Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Enquanto ódio eo pecado prevalecia no mundo, a terra tinha dores de parto.
E deu a luz ao Cristo! que veio ao mundo interceder por nois, nós trazendo a salvação.
É Cristo vencendo o mundo em morte de cruz! Todo ódio e pecado foi consumado pelas suas obras,. E hoje podemos ser livres de todo mal, é receber nosso galardão no Reino dos céus.
Preso pelos algoritmos
Flutuando amarga teia
Mente fraca, terra fértil
A todo ódio que semeia
Vigiado na viagem
Vadiando, noite é
Dia salto na miragem
De assalto reza e fé
Figurando entre a beleza
Esqueleto arredio
Paisagem realeza
Dismorfico sombrio
Engole o choro da solidão
Com um gole de café
Violão sem diapasão
Desarranja nota ré
Mundo estranho, pousa rico
Mesmo pobre de marré
Passa adiante enquanto fico
Vai em frente marcha ré!
Terra da garoa
Neste poema que escrevi
Das coisas que vivi
Das coisas que senti
As tortas palavras
Nas linhas retas
Pautadas na minha consciência
É me redimir
Um erro que cometi
Minha timidez me impede de te levar uma flor
Minha sensatez me faz poeta
Para me esconder nestas palavras
Sei o que sei
Sei o que não sei
Sei o que sou
Sei o que fiz
Só sei
Nas últimas horas
Em você pensei
Desculpas
Arthur Silva
terra do nunca, "Vire na segunda estrela à direita e siga em frente até o amanhecer", é la que fica?, bom, nunca cheguei a pisar meus pés no solo da terra do nunca, mas eu tenho mania de Peter pan, eu tenho meus dezessete anos e estou no ultimo ano escolar, oque isso mudou?, bom eu não sei, eu ainda sou desajeitada, ainda sou aquelas pessoas que cai na grama que provavelmente vai pinicar depois, que ri ate a barriga doer, que chega dançando e sorrindo, que canta mal pra caramba, mas fica feliz de ouvir as proprias cordas vocais tentar reproduzir a musica, eu sou eu hoje, amanha e sempre, talvez eu ja esteja na terra do nunca.
A terra
É o berço da guerra
Quando homens fracos
Alimentam a sua alma de poder.
Homens fortes,grandiosos
Transformam dor em Amor
E toda a guerra em Paz!
Mulheres de Pano e Terra
Vieram de longe, cruzaram o mar,
trouxeram a cruz, o aço e a fome,
tomaram o chão, queimaram os nomes,
fizeram o sangue da terra jorrar.
Os povos caíram, as terras sangraram,
ergueram engenhos, correntes, senzalas,
o açúcar crescia, o latifúndio mandava,
e o povo do Nordeste aprendia a lutar.
Mas quando o homem partiu sem aviso,
quem ficou foi o ventre, a enxada e a dor.
Foram as mães que costuraram a vida,
fiando o tempo com linha e suor.
Lavadeiras de rio, rendeiras da sorte,
mãos que tecem, que lavram, que oram.
E enquanto o homem some na cidade,
elas seguram o sertão nos ombros.
O Nordeste é feito de suas pegadas,
de suas vozes, de suas lutas.
Se o passado arrancou-lhes a terra,
foram elas que ficaram — e criaram a vida.
A chuva acalanta a terra com suas gotas de vida, restaurando o verde das matas campinas e florestas para que toda vida viva em harmonia.
Preparou a terra semeou plantou, a semente morreu antes de nascer desmataram o amor antes de nascer no mundo crucificado.
A chuva miúda silenciosa acalanta as raízes sedentas por gostas de vida que acalma a terra sedenta, cada gota água é uma vida salva pela chuva miúda.
A tantos mistérios ocutos no planeta que perguntamos, porque que a terra continua um mistério se todos os dias precisamos dela, o segredo vão continuar até que o aprendizado seja revelado.
O número de palavras é o mesmo de habitantes que a na terra, no entanto nem todas as palavras são iguais aos habitantes na terra.
Atravessar um mundo desabitado sem questionar o vazio, tem o direto de povoar alegria a terra agradece a magia.
O amor é a fonte de água umido, aos olhos tristes rola no rosto cansado cai na terra refrescando a solidão da poeira no sertão.
A terra molhada após a chuva de verão trás alegria no campo a vida flora os pássaros contam, é novo círculo a vida nasce salva vidas.
Planta um canteiro faça um jardim rega as flores aduba a boa terra, as abelhas vão colheitar o necta da flores, os pássaros cantarão a beleza do lugar, até as lagartas serão belas borboletas.
