Nao Existe o Belo e o Feio

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A morte fala-nos com uma voz profunda para não dizer nada.

Em Março de 79

Farto de todos aqueles que com palavras fazem palavras mas onde não há uma linguagem;
Dirigi-me para a ilha coberta de neve.
A veação não conhece palavras.
As páginas em branco dispersam-se em todas as direcções.
Eu dei com vestígios de cascos de corça na neve.
Linguagem, mas nenhuma palavra.

Não sou obrigado a jurar sobre as palavras de nenhum mestre.

Não há quem apresse mais os outros do que os preguiçosos depois de haverem satisfeito a sua preguiça, a fim de parecerem diligentes.

Disseram que dei vexame bebendo champagne no sapato de Sophia Lorem. Não é verdade. Derramei quase metade porque ela se recusava a tirar o maldito pé do sapato.

Não há nada pior do que o dinheiro / na sociedade humana.

A vida, por fim, não passa de um hábito que se tem de perder, depois de todos os outros.

A ocasião não faz apenas o ladrão, mas também grandes homens.

Não seja o teu pesar pelo que fizeste senão o propósito de tua futura melhora; todo outro arrependimento não é senão morte.

O dinheiro não traz a felicidade daquele que não o possui.

Há dois graus no orgulho: um, em que nos aprovamos a nós próprios, o outro, em que não podemos aceitar-nos. Este provavelmente o mais requintado.

Com a sua intuição a juventude sabe que o mundo está cheio de forças; mas não chega a entender qual o papel que a fraqueza, nas suas diversas formas, desempenha no mundo.

O valor que não tem por fundamento a prudência chama-se temeridade, e as façanhas dos temerários devem atribuir-se mais à sorte do que à coragem.

Deseja tudo, espera pouco, não peças nada.

O mundo é o repertório das nossas possibilidades vitais. Não é, pois, algo à parte e alheio à nossa vida, mas é a sua autêntica periferia.

Um homem que tem de ser convencido a agir, antes de agir, não é um homem de ação.

O penoso fardo de não ter nada para fazer.

Nicolas Boileau
BOILEAU, N., Epístolas

O grande escritor não precisa ser nem muito inteligente nem muito culto. A inteligência e a cultura são contudo indispensáveis nos escritores menores.

A juventude deve ser domada com a razão, não com a força.

A prudência não passa de uma qualidade: não devemos transformá-la em virtude.