Nao Gosto do que Vejo
O agnóstico deixa aberta a porta para Deus, mas não permite que a esperança seja apresentada como prova.
Não acredito em tudo o que desejo, nem nego tudo o que não compreendo; entre essas duas tentações, construo minha liberdade.
Se Deus existe, minha dúvida não O diminui; se não existe, minha honestidade não precisa inventá-Lo.
Tudo ao nosso redor pode permanecer indiferente aos nossos questionamentos; isso, no entanto, não nos exime da responsabilidade de fazê-las com inteligência e muita, mas muita seriedade.
O universo pode permanecer indiferente às nossas perguntas; isso não nos dispensa da responsabilidade de fazê-las com seriedade.
O agnóstico não escolhe entre Deus e o nada; escolhe não mentir sobre aquilo que não pode demonstrar.
O mistério não é uma derrota do conhecimento; é o horizonte que impede o conhecimento de confundir lucidez com onisciência.
A dúvida não destrói o sagrado; ela apenas impede que alguém transforme sua interpretação do sagrado em instrumento contra a liberdade alheia.
Entre a certeza de que Deus existe e a certeza de que Deus não existe há um espaço intelectualmente raro: a coragem de suspender o julgamento.
Talvez nossa maior ignorância não seja desconhecer Deus, mas imaginar que já compreendemos suficientemente aquilo que chamamos de Deus.
Se a verdade for divina, ela não precisará da nossa crença para existir nem temerá nossa dúvida para permanecer verdadeira.
Não saber se Deus existe não significa saber que Deus não existe; a honestidade começa justamente onde essa diferença é preservada.
Sem fazer ideia de que
sou loucura de capturar
o ar e que de mim não
saberá mais regressar.
Plácida é a armadilha
do destino para deixar
os dois de joelhos,
virei ocupação perene:
de todos os teus desejos.
Sem notar o meu alto
grau de atenção,
sorrateiro e seduzindo
vens o tempo inteiro.
Desde o dia em que
você decidiu aparecer
no meu caminho,
Sem colocar poesia em tudo:
nada mais tem feito sentido.
Os nossos laços de afeto
comos nossos e para com
a nossa Nação não podem
ser fragilizados pela política
Estamos a poucos
dias do Ano Novo e não
houve encontro,
diálogo e reconciliação,
os presos de consciência
ali ainda são muitos
onde a humanidade
tem andado muito pouca.
Tantos têm sido os meus
poemas que tenho
ficado quase rouca sob
o manto do nosso
Hemisfério Celestial Sul
escrevendo todos os dias
Versos Latino-Americanos
ao General e à uma
Tropa sem sequer
ao menos uma vitória.
Os filhos pequenos
do Tenente Coronel
em calvário na sua
inocência pediram
que o pai seja devolvido,
coração infantis recebem
isto para si como
se fosse para eles o castigo.
Não tem sido fácil
nesta região se manter
de pé quando se tem opinião,
até em Cuba e na Nicarágua
seguem na mesma situação.
A vida não é fácil para ninguém.
É preciso estarmos vigilantes em relação ao conteúdo digital que estamos consumindo e as notícias
de uma forma geral para não sobrecarregar a nossa "represa psicológica" ao ponto de perdermos
a tolerância com pessoas que estão ao nosso redor.
