Não Existe uma Pessoa Certa
Onde não existe equilíbrio e a noção e o reconhecimento dos pontos negativos daquilo que se acredita, existe fanatismo claro.
Se existiu algo para possibilitar a nossa existência, então existe algo para possibilitar a nossa continuidade.
Nos terrenos macios e nos pedregosos, nos planos e nos íngremes, existe um plano específico para cada um, uma prova justa no peso, no tempo e no.amor à criação.
Não existe controle real sobre aquilo que nos cerca, mas total naquilo que fazemos sobre, como reagimos, entendendo que só uma opção existe.
O tolo tenta controlar os fatos, o sábio a sí.
Mesmo estando num túnel escuro, úmido e desconfortável, lá longe existe um ponto de luz inquestionável, sempre presente, e sabemos que prosseguindo vamos encontrar a saída.
FÉ RACIOCINADA
A coisa mais estranha e profunda que existe é ser acusado daquilo que não fez por quem você ama, mas isso não pode nos transtornar pois não encontra eco na realidade.
Se as pessoas entendessem e vivenciassem o bem estar que existe em poder ajudar, leis e presídios seriam desnecessários.
A Alma Gêmea Existe! Visualize ela na Matriz Divina e o Divino trabalhará para que no Tempo Certo ela seja um raio de sol em tua vida, que se faça presente em nossos dias, curando nosso ser. ✨💜☀️
Faço das circunstâncias um combustível para que eu cresça em resiliência. Não existe sofrimento, mas aprendizado. Enquanto houver raízes, vou brotar e evoluir.
Nunca reduza seu conhecimento em relação a humanidade,pois no mundo existe várias e várias maneiras de sobreviver.
Quando algo dá errado, um dos nossos primeiros questionamentos é em relação a fé, se Deus existe ou os porquês da vida. Mas não devemos esquecer que em nossas orações, rezas, preces.. pedimos para Deus nos livrar de todo o mal. E é isso que esta sendo feito, pelos meios Dele, mas está. Mesmo que a gente não concorde ou esteja neste momento sofrendo, não podemos perder nossa fé, nosso equilíbrio. Como a minha pessoa diz: “De mais longe já viemos!”
Todo terreno para florecer, precisa ser cuidado, adubado, regado. E tenham certeza, nosso jardineiro não esqueceu da gente.
A amizade verdadeira é uma extensão de nosso espírito em outro corpo, onde existe uma reserva de força, energia e otimismo que nunca se esgotam.
Penso as vezes,
as vezes de ficar triste
Que se eu fosse alegria,
se é que alegria existe
Eu andaria nos guetos,
secando os olhos tristes
Que vivem ensaiando o samba,
desfilando fantasias
Tentando enganar a vida
mostrando tons e matizes
Formas brilhos e adornos
num carro de alegoria
escondendo todo o medo
cantando seus sambas enredos
inventando o carnaval
POÉTICA
Disperso meu olhar em ouro turvo
Desperto aturdido e atônito
Ainda existo, ainda existe o mundo
Das coisas vãs e supérfluas, antônimo
Quem se dedica a tal amor profundo
Nuvens magentas salpicam o horizonte;
O outono dourado dos faustos mitos
Desfolham sem alardes as florestas
A calmaria duma brisa no infinito
Sussurra a estação dourando em festa
A relva tem a idade dos delírios
Pluma leve pros tombos do passado
Momentos lacônicos de paixão suavizados
Pela insanidade de um lírico visionário
AUGUSTO E EU
Entre mim e augusto existe o tempo e a imensidão; outonos dourados que derramaram pétalas e desfolharam árvores avolumando a relva que adubaram o solo e esconderam os vestígios dos que perambularam, dos que caçaram, dos que fugiram, ou simplesmente se perderam ao acaso... em busca de um senso, de um espírito, de algo surreal que dê sentido à isso; e o que me faz pensar que eu sou augusto? Ah, eu não sei, algo, uma presunção megalomaníaca, fantasmas, os demônios que escarravam os seus poemas, os vermes... eu não sei... augusto e e, caminhamos... um pântano sinistro galhos e raízes como esqueletos dos que perecem num purgatório que habita na nossa própria essência. Alta madrugada e eu esfacelado na minha sensibilidade diante das agruras que sangram a alma de qualquer ser com fôlego e tato, diante desse cotidiano maldito; Augusto gargalha algum poema com farpas, entrementes onde estive esse tempo? este plasma indócil vagou pelos desertos da África; colhi fome, miséria e inanição; a Etiópia cingiu minh'alma e tingiu minha pele. O deserto habita o meu silencio e povoa o meu coração. augusto me olha deste abismo inexplicável de abstrações que serve de pilar à poesia; caminhamos juntos entre a lógica e o absurdo, tudo que explica perfeitamente o que não somos de uma forma coerente a se fazer dissolver o que é real nesse universo de moléculas, átomos e estrelas; mas eu tenho os meus sonhos, sonhos como chuvas, como rigorosos invernos e nessa realidade árida, só me resta chover...
nada é puramente poesia
entre uma rima e uma estrofe
existe a despedida, a dor, o tempo
o sentimento, o ressentir e a morte
