Nao Gosto do que Vejo

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De cima da ponte

De cima da ponte vejo as águas correrem
De cima da ponte vejo as horas passarem
De cima da ponte vejo o sol se por
De cima da ponte vejo a lua chegar
De cima da ponte vejo o horizonte
De cima da ponte não vejo você chegar.

Em, 28/08/2017

Deixarei que minhas lágrimas lavem meus olhos, que sabe assim, vejo o horizonte de outra forma.


21/10/2017
S. Salla

Quando estou observando a natureza vejo a perfeição Divina do Criador do Universo.⁠

Enquanto as mulheres sofrem com o autoritarismo dos homens, eu me vejo com medo de ser amado por alguma delas.


Sim.⁠

⁠Já sofri para tanta coisa, chorei por tanta gente e hoje me vejo sozinha! 💔😭

Quando olho para um espelho, vejo completamente meu reflexo, que traz satisfação pelo que reflete ou a decadência do que enxergo.

Quando olho para um espelho, vejo completamente seu reflexo com grande orgulho do que reflete ou com a decadência a que chegou.

Meu coração,
Aceleração
Quando te vejo.
Aumenta o desejo,
Sinto o amor,
Me entrego ao teu inteiro dispor.
Abraço o sentimento,
Dançamos com o vento,
De mãos dadas,
Almas enamoradas.

Eu te vejo,


Através da tela, seu
riso aberto e tímido,
sua voz suave e
esplêndida.


Vem...


Sente o aroma da praia
no ar ,
suas algas requintadas ,
o amigo que eu amo, admiro.


Seus olhos claros
exalam sua preciosidade,
em essências suas.


Hoje, perto e longe
através da tela, eu te vejo,
como um dia me senti. sua.


hoje, nossa preciosa amizade!

Estou pensando em ti
Vejo teus lindos olhos a procura dos meus
Lindo encontro de olhares....
Bagunçaste o meu coração
Tu és o meu sonho
Perfeito.
Sinto você
És como uma brisa suave
Tocando meus cabelos com suas mãos delicadas
Tu és o meu sonho
Não quero acordar
Porque nesse momento sinto você
Quero amar
💕
_____Rosa Angel🌹

Eu vejo um rosto de menina por trás da sua pintura de mulher.

⁠Janela
Da janela eu vejo um raio de sol, que penetra suavemente através da cortina e encobre meu quarto de luz!
Da janela, quando aberta, eu escuto o barulho dos pássaros…
Da janela, eu vejo a vida correndo lá fora.
Da janela, eu sinto a brisa beijar o meu rosto!
Eu me levanto, preparo meu café e da janela, eu rezo para que alguém venha sussurrar em meu ouvido, dizendo que ama.
Da janela, eu avisto os meus sonhos
Da janela, eu sinto a vida que é bela!

O que vejo agora corta o silêncio como uma verdade que ninguém queria encarar

Porque te vejo como uma cordilheira triste, a contemplar o que há no fim da ribanceira.

Está na hora de definir o nosso futuro — se é que ainda temos um.
Vejo-o amordaçado, acorrentado, impossibilitado;
caído, lastimável, lamentando, clamando, implorando...
Mas ninguém o ouve, ninguém responde.
O passado jaz esquecido, morto;
o presente, triste, carrega o peso da indiferença.
Quem aborrece está caído,
quem agrada perdeu o respeito —
é fantoche da própria imoralidade.
E aquele que ainda sente,
que conserva razão e paixão,
afunda no lago dos arrependimentos,
em lágrimas sofridas, silenciosas,
clamando por um grito de misericórdia.

Vejo rugas no olhar,
feliz, mas vestindo dor,
que soluça em silêncio,
chorando vergonha,
chicotada pelo medo feroz.
Vejo carícias roubadas,
em corpos marcados, contaminados,
sorriso largo, mas falso,
encostado no abismo sem defesa,
sem um muro, sem proteção.
Vejo o caos convivendo
no mesmo cálice com a saudade,
uma saudade esquecida,
que se perde na ausência da esperança.
A verdade arde,
e mesmo assim, resiste —
um amor cru,
feito de chagas e bravura,
sem medo de seus próprios fantasmas.

Na varanda do quintal
Igual a tantos ontens
Hoje escondo um olho à luz do Sol
E vejo um pouco mais aquém
E penso por um segundo
Que nunca olhei tão profundo
Enxergo em olhar marimbondo
Levando pra sob o telhado
A alguma coisa que Deus lhe deu
E concluo aqui comigo
Se esse voar fosse meu
Eu voava até o fim do mundo
Chegando o final do dia
Dizia pro meu amor
Por favor, se ainda não me esqueceu
Se eu fosse você, não esquecia.
Abelha a fazer mel na telha
Desde que sumiste
A chama da vela
Bailando tão triste
Madrugada que ainda clareia
Na areia das horas
Caminho de volta
Não há nada que eu faça
Ou que possa fazer
O monstro da Santa Agonia
É fumaça de vela a também ir embora
Aquilo a que tanto eu queria
Vou querer por mais outro dia.

Edson Ricardo Paiva.

Queria saber como ter um espírito
de Natal, se só vejo tragédia na
matéria de jornal.

(...) hoje o que mais vejo são homens ao todo custo querendo serem exaltados por Deus e por homens. Mas, esquecem de se humilhar, reconhecerem que o único e digo é o SENHOR. Exaltem apenas ao Criador!

⁠Vejo só você correr e te digo nem sempre quem corre muito chega ao final da corrida. Lembre -se da história da lebre apressada e da tartaruga lenta, porém esperta.