Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

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Há tempo de chorar, de sorrir, de recomeçar, de prosseguir!
Cada coisa a seu tempo!

Foi sendo bom
que descobri —


que ser bom
nem sempre é bom.


Porque há bondades
que se doam até desaparecer,
que dizem “sim” enquanto sangram,
que se calam para manter a paz
e perdem a própria voz.


Aprendi que ser bom
não é se anular,
não é aceitar o peso
que não nos cabe.


Ser bom de verdade
é ter raiz e limite,
é oferecer a mão
sem entregar a alma inteira.


Foi sendo bom demais
que entendi:


bondade sem verdade
não floresce —
apenas dói.

"Há uma paz imensa em admitir que somos iguais. O peso de "ser melhor" ou o medo de "ser pior" desaparece."

Há coisas indescritíveis e magníficas que só existem porque alguém ousou senti-las.

Há um caminho no meio do buraco,
há um buraco no meio do caminho.
Será que o caminho virou o buraco,
ou o buraco já se tornou o caminho?

Há um caminho no meio do buraco,
há um buraco no meio do caminho.
Será que o caminho virou o buraco,
ou o buraco já se tornou o caminho?


Essa cratera nada mais é que o descaminho, o retrato da nossa omissão cotidiana, que vai se normalizando. Se perpetuando.
Enquanto alguns seguem contornando, fingindo não ver.


Cuidado para
não cair no buraco.
Cuidado para não se perder.
Não é à toa que, quando o erro vira rotina, a queda deixa de assustar.
Condeúba precisa despertar,
para o começo de uma nova consciência,
ou esse abismo vai soterrar até a nossa dignidade.




Esse buraco vai acabar é engolindo a cidade.


E quando não houver mais escombro,
nem saída pra manter a evasão,
vamos entender, finalmente, que esse buraco nunca foi só no chão.

"Onde há sal, deve haver açúcar."⁠

“Há nos dias de chuva um convite à introspecção: memórias se intensificam e as fronteiras entre passado, presente e futuro tornam-se permeáveis, diluindo-as numa única torrente de emoções.” - Leonardo Azevedo.

“Entre o que foi vivido e o que virá, há um intervalo sagrado: reconhecer o que deve morrer para que algo mais verdadeiro possa nascer.” - Leonardo Azevedo.

“Nem sempre a mente precisa adaptar-se ao padrão; há situações em que a sociedade precisa aprender novas formas de aceitar e compreender suas singularidades.” - Leonardo Azevedo.

⁠“Há feitos que nascem na solidão, espinhos cravados pela ausência. Outros florescem na solitude, raízes profundas no silêncio escolhido.”

⁠“Mesmo no abismo do medo, há uma luz sutil apontando o caminho. Mude o foco do olhar.”

⁠“Há gritos que só o silêncio consegue traduzir.”

O estilo de vida que escolhemos nos levará há dois caminhos ou de vida ou de morte

"Se me perguntarem quem sou, direi: sou a prova de que sempre há vida depois do fim."








Marcilene Dumont

Há quem floresça, florei e cresça na estação certa… e há quem apenas apareça, como os cogumelos na umidade do outono, cogumelos brotam de repente… árvores levam tempo — e permanecem, porque nemtodo crescimento rápido é força… alguns são só pressa da estação.
Nessa vida há processos para chegar e permanecer ... Boas oportunidades surgem em tempos oportunos.

Vá ao seu cantinho secreto, ninguém precisa saber, lá há de ser um lugar onde só cabe você. Não revele seus planos, para que não lhe roubem a paz ,e tudo se concretize no que a te se apraz.

Outono


Há dias em que acreditamos
que nada se move,
que o cinza se instala
e o vento só traz despedidas.


Mas o outono sussurra
que a mudança não chega de repente:
ela começa em pigmentos,
em tons que ardem nos olhos —
laranjas, vermelhos, amarelos,
um fogo silencioso antes da queda.


As folhas cedem devagar,
soltam-se em coragem,
aceitam o chão
como quem aceita o próprio destino.


A árvore, nua,
não é fraqueza —
é força em repouso,
guardando em silêncio
a seiva da próxima primavera.


Assim somos nós:
precisamos perder camadas,
despir memórias,
para que o novo encontre espaço.


Resiliência não é resistência:
é confiança na passagem,
é coragem no cair,
é força no recomeçar.


O outono nos ensina:
a beleza também está
no processo da despedida.

⁠Há caminhos que parecem fechados, mas Deus abre oceanos onde ninguém vê passagem — e a fé nos ensina a atravessar.

O episódio de 8 de janeiro foi amplamente rotulado como um crime, mas há quem sustente que ele também serviu como instrumento de exemplaridade seletiva. Sob essa ótica, o processo levanta questionamentos sobre a consistência dos julgamentos, a precisão das declarações apresentadas e a solidez das provas utilizadas.
Chama atenção o fato de que nem todos os envolvidos receberam o mesmo tratamento, o que alimenta a percepção de que a punição recaiu de forma desigual. Essa assimetria, por si só, fragiliza a confiança em qualquer narrativa que se pretenda absoluta.
No pano de fundo, permanece uma realidade social persistente: a desigualdade estrutural. A população mais vulnerável continua dependente de políticas públicas para suprir necessidades básicas. Programas assistenciais, como o auxílio ao gás, evidenciam não apenas a atuação do Estado, mas também a permanência de condições que impedem a autonomia plena de grande parte dos cidadãos.