Nao Gosto do que Vejo
SE É QUE ME ENTENDE
Minha cara dei a tapas, desde que nasci...
Não porque sou melhor, Mas é porque sou mulher.
Pensando bem, não foi minha cara que coloquei a tapas,
e sim “meu sexo”.
Queira você, sim ou não, quando eu passar,
vai ter que “abrir alas”. Eu não preciso de horas ou tempo
para (re)construir minha história, as minhas horas
são as que eu passo lutando na “selva desumana”.
Também não preciso escrever um poema, cantar uma música, me fazer de “pequena” para ser acolhida, a própria vida
me acolheu, a própria lida diz quem sou eu.
Não preciso ser só “Cinderela”.
Tenho fogo nos olhos, e na alma um vulcão...
que ora adormece, mas não é sempre não.
Também não preciso contar historinhas
das “Mil e uma noites” para não morrer.
A minha história se consagrou no jardim do Éden,
quando disseram que eu sou Eva e transgredi,
mas também progredi, e não adianta se lamentar.
Não estou aqui para questionar, mas Adão foi
um “maria-vai-com as outras”. Se é que você me entende!
Minha cara a tapas eu dei desde que eu nasci.
Não porque sou melhor e sim, porque sou mulher.
Mas é preciso explicar: Não foi minha cara que coloquei
a tapas, e sim “meu sexo”.
Não porque sou melhor, mas porque sou mulher!
Se é que você me entende...
Mas talvez ninguém nunca entenda!
Estamos passando por um período de grande turbulência social. Onde muitos estão perdidos e não sabem que caminho seguir. Porém, é um momento perfeito para descobrir a nossa verdadeira essência.
Ao centro de Portugal
Estás no teu canto plantado.
Como tu não há igual
Ribatejo amado.
Forcados, toureiros e campinos
Te prestam grande ovação.
Exaltem-se os hinos!
Cantemos com emoção!
Santarém, tua capital,
Leva ao colo rio inquieto,
Envia-me um postal,
Para conhecer esse teu neto.
Oh meu querido ribatejo,
Das lezirias a bulir,
Leva-me a ver o tejo
E à leve brisa sentir.
Reliquia velhinha és,
Estimação tens de ter,
Tudo se rende a teus pés
Porque como tu querem ser!
Neste teu recanto
Aqui eu estou.
Escrito todo este meu canto
Dedicar-te-o eu vou!
Ribatejo à beira Tejo - Guilherme Pereira (13.12.2019)
Deus não nos presenteia com coisas, isso quem faz são as pessoas; Deus nos presenteia colocando pessoas em nossas vidas.
Você não me afeta, és merecedor do meu afeto...Afetividade não é posse, é a liberdade e o prazer de sentir calor em dia de inverno.
Vida minha, até onde posso aguentar ?
Mais ardente sentimento não conheço.
Deixo aqui a minha voz eternizada nesse pobre verso sem requintes de autor renomado que, por outro lado não faz de mim menos apaixonado, pelo contrário se achares por aí jogado esse pobre verso leia com carinho para que de modo mesmo que seja qualquer modo tenha algum valor.
Perdido 61
Sóbrio ou não
Letras vagueiam em uma mente sem está presente, em um ser embriagado no desejo de versos, sem sentido ou sem o porquê de letras a se misturar, em uma ansiedade de um ser sem letras sóbrias a viajar em uma embriagues sem sentir está ... (rsm) 14/12/2019
Uma alma verdadeiramente livre não é aquela que vai para onde o vento sopra, e sim aquela decide ficar mesmo que não tenha motivos.
A minha cabeça eu não entendo
É uma confusão vai vendo
A maior parte do dia
Vivo no mundo da fantasia
Criando ilusões para me sentir bem
Pensando no que sempre quis
Alguém que me fasa feliz
Terça feira, 26 de Novembro de 2019.
Cigarros queimados, garrafas vazias
Ainda não satisfaço a sede da minha alma.
Carecendo de vida, pareço não mais sentir a brisa de um dia lindo.
Eventuais alegrias, sistemática melancolia
O que real me aparenta existir, nada mais do que sobreviver.
Último beijo me leva ao pranto, enquanto saboreio uma última dose de saudade.
Um desejo fantasiado, um objetivo deveras dificultado... Erguer-me ao desafio, desistência decorrente aos fracassos passados.
