Nao Gosto do que Vejo
MEU LUSCO FUSCO
Ele,
é meu crepusculo vespertino
Minha aurora..meu amanhecer
Meu lusco fusco
que me provoca..
Provoca, o meu dia
o e meu entardecer..
Embaça tudo,
Ele, não me deixa ver
Ele escurece minha visão,
Ele atrapalha minha direção
Ele faz minhas pernas tremer
Ele embaralha meu anoitecer
Ele é o meu crepúsculo
Ele parece um vulto,
Aparece de repente..
um fantasma que adoro.
Ele é meu sol ao entardecer..!
+sonia solange da silveira Ssolsevilha
Como uma folha que se desprende
Da árvore e cai lentamente
no derradeiro dia do outono.
Deixa-me ir pela correnteza do rio..
Deixa-me seguir meu destino.
Enquanto posso para que
Nasça um robusto broto
e floresça uma penca de flores.
Que se transforme em sementes
E que estas sementes enfim germinem.
Enquanto estiver presente nesse mundo..
A primavera chegará florescendo.
E no lugar nasça uma floresta
Onde um dia eu existi.
...
Como una hoja que cae
Árbol y cae lentamente
el último día de otoño.
Déjame ir por la corriente del río ..
Permítanme sigo mi destino.
Mientras yo pueda para
Nacido un capullo robusta
florecer y un ramo de flores.
Se convierte en semillas
Y estas semillas germinan.
Aunque presente en este mundo ..
Primavera llegará floreciente.
Y el lugar nace un bosque
Donde un día yo existía...!
..
Eu tenho na vida
o silêncio de tuas palavras,
tão quietas, tão distantes...
E tenho as mãos atadas...bem fortes
para que não se trasformem em asas...
..
Sonia Solange da Silveira ssolsevilha Poetisa do Cerrado
Diga-me uma história de amor..
no final do outono,
Quando em folha cor de ouro cai
E reflete no lago na lua cheia,
Quando o céu sombrio, com cinza claro,
Muda anunciando a tempestade.
Mudanças...
Sem eira e nem beira
ora chove, ora faz sol
loucuras do outono partindo e a primavera
chegando.
Conte-me sobre a forma da noite escura
Na solidão do apartamento sombrio e
estranho
Ironia ouço uma canção de amor
que parece anunciar uma profecia ...
É o hora da partida..
Diga-me uma história de separação,
A amargura da harmonia perdida.
Como se já sentindo saudades no adeus
O Sufoco, agonia ...
Diga-me uma história de amor no frio do inverno,
E irá amaldiçoar a distância,
A Ancia da chegada.
O telefone um dia considerado santo,
Hoje é amaldiçoado como louco e insano
que só tocava...hoje está mudo.
Na verdade fui eu quem o silenciou.
Diga-me uma história de amor...me diga!
Um conto do amor perdido ...
Onde ela está agora, em que lugar?
Acho que tudo foi um sonho
e que também passou..
Como a primavera na chegada do verão..!
+sonia solange da silveira Ssolsevilha
Conte-me sobre a forma da noite escura
Na solidão do apartamento sombrio e
estranho
Ironia ouço uma canção de amor
que parece anunciar uma profecia ...
É o hora da partida..
Diga-me uma história de separação,
A amargura da harmonia perdida.
Como se já sentindo saudades no adeus
O Sufoco, agonia ...
..
Diga-me uma história de amor no frio do inverno,
E irá amaldiçoar a distância,
A Ancia da chegada.
O telefone um dia considerado santo,
Hoje é amaldiçoado como louco e insano
que só tocava...hoje está mudo.
Na verdade fui eu quem o silenciou.
Diga-me uma história de amor...me diga!
Um conto do amor perdido ...
..
Porque será..
Que algumas pessoas são como as nuvens..
que quando desaparecem fazem seu dia ser melhor!!
Mais brilhantes!
..
Só mais uma vez,
Só mais um pouco,
Deixa-me te olhar
Sem piscar
Até que teus olhos me olhem..
Eu quero derreter esse gelo..
É porque me fascinas..
És esse encanto que acende a fogueira
da minha paixão
a chama ardende que dá fogo..
És o calor que me aquece!!
..
PERDOE
Perdoe muito,
O perdão afugenta o medo,
Resgata a nossa fé.
nos dá coragem, nos torna fortes,
Nos dá garra e força para lutar e vencer.
..
I went back to feel an overwhelming desire to live ..
When I found out the meaning of my life ..
Was what I wanted to give you ...
..
O medo, que assusta,quando queremos falar e o silêncio se faz presente e, em segredo se mortifica, destrói o sonho, paralisa a vida.(marilina baccarat de almeida leão)
Lembro vagamente..
que está guardado em
algum lugar do passado
que eu julguei,
condenei,
quase matei..
( Mas impossível ).
Ele ainda vive rondando a memória.
Faz parte da minha história.
De que lado eu coloquei,
Não sei,
porque hoje...
não quero lembrar.
Mas é preciso, resgatar!!
Qual o cofre
Que segredo
Eu escondi,
Pra ninguém saber..!
..
Onde estão?
vou para arrombar
matar de vez a dor.
Quero me “descobrir”,
tirar a roupa suja,
Me banhar
Chorar, gritar no banheiro
Para ninguém me ver...
“me trocar”!
..
Para onde foram os meus sonhos.
Foram, amassados
Enrrugados
Amarelados,
empoeirados
pelo tempo..!!
Trancados a sete chaves,
Não sei onde guardei!
Uma coisa aprendi..
A consciência faz com que nos
“descubramos”,
Nos acusemos
E nos declara culpados
Por falta de testemunhas!
..
