Nao Gosto do que Vejo
No branco banco
Desbanco tua anca
Com minha pança
Você não se manca
Fecha a carranca
E me atravanca
Momento tenso
Mas me convenço
E de bom senso
Eu lanço um lenço
No duro assento
Você se senta
Eu noventa
Aquele sorriso que eu via,
Não entendia, que era pra mim!
Agora é meu o dia todo, todo dia
E a minha alegria, já não tem fim!
Siga sempre o coração, seja para seguir por um caminho, seja para voltar por ele. Felicidade não combina com covardia nem com orgulho.
Há três tipos de mentira: as vis, voltadas para o mal; as necessárias, para não ofender; e as puras, de tanto se querer bem. E se as puras fizerem o mal? Bom mas as verdades não fazem também?
Não sei dançar,
Nem tão pouco você.
Cheia de medos,
Pisei nos teus dedos.
Impaciente comigo,
Me pôs de castigo!
Mas noutra dança
Somos par perfeito
Não mate a esperança
Dance comigo até o fim, amor
Canção de Amor-Vida
Não te peço perdão por te amar!
Se te amo, é porque te amo e pronto.
É um privilégio ser amado.
Não esquecerei nossos momentos,
Mas que sombra? Eu vivo na luz do sol!
A palidez não me cai bem neném.
Cadê a doçura? Tem doçura e amargura.
Mas sossego, não tem não.
Sou mulher furacão.
Amiga e inimiga.
Faço bem e o mal também.
Isso é a vida!
O paraíso com certeza não é aqui.
Mas aqui é boooooom!
A canção é nossa sim!
Vou ouvir e chorar muitas vezes.
Mas vou rir depois. Rir porque vivemos.
Não foi bom? Sim sofremos.
Mas isso, confessa, deixa tudo ainda melhor.
Sem dor não se valoriza o prazer.
E não se faz poesia.
Te deixo aqui as promessas,
Cumpridas e quebradas.
As lágrimas de saudade
De dor e de paixão.
Te deixo a recordação.
Mas o coração é meu!
E levo inteiro!
Sem fatalidade!
A nossa canção é assim.
Guarujá, 19/06/2011
Inspirada na poesia do Grande Vinícius de Moraes - Ternura
Ah o amor...
Que tanto constrói
Que liberta a alma,
Que não pede perdão,
Mas que tira a calma
E tanto dói!
Milagre ou maldição?
Pura ilusão!
Mas se sente o calor
Quer mesmo saber?
Melhor morrer de amor,
Do quem sem ele viver.
Aprendi a viver cada dia como se fosse o último. Mas não vou ser na vida de nenhum homem, mulher de uma só noite.
Ana Lívia Lava-boca
A roupa, ela não lava;
O lixo, ela não leva;
Ordem, ela não louva;
Granfina, usa luva!
Todo dia, ela quer love!
Ainda morro, Ana Lívia!
Então eu bebo e fico leve!
Outro beijo, mais um suspiro
Não resisto, já deliro
Em tua cama, me atiro
E com os demônios conspiro.
Nem penso, mal respiro,
Eu giro, viro e transpiro,
Mil e um pudores, eu firo
É assim que em teus braços, eu piro
Me sorve, me suga doce vampiro!
(Eu giro)
