Nao Gosto do que Vejo
Acredito numa conspiração universal ao meu favor e na tua também, pois todas as vezes que me vejo caído, algo inexplicável ocorre positivamente do nada.
Sobre o solo da minha pátria amada rogo a todos a mesma paz do qual desfruto e que todo o mal presente, nada mais é, do que má intenção de pessoas desorientadas do verdadeiro caminho.
Tenha fé e coragem para fazer tua parte como cidadão e homem de bem.
Quando eu perco, erro, falho eu analiso e vejo onde errei e o que poderia ter feito. Aprendo com meus erros... E logo penso com muita fé: Na próxima vez, irei fazer melhor!!!
Saudades daquele Tempo
Deitado no quarto olho por sobre a janela e vejo o céu cinza da chuva que acabara de cair. Então começo a lembrar da minha infância, da minha antiga casa, onde eu e meus irmãos fomos criados com todo esmero e carinho de nossos pais.
Lembro-me daquele grande quintal onde brincávamos o dia inteiro com nossos primos, amigos e vizinhos. Terra abençoada era aquela. Tudo que era plantado vingava, e tudo com um sabor a mais. Tangerina, laranja, cacau, açaí... Ah o açaí!!! Como era doce. Chego até a sentir o gosto em minha boca neste exato momento em que escrevo. Lembro como se fosse ontem meu pai me chamando daquele jeitinho dele: Leaaanndroooo... Me chamava para apanhar um cacho de açaí parou que acabara de ver naquela árvore perto da cerca do vizinho (a mesma que eu pulava quando fazia alguma travessura), mas não tirávamos o seu vinho, e sim ruíamos com farinha como originais caboclinhos.
Tínhamos duas árvores de manga: uma dita “comum” e a outra “bacuri”. A primeira ficava logo na entrada do quintal, a segunda nos fundos, perto das pupunheiras. Ambas com frutos de sabores inigualáveis.
E aquelas pupunheiras... Altas, mas não nos impedia de colher seus frutos. Parece que estou vendo meu irmão catando ripas para amarra-las umas as outras e fazendo um gancho de ferro para alcançar os cachos.
Nossa casa não era muito grande, mas o suficiente para acolher todos nós. Adorava ouvir o barulho da chuva caindo no telhado, o som do vento batendo nas folhas das árvores,
Um dia um grande escritor disse as seguintes palavras: “Não importa que a tenham demolido, a gente continua morando na velha casa em que nasceu”. De veras creio nisso, continuo morando sim, mas eu meu coração, em meus pensamentos.
Não vou dizer que sinto falta, porque hoje sou feliz com tudo que tenho, mas sim que sinto eterna saudade daquele tempo, daquela casinha de madeira na Rua Lauro Sodré, onde passei mais da metade da minha vida, onde meus pais deram duro e não mediram esforços para nos criar, onde eu e meus irmãos aprendemos o verdadeiro valor que tem uma família.
São tantos momentos bons. Coisas simples que não damos importância no momento em que a vivemos, mas depois de tempos percebemos o quão foram importantes em nossas vidas. É como se flores se abrissem aos nossos olhos... E isso se chama Felicidade!!
(Leandro Maciel, Moju, 2014)
RESUMO DE MIM
Agora aqui calada,
Só ouço o canto dos pássaros,
Só vejo o clarão do dia,
Que toma conta de todo o espaço,
Não sei bem onde me encontro,
Não sei o que faço aqui,
Só quero uma saída,
Ir para onde eu cresci,
Crescer, viver e aprender,
Foi o que sempre escutei,
Mas nunca ninguém me disse,
Que na vida também existe o ‘sofrer’,
Estou madura agora,
Mas que diferença isso faz,
Se não me vejo viver bem,
Estando longe dos meus pais,
Casada, separada, solteira,
Minha vida se resumiu assim,
Apesar de pouca coisa,
Já pensei em por um fim,
Que Deus me perdoe por tudo,
Por erros, enganos e defeitos,
Única coisa que me sossega,
É que não existe ninguém perfeito,
Porem agora eu sigo,
Sem saber onde quero chegar,
Mas tendo uma certeza,
Que tenho um longo caminho a trilhar.
Vivo em um mundo diferente, em um mundo onde tudo que penso e o que vejo é colorido , saiu do meu mundo e faltou todas as tintas.
Uma vez vi os animais confinados para ser nossa alimentação. Achei triste! Hoje vejo o ser humano confinado para a ambição financeira.
Vejo dor nas suas palavras
Vejo solidão e angustia
Vejo desilusão e tristeza
Eu diria que é dor demais
Para uma garota tão jovem.
Uma das piores hipocrisias para mim é aquela da fé. Eu vejo gente ir à missa, rezar, comungar e falar em nome de Jesus. Jesus, aquele cara diferenciado e firme, que pregou ações de bondade e ética "seguidas" por tantos, sabe? Pois é, usam o nome dele e agem cinicamente com preconceito e maldade. A torto e a direito.
Eu vejo a graça de Deus como um navio bem grande, que nos leva de forma rápida e segura para os planos de Deus. E tudo que temos que fazer é permanecer dentro dele.
Vejo pessoas rindo,
achando graça dos meus tropeços,
mas o que importa mesmo
é este riso solto,
um sorriso cheio de vida,
a vida que ainda vive
neste olhar pela janela,
desta vida de corre-corre.
do meu poema - Tropeços
A dor de você levar uma vida solitária na adolescência é horrível. Vejo as pessoas saindo, com grupos de amigos, namorados, e eu... em casa sem vontade para nada.
Analisando minha vida bem, eu vejo que tudo culmina para que eu realmente me conforme que a solidão é a melhor saída. Amigos de infância não tenho nenhum. Os que construí no fundamental, não tenho mais nenhum. Meus primos e família cada um foi para lados diferentes. Amigos do ensino médio... aos poucos estão indo também. Amores... todos foram embora.
Enquanto uns pedem nas orações a noite: proteção, saúde, sucesso. Eu peço para que Deus me leve logo desse mundo. Talvez eu precise de algo novo para achar graça. Já que não tenho mais prazer em viver nada. Nada me alegra, nem a vontade e esperança existem mais aqui dentro.
ouço seu andar pelos morros dos meus olhos
nem sei se aqui é Minas
mas vejo pontas de minhas raízes ressequidas nessas páginas
conheço esse caminho de pedrinhas miúdas, reviradas...
florzinhas acanhadas, pisadas, maltratadas.
- aqui há sol! muito sol!
sua voz de nascimentos sopra-me versos
feinha vou milagrando em letras nas rachaduras
da dureza da vida
frágil, relutante, bravia...
integrando na lição terna
curvo em seu ouvido
-semear, vigiar, colher...
Ah, Aninha, ainda faço doces com suas receitas.
Quando penso que estou parando olho e vejo,que o amanhã é na certeza melhor, brotando o que possa acontecer, vivendo um novo dia que brilha na alma, que chora !
Vejo o meu caminho chegando ao fim,
vejo muitos tramando contra mim,
vejo olhares de maldade buscando o meu fim,
vejo a realidade num caminho de maldade
buscando o meu fim.
Quando te vejo meu coração fica saltitando feito pipocas estourando na panela, minhas pernas bambeiam como se eu fosse demolir, mais meu sorriso, esse brilha como o sol.
De vez em quando percebo traços humanos nos animais (carinho, amizade, proteção) , mas TODO dia vejo o lado animal nos homens.
Vejo Deus no verde das árvores, no sopro do mar, no canto dos pássaros e no doce aroma das flores. Agradeço a Ele por ter posto o amor no meu coração e no calor do teu abraço. Adoro quando a vida sorri pra mim.
Chega um momento que eu vejo design em tudo que me rodeia, pois diante de mim, tudo tem forma e função. É daí que eu reflito que o design pode ser tudo e nada ao mesmo tempo. Então, não consigo entender o design com uma simples busca da forma e função, e sim, a busca de criar sensações e experiências únicas através de projetos ou processos baseados numa metodologia definida ou no próprio acaso.
