Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

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Venha, me dê a mão
eu quero te levar a
um mundo novo e bom
que vive há muito tempo
esquecido no seu coração...

A questão é saber se há pessoas honestas quando o interesse ou a paixão estão em jogo.

Veja tudo que há de belo em você,
Seu corpo, seus olhos, seu jeito de ser,
Veja como você é incrivel,
Veja tudo o que você fez , e que ainda pode fazer.
Talvez você não veja, MAS A BELEZA ESTÁ NOS OLHOS DE QUEM Á VÊ.

há momentos em nossa vida,
que o nosso maior regugio,
e esperar no silencio...
E nele que nosso coração nos diz oque é certo ou oque é errado

"Se a Igreja somos nós, há algo de muito errado com a verdadeira Igreja"

Você está no controle, há algum lugar onde você queira ir?

Fragmentos Poéticos


Há amores que vem e vão,
Sem a intenção de querer te amar
Amores que acalmam o teu coração, te entregando ilusão,
Te permitindo sonhar.


Há amores que chegam do nada,
E do nada, se submetem a se despedir
Amores que encantam tua caminhada,
Te faz se sentir amado,
E sem rumo se dispõe a fugir.


Há amores que te prometem o mundo,
Sem ao menos te dá o coração
Amores que te amam de um jeito profundo,
Entre sorrisos e olhares em meio a imensidão.


Há amores de todas as formas,
É notável aprender a identificar
Que um amor pode ser encontrado em diversas notas,
E há amores com ou sem repostas,
Cabendo a nós desvendar.

Entre silêncios e presenças


Há quem fale pouco,
mas diga tudo com um olhar.
Quem caminha na sombra
e, ainda assim, consegue iluminar.


Não precisa de cena, nem de som,
tem um jeito calmo de impactar.
Um gesto, um suspiro, um instante,
e tudo começa a mudar.


Veio devagar, feito brisa,
sem prometer, sem avisar.
E agora mora em nuances
que eu aprendi a decifrar.


Quase nunca posta,
mas quando posta, arrasa!
É como se o tempo parasse,
como se a alma se arrumasse
pra encontrar um espaço
onde só ele se encaixa.


Talvez nunca diga,
mas eu vejo.
Cada detalhe, cada corte sutil
na moldura do que não se mostra —
mas se sente.


Por Érica Riberti

Entre silêncios e presenças


Há quem fale pouco,
mas diga tudo com um olhar.
Quem caminha na sombra
e, ainda assim, consegue iluminar.


Não precisa de cena, nem de som,
tem um jeito calmo de impactar.
Um gesto, um suspiro, um instante,
e tudo começa a mudar.


Veio devagar, feito brisa,
sem prometer, sem avisar.
E agora mora em nuances
que eu aprendi a decifrar.


Quase nunca posta,
mas quando posta, arrasa!
É como se o tempo parasse,
como se a alma se arrumasse
pra encontrar um espaço
onde só ele se encaixa.


Talvez nunca diga,
mas eu vejo.
Cada detalhe, cada corte sutil
na moldura do que não se mostra —
mas se sente.


Por Érica Riberti

Há muitos que vivem buscando a felicidade a todo custo e, nessa busca incessante, perdem as pequenas felicidades que já possuem. Quando se dão conta, percebem que eram felizes e não sabiam, procuravam o que já tinham e deixaram escapar.




(IZAIAS AFONSO)

Dentro da minha mente, há uma arena silenciosa onde memórias sangram e se enfrentam, disputando o trono de pior lembrança. Nenhuma vence — e todas me vencem. Cada golpe é uma lembrança revivida, cada queda um pedaço de mim que se perde. No fim, sou apenas o espectador cansado de uma guerra que nunca termina.

Há uma oportunidade de tentar de novo, então valorize-se. Se respeite, se ame, seja livre!⁠

Ainda há pouco, assistia ao jornal da GloboNews. A pauta era a taxação dos Estados Unidos sobre produtos do Brasil. O convidado iniciou falando sobre importações e commodities — e, de fato, para que um país cresça economicamente de forma sólida, é preciso investir em tecnologia e deixar de exportar apenas matéria-prima, passando a desenvolver produtos com valor agregado.

No entanto, boa parte dos empresários do agronegócio brasileiro acredita que, se mudarem de ramo ou investirem em inovação, irão à falência. Vivem do que chamo de “bolsa rico” — investimentos estatais — para que continuem plantando e vendendo produtos in natura, evitando, inclusive, o pagamento de impostos devidos. Enquanto isso, as nações desenvolvidas nos vendem os mesmos produtos já industrializados, a preços duas ou três vezes maiores. Isso é bom? Sim, para quem nos vende. O governo brasileiro, por outro lado, perde receita com essa artimanha sustentada por interesses de grandes empresários do agro.

Infelizmente, o Poder Executivo e o Legislativo seguem sucateando a educação, e apenas uma parcela privilegiada da população tem acesso à universidade — que deveria ser uma extensão natural da educação básica, formando novos cientistas, desenvolvendo tecnologia de ponta e fortalecendo a indústria nacional.

Retomando a fala do convidado do programa: ele sugeriu que o presidente Lula deveria entrar em contato com Donald Trump para negociar a taxação. Um verdadeiro viralatismo. Espera-se que o Brasil se curve aos interesses dos Estados Unidos? Isso, para mim, é demonstrar fraqueza da soberania nacional — é como dizer que não somos capazes de criar novas relações comerciais e manter uma posição autônoma no cenário internacional.

Há suor que cansa o corpo e há suor que liberta a alma; que o seu seja sempre a marca de quem cria jardins onde muitos só veem pedras.

Aurora do Inverno

Em cada inverno, frio e fundo,
Há um broto em verde canto.
Sob o gelo, quieto o mundo,
Pulsa um coração de encanto.

Por trás do véu da noite escura,
Risos de luz se desvelam.
A aurora, doce e pura,
Com seus raios nos revelam.

Não há dor que não se acabe,
Nem noite que não termine.
A esperança é como um cravo
Fura o asfalto e nos redime.

Por mais densa que seja a sombra,
O sol nascente a desfaz.
A vida é sempre uma onda
Que retorna, leva e traz.
RPC 12/06/2025

Roberval Pedro Culpi

Se há 20 anos alguém dissesse que eu teria uma vida boa, estaria concursado e feliz com o que tenho hoje, eu diria que essa pessoa faltava com a verdade. Minha realidade era totalmente diferente.

Para alguns familiares, professores e até colegas, eu era o mais analfabeto, preguiçoso e vagabundo.

Hoje não sou o mais inteligente, nem o mais trabalhador, nem o mais enérgico no serviço. Entretanto, estou na média social — e posso afirmar que estou acima daqueles que me criticavam.

Só tenho a agradecer a todos e todas que me humilharam, que me negaram trabalho e que me expulsaram de suas casas. Tenho lembranças de uma surra que levei aos 12 anos, dada por minha mãe, com fio elétrico, por estar na casa de uma tia. Os familiares não me queriam ali e me expulsaram do local. Ela não gostou da situação e, naquele dia, me corrigiu. Sei que é errado agredir em forma de “peia”, mas aquilo abriu meus olhos para muitas coisas.

Aos 18 anos, depois de muitas desilusões familiares e de mendigar emprego, resolvi trabalhar. Com 21, iniciei minha primeira graduação — e nunca mais parei. Fui o primeiro filho a trabalhar, a ingressar em uma Universidade Pública e a ser concursado.

O “louco” para muitos, o que ninguém queria em casa e até evitava chamar de parente, hoje é convidado para muitas coisas. O mundo não gira, ele capota.

"Há três momentos muito comuns em que a maioria das pessoas volta a ser quem realmente é: na fúria, na embriaguez ou quando acredita estar longe demais para ser ouvida."

"Há momentos em que as palavras se tornam lâminas afiadas, e por isso deveriam ser usadas com cautela."

Há muitos anos, um hospital foi fechado após uma tragédia misteriosa: durante um apagão, vários pacientes desapareceram sem deixar

Outros relatam que, se você entrar no hospital depois da meia-noite, os elevadores funcionam sozinhos, abrindo as portas para andares que não existem mais.

Reza a lenda que quem ousa descer até o porão, nunca mais volta — apenas os gritos são ouvidos do lado de fora, pedindo socorro.

"Há um nível de sublimação tão profundo em um povo que, mesmo diante da verdade, eles se recusam a acreditar."
— Isaac C. P. Ribeiro