Nao Gosto do que Vejo

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A felicidade não começa quando aquele momento especial ou a vitória de uma luta chega, mas quando você tem Fé que eles irão chegar.

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A infelicidade é o resultado do cansaço e da fadiga da busca da felicidade.
A felicidade não está em lugar algum, mas dentro daquele que compreendeu que ser feliz não é resultado de lugares e momentos ou de uma pessoa, mas da forma como se enfrenta e vê os obstáculos e as adversidades da vida. (Romanos 8:28).

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Uma casa antes de mais nada precisa ser um lar, se não será apenas mais um luga estressante e deprimente onde não se sente o minimo prazer de estar.
Uma casa pode ser contruida com material de construção e decoração, mas um lar, só com amor, paciência e respeito.

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Me veja como sou, e não como vc que me vê.
Ver alguém como realmente é é difícil quando há preconceito religioso, quando ser perfeito é o ideal ou acreditar que se relacionar individualmente ou coletivamente não é um processo e que tudo começa pronto sem o trabalhar árduo de todos os dias para a construção da amizade e comunhão.

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Uma família não precisa concordar com tudo entre eles para ser uma família, não precisam ser perfeitos para serem um família.
Só precisam se amar, porque amando seremos unidos mesmo quando discordarmos, seremos amaveis e pacientes um com outro mesmo sendo todos cheios de imperfeições.

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Não julgue o seu valor pelo os outros, a relatividade lhe confundirá, não julgue seu valor por você mesmo, a deformidade da alma pelo "si mesmo" que deve ser negado em Cristo pode tornar-lo narcisista e auto suficiente fazendo-o negar a existência de Deus e a necessidade do sacrifício de Jesus ou lhe alto vitimizar fazendo perceber-se indigno do alcance da graça salvífica do O Cristo.

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Amar alguém só é possível se você ama-la do jeito que ela é, e não do jeito que você quer ou imagina que seja pra você.

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Obedecer o evangelho é negar a graça que é para ser vivida e não obedecida. Obedecer o evangelho é fazer. Mas nascer do Evangelho é viver, ou seja, fazer por ser.

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Obedecer o evangelho é negar a graça que é para ser vivida e não obedecida -, obedecer o evangelho é fazer, mas nascer do Evangelho é viver, ou seja, fazer por ser.

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Não fique triste por ter lhe faltado alguns recursos e você não ter conseguido fazer o seu melhor, porque o melhor você colocou, o seu coração - Deus sabe disso e quem te ama também.

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Não se preocupe tanto com a pregação do Evangelho; antes, seja um fruto dele.

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Amar não é dar flores com bilhetes, fazer elogios ou tratar bem... Isso é ser carinhoso. Amar é ser paciente e compreensivo quando ela(e) errar.

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Se viver o Evangelho não for para além das sensações tudo não passará de ilusão e o cristo que pensa ser da Bíblia é só um cristo psicológico, fruto de sentimentos advindo da moral, traumas, emoções... e não O verdadeiro Cristo da Bíblia.

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⁠Se a definição de bem e mal não vier do reconhecimento e aceitação do Deus da Bíblia como única fonte, o que resta é a moralidade racional e flexível a todo tipo de concupiscências e vaidade, algo danoso ao próprio homem.

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⁠Não é sobre a sua presença, mas sobre conexão; por isso a solidão com você ao meu lado.

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⁠Amar não tem um porquê, mas ter sentimentos sim, pois está atrelado a um desejo, admiração ou ater interesse.

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⁠O problema do tempo não é o limite que ele impõe, mas a forma com que tratamos o que temos antes que ele o leve ou mude; e isso pode nos fazer chorar ou nos pacificar.

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⁠Pagar o mal com mal só mostra que você é igual e não melhor que seu agressor.

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Que a sua própria chave não estava com ele, a isso ainda menino habituou-se a saber, e dava piscadelas que, ao franzirem o nariz, deslocavam os óculos. E que a chave não estava com ninguém, isso ele foi aos poucos adivinhando sem nenhuma desilusão, sua tranquila miopia exigindo lentes cada vez mais fortes.
Por estranho que parecesse, foi exatamente por intermédio desse estado de permanente incerteza e por intermédio da prematura aceitação de que a chave não está com ninguém – foi através disso tudo que ele foi crescendo normalmente, e vivendo em serena curiosidade.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto Miopia progressiva.

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Sua coragem é a de, não se conhecendo, no entanto prosseguir. É fatal não se conhecer, e não se conhecer exige coragem.

Vai entrando. A água salgada é de um frio que lhe arrepia em ritual as pernas. Mas uma alegria fatal – alegria é uma fatalidade – já a tomou, embora nem lhe ocorra sorrir. Pelo contrário, está muito séria. O cheiro é de uma maresia tonteante que a desperta de seus mais adormecidos sonos seculares. E agora ela está alerta, mesmo sem pensar, como um caçador está alerta sem pensar. A mulher é agora uma compacta e uma leve e uma aguda – e abre caminho na gelidez que, líquida, se põe a ela, e no entanto a deixa entrar, como no amor em que a oposição pode ser um pedido. (...)

Mergulha de novo, de novo bebe mais água, agora sem sofreguidão pois não precisa mais. Ela é a amante que sabe que terá tudo de novo. O sol se abre mais e arrepia-a ao secá-la, ela mergulha de novo: está cada vez menos sôfrega e menos aguda. Agora sabe o que quer. Quer ficar de pé parada no mar. Assim fica, pois. Como contra os costados de um navio, a água bate, volta, bate. A mulher não recebe transmissões. Não precisa de comunicação.

Depois caminha dentro da água de volta à praia. Não está caminhando sobre as águas – ah nunca faria isso depois que há milênios já andaram sobre as águas – mas ninguém lhe tira isso: caminhar dentro das águas. As vezes o mar lhe opõe resistência puxando-a com força para trás, mas então a proa da mulher avança um pouco mais dura e áspera.

Clarice Lispector
Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Nota: Trechos do conto As águas do mundo.

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