Nao Gosto do que Vejo
E quanto mais eu caminho
Mais eu vejo que há caminhos
E que esses caminhos, nem sempre são os caminhos
Que um dia o primeiro passo da caminhada me levou a buscar
E se penso nos caminhos que trilhei, me lembro das flores que encontrei
E das pedras que juntei
Elas, as pedras foram as bases das coisas que conquistei
As flores no caminho, aliviaram a caminhada e algumas eu cultivei
E quando acredito que já conheço os caminhos
Mais eu vejo que há caminhos por onde ainda não trilhei
Quando vejo com o coração
vem aos olhos nítidos sentimentos.
Eu vejo o que sinto e
sinto o que não vejo.
O que os olhos vêem,
o coração mente.
Eu vejo cores nos tons de cinza, a serenidade no caos, brilho em um olhar vago, a inquietude nas mãos estáticas, eu encontro amor na alma incompreendida que defende a raiva.
Sinto o que está protegido, guardado, escondido, vejo o que ninguém mais vê, acredito naquilo que não posso saber…
Um reflexo do que não há ser, uma imagem que mil palavras não podem descrever razões que o mundo não consegue compreender.
A imagem é igual aos olhos de todos que a vê, mas toda a história que se esconde por traz do sorriso enigmático, é o que faz a incrível arte da observação transformar em contemplação o belo, traduzindo no corpo a alma do que não se vê.
O que ninguém mais vê, sem moldura, sem limitações, apenas existe, e há de ser.
vejo que nada é ilusao
e vejo que nada termina em confusao
como agente pode ser feliz
como agente pode ser amar
já vi certas coisas que nao fez bem au meu coraçao
, e nada termina em confusao
como agente pode se entender tao bem assim
, o certo numca fica errado
áh esperança de ver voce sorrir
quando me esforço pra te fazer feliz
O meu amor por voce nao tem comparaçao
nem tamanho sem divisao
meus pensamentos são apenas pra voce
quando estou triste é voce que me reanima
só com seu jeito de olhar , já me fascinou
desde a primeira vez que ti vi passar por ali
, o certo numca fica errado
O meu amor por voce nao tem comparaçao
nem tamanho sem divisao
meus pensamentos são apenas pra voce
áh vida é tao bela com voce aqui do meu lado
parecia um sonho mais se tornou em realidade
Parece piada mas sempre quando te vejo minutos antes sinto que sim...E um a sintonia estranha e confusa mas sinto você parece que tem algo que me liga aos seus passos eu imagino você e quando menos espero você esta la,bem na minha frente...
Alguém pode me explicar o que isso?!por que e tão confuso por que e tão divertido.
Nossa...ver-lo e muito bom...
É mágico....
A incerteza que me toma certos momentos são apagadas quando pelo seu olhar vejo o mundo. Quando parece que desvendo a sua alma, e é nesse momento que eu percebo que posso confiar em você! Me vêm uma tranqüilidade e uma certeza confortadora, q é maravilhosa! O que me assombra é o medo de te perder, ou ser forçada a agir contra a minha vontade. Tento me manter forte para não demonstrar tão bruscamente o q sinto e os meus medos!
Foguete
Pouse em meu terreno
Ele é tão pequeno
Mas é pra você
Clareza, vejo a vida toda
Passar como uma flecha
Sem alvo pra bater
Aurora boreal
Um jogo de estrelas
Idéia genial
Teve o seu planeta
Ao pousar no meu céu
Hora tão sozinho
Velho sonhador
Céu entardecido
Sem o seu amor
Prédio de milhões de andares
Que atalho tomo pra teu coração
Navegando nos seus mares
Encontrei as notas da minha canção
Você é o outro eu
Sem o qual não sei quem sou
Eu era viajante sem destino
Ainda bem que você me achou
AQUELE BEIJO...
AQUELE BEIJO DESPERTOU O MEU DESEJO E TODA
VEZ QUE EU TE VEJO DÁ VONTADE DE BEIJAR.
AQUELE DIA FOI UM DIA DE ALEGRIA, SE EU
PUDESSE REPETIA NAQUELE MESMO LUGAR.
AQUELE BEIJO FOI QUEIMANDO, EMPOLGANDO, O
MEU AR FOI ACABANDO MAS NÃO QUERIA PARAR.
AQUELE BEIJO FOI TÃO DOCE QUANTO MEL, ME
LEVOU ATÉ O CÉU E EU NÃO PARO DE SONHAR.
Hoje eu me recordei de algumas cenas que eu vejo todos os dias, cenas que sempre entristecem meu coração, porém uma hoje em exceção me deixo muito comovida e me chamou muito a atenção, voltando pra casa, dentro do meu carro, com ar condicionado, confortável, ouvindo música, parei no sinal. Um menino moreno, baixinho, de porte pequeno e bem magro pediu para que meu pai abaixasse o vidro, nos deu boa tarde com um sorriso enorme no rosto, ergueu sua caixinha de balas, perguntou ao meu pai se ele queria comprar, meu pai disse não, o menino disse obrigada e novamente nos deu boa tarde e saiu com o mesmo sorriso enorme no rosto.
Fui para casa pensando, algo na figura daquele menino me deixou inquieta, o sorriso enorme, aqueles olhos grandes e brilhosos olhando pra mim, a doçura quando falou comigo e com meu pai. A vida é dura com ele, sem dúvida alguma, um menino que deveria ter entre 5 a 7 anos de idade, as 7 horas da noite, em um sinal, vendendo balas, sabe-se lá se tem pai ou mãe, sem a oportunidade de usufruir de uma escola, de educação, sem a chance de entrar em contato com luxos e confortos que infelizmente só o dinheiro pode dar, sem com certeza ter uma cama bem fofa e acolhedora nos dias frios, sem poder receber devida estrutura familiar, sem ter tantas coisas, ah, quantas coisas lhe faltam...
Enfureço-me e por questões de segundo me sinto triste, a injustiça é grande, alguns tem tanto, outros não tem absolutamente nada, os dias passam para todos sempre com 24 horas, quer queiramos ou não, algumas passam eles chorando, sorrindo, sem sentido, outros estressados, alguns não conhecem a alegria, outros não conhecem o sofrimento.
Eu não posso felizmente ou infelizmente, fazer uma faxina no mundo e acabar com todas as coisas ruins, mas sei que posso semear o bem e a justiça por cada lugar que eu passar, sei que posso acrescentar e alegrar a vida de todos aqueles que em minha vida passarem, sei que posso encher o ambiente em que eu estiver com toda a minha energia positiva.
O SOM DO TEU SORRISO
VEJO TUA FOTO,
FICO IMAGINANDO COISAS,
COMO PODE ?
MEUS OUVIDOS DESEJAM...
O SOM ,
O SOM DOS TEUS SORRISOS...
carlos galdino
Quando as luzes se apagam só vejo você na escuridão,você é meu raio reluzente é meu climax de inspiração.
Quando vejo
A brisa batendo nas árvores
E com delicadeza
Tocando as folhas
Lembro do dia
Em que meu pensamento
Foi junto dela
Bisbilhotar você
E querer
Beijar-lhe a face, delicadamente
E as estrelas mostram um brilho intenso
E meus olhos lagrimejaram sob sua imagem
Fiel e ilustre imagem
Arrastarei com o tempo
Mas desde que ele pare
Só pra eu poder olhar-te
Mais um instante
Ah, delírio seria para o meu pulsante
Saborear seus risos
Penso em você
Mesmo quando não tenho a intenção
Mesmo quando não penso
Você me acompanha
Até quando durmo
Quando sigo preocupada
Em meu caminho solitário
Você me faz companhia
Digo te amo
Mesmo quando não tenho a intenção
Mas um instante
Em que meu pensamento
Desloca-se para seu ser, para
Beijar-lhe a face, delicadamente
E meus olhos lagrimejaram sob sua imagem
Lembro do dia
Em que meus olhos correram sobre sua face
Ah, delírio para o meu pulsante
Você me acompanhou desde aquele feliz momento
Mesmo quando não tinha a intenção
Fiel e ilustre imagem
Do meu amor mais verdadeiro.
Os Três Mal-Amados
Olho Teresa, vejo-a sentada aqui a meu lado. A poucos centímetros da mim. A poucos centímetros, muitos quilômetros. Por que essa impressão de que precisaria de quilômetros para medir a distância, o afastamento em que a vejo nesse momento?
Olho Teresa como se olhasse o retrato de uma antepassada que tivesse vivido em outro século. Ou como se olhasse um vulto em outro continente, através de um telescópio. Vejo-a como se cobrisse a poeira tenuíssima ou o ar quase azul que envolvem as pessoas afastadas de nós muitos anos e léguas.
Posso dizer dessa moça a meu lado que é a mesma Teresa que durante todo o dia de hoje, por efeito do gás do sonho, senti pegada a mim?
Esta é a mesma Teresa que na noite passada conheci em toda intimidade? Posso dizer que a vi, falhei-le, posso dizer que a tive em toda intimidade? Que intimidade existe maior que a do sonho? A desse sonho que ainda trago em mim como um objeto que me pesasse no bolso?
Ainda me parece sentir o mar do sonho que inundou meu quarto. Ainda sinto a onda chegando à minha cama. Ainda me volta o espanto de despertar entre móveis e paredes que eu não compreendia pudessem estar enxutos. E sem nenhum sinal dessa água que o sol secou mas de cujo contacto ainda me sinto friorento e meio úmido (penso agora que seria mais justo, do mar do sonho, dizer que o sol o afugentou, porque os sonhos são como as aves, não apenas porque crescem e vivem no ar)
Teresa aqui está, ao alcance de minha mão, de minha conversa. Por que, entretanto, me sinto sem direitos fora daquele mar? Ignorante dos gestos, das palavras?
O sonho volta, me envolve novamente. A onda torna a bater em minha cadeira, ameaça chegar até a mesa. Penso que, no meio de toda essa gente de terra, gente que parece ter criado raízes, como um lavrador ou uma colina, sou o único a escutar esse mar. Talvez Teresa...
Talvez Teresa... sim, quem me dirá que esse oceano não nos é comum?
Posso esperar que esse oceano nos seja comum? Um sonho é uma criação minha, nascida de meu tempo adormecido, ou existe nele uma participação de fora, de todo o universo, de uma geografia, sua história, sua poesia?
O arbusto ou a pedra aparecida em qualquer sonho pode ficar indiferente à vida de que está participando? Pode ignorar o mundo que está ajudando a povoar? É possível que sintam essa participação, esses fantasmas, essa Teresa, por exemplo, agora distraída e distante? Há algum sinal que faça compreender termos sido, juntos, peixes de um mesmo mar?
Donde me veio a idéia de que Teresa talvez participe de um universo privado, fechado em minha lembrança, desse mundo que através de minha fraqueza eu me compreendi ser o único onde será possível cumprir os atos mais simples, como por exemplo caminhar, beber um copo de água, escrever meu nome, nada, nem mesmo Teresa.
Forte, como eu sempre fui
Pouco sensível, como eu nunca fui
Vejo você respirar
Pela última vez mando,
Uma canção para o seu coração.
Eu olho em seus olhos e lá eu vejo o Que felicidade significa realmente, O amor de que nós compartilhamos que faz o doce da vida assim Juntos sempre juntos ...
