senão o sentimento de amar.
Há luz entrando pela beirada da porta
Uma letra com uma melodia acompanhada que se importa, em ti quer repousar...
Som que se chama Amor divino, puro e genuíno.
Ele cura, liberta, transforma, traz, vida paz e alegria, em nossa aurora real.
Ele é uma possibilidade,um recomeço
Ele é um adereço em meio ao teu avesso, um retiro canal
E em meio a tua falta, não custa tentar, diga-me o que há de graça se não o Amar?
Há pessoas que, independentes de idade, pelo que são, pelo que dizem, pelo que fazem, são sempre meio-dia.
Quando olhares em torno e tudo parecer treva, escuridão, fantasma, antes de clamar contra a maldade dos tempos e dos homens examina se estás sendo a luz que deves ser.
Tem carinho especial, Senhor, com as pessoas muito lógicas, muito práticas, muito realistas, que se irritam com quem crê no cavalinho azul.
Era algumas vezes, louco, um casal que se conhecia há pouquíssimos dez dias. Ou talvez longos vinte anos. Ora umas vezes alucinados, ora apaixonados. Que de repente se licenciavam do amor, que se aposentavam do desespero, que se anulavam do total rastreamento. Talula ficava docilmente brava, enquanto Chilli bebia para se acalmar. Eles consideravam a própria vida uma historieta, um continho qualquer.
Um casal que vivia pro aqui e pro agora. Que dispensava o era uma vez por algumas ou muitas vezes. Conhecer-se era apenas uma questão de tempo. Uma questão de querer. Talula e ele desesperadamente se conheciam durante as idas ao refeitório em que Chilli bebia. Incrivelmente aquela havia sido, para eles, a primeira primavera juntos. É! Não para um casal normal. Talula e Chilli eram completamente desiguais que até a vizinhança reclamava. O casalzinho definitivamente precisava de conserto. Eles não queriam, não sentiam que precisam, mas era hora.
Chilli não queria mais atrapalhar, por esse motivo o fez as malas e foi embora. Talula ria como uma criança, agora estaria livre como um pássaro. Embora, cansado carregou as malas até o refeitório. Bebeu e bebeu. Então algum tempo se passou, coisa de cinco minutos, mas já era hora de procurar um novo amor. Talula estava em casa, reformava o quarto-forte que haviam comprado juntos. Era uma espécie de apartamento combinado com ala psiquiatra.
A parte masculina integrante daquele casal saiu de malas nas mãos, um litro, sabe lá do que, em baixo do braço e um chapéu de horas vagas. Uma roupa sócia visível, comumente dita: de boa aparência. Chilli andou por horas, dois metros, mas fez questão de parar. Parar ali, bem ali, onde pudera ver seu novo amor. Aquele integrante sabia que ela poderia completar aquela falta inesperada que o seu coração sentia. A antiga já não fazia falta. Queria conhecer aquele longo cabelo, aquela face cheia de modéstia.
A nova parte feminina do casal sorriu, um sorriso meio de canto que foi o suficiente para Chilli se atirar em busca de um abraço em outros abraços. É! Alguém havia perdido na história, ou talvez todos estivessem ganhando. A nova integrante, por incrível coincidência, ou empurrãozinho do destino, morava numa espécie de quarto-forte. Ela o apresentava a nova casa, enquanto ele se apressava em selar com um aperto de mão mais uma das algumas vezes que se conheceram, naquele mesmo refeitório, daquela mesma ala.
A vizinhança estava feliz um novo casal, naquele mesmo lugar. Um novo lugar para o mesmo casal. E a vida deles estaria ali pra sempre nesses autos e baixos de uma brincadeirinha de muitos era uma vez, completamente aprontada, com uma narração de apenas dois integrantes que, até o fim dos dias, viveram, um novo recomeço, felizes para sempre.
Há razões por sermos apegados a imaginação, talvez por nos levar a viver tudo o que quisermos. Sonhar acordado, imaginar um beijo ou mesmo um sorriso especial. Não sei, ela nos inspirar a crescer, viver, até a arriscar mais com o amor. Sonhando tudo é mais fácil o amor é verdadeiro, a alegria é mais contagiante, os beijos mais intensos e as lembranças tão reais quanto a realidade. Por isso, não há como dizer: "estou só". Em algum lugar dos seus pensamentos se esconde um mundo que criastes de forma maravilhosa, moldando tudo o que cultiva em seu coração.
Há momentos em que a gente acorda de um pesadelo...
Se arrepende, fecha os olhos e tenta voltar para ele porque a realidade parece pior.
Há uma história de vida e aprendizado na alma de cada pessoa, há uma razão pela qual cada um é como é. Pense nisso antes de criticar e condenar alguém...
[...] Preciso tanto te fazer feliz!
Quem foi que disse que pra essa história há fim...
se o seu lugar é aqui perto de mim!
