Nao Existe o Belo e o Feio
Olhe no espelho e tenha certeza que não existe nada a ser mudado. Por fora, dá para dar aquela melhorada, é verdade, mas tudo que existe de mais bonito já te faz parte, na alma. E como deixar tudo ainda melhor? Sendo feliz! Deixando de lado os medos, abandonando suas expectativas e colocando o futuro exatamente onde ele deve estar. Que nada te consuma a ponto de roubar. Que seu coração seja respeitado e que tudo venha para completar! Que o que existe, exista e que não tenhamos medo de que acabe porque, se for para ser, será. E que não existam frustrações porque o importante é desfrutar do que de melhor te é disponível e aproveitar. Que posamos ser gratos em nossos merecimentos e não subestimar Deus porque ainda que não entendamos, ele não costuma falhar.
Não existe ninguém que tenha a vida perfeita, e sim saber viver a vida. Reconhecer as perdas e os desafios.
Comentários que não mudam a vida de ninguém é tão sem importância e inútil, mesmo assim ainda existem pessoas que se iludem com isso. É o mesmo que acreditar no saco do Papai Noel, e no ovo do Coelhinho da Páscoa.
“Ver para crer” ou seria “crer para ver”? Podemos "ver" o que não existe assim como não conseguirmos "ver" algo mesmo vendo.
“Ver para crer” ou seria “crer para ver”? Podemos ver o que não existe como não acreditarmos ver algo mesmo vendo. Faz-se necessário uma certa dose de crença interna para que os olhos de nossa mente enxerguem.
O que parece loucura aos olhos de uns, é a real normalidade de alguns. Não existe o ser "normal" neste mundo tão insano. Viver já é a própria loucura. Aqui, vivo a estranha loucura de ser eu, se assim não for não conseguiria existir nesta vida de ilusão.
Aquele cara frio, calculista, que não estava nem aí, não existe mais
Quem diria! Logo ele, que não se apegava, não queria um relacionamento, sempre com o pensamento racional... hoje em dia tantos sentimentos, saudades de falar com ela, angústia por não conversar, realmente o amor o pegou. Pena que não é recíproco, talvez realmente ela o fizesse mudar.
No amor não importa o tempo, porque não existe envelhecimento quando dois corações batem no mesmo compasso
A mentira tem perna curta e a verdade pernalonga, só que sem raiz, a cenoura não existe e a verdade também não.
A vida é algo valioso e para se viver bem um sussurro de vento não é suficiente. Existe uma intensidade expressa na vida que transborda a alma cada vez que recomeçamos, que renascemos.
Então lá no sertão é assim
Eu nasci lá no sertão.
Onde a lua faz clarão.
La não existe a maldade.
Somente a felicidade.
Do meu sertão querido.
Me lembro com saudade.
Do violeiro que toca.
Com muita simplicidade.
Das noites de cantorias.
Da minha viola caipira..
Lá no meu sertão..
A lua o céu ilumina.
E as pequenas estrelas.
São lindas bailarinas.
Hoje aqui na cidade
A poluição que domina
O céu todo escurece
A saudade me domina
O que posso dizer
Sou um sujeito caipira
No sertão eu nasci
No sertão vou morrer..
José Menino Domingues
J. M. D
MAIRINQUE, 22 DE MARÇO DE 2018
Não existe certo ou errado! existe legal e ilegal, existe feliz ou triste, rico ou pobre, vivo ou morto, mas não existe certo ou errado as coisas acontecem só isso, é uma porcaria depois da outra.
O tempo não existe, ele não passa com as horas na forma que pensamos, ele não é algo que teve início, meio e fim, ele não tem vida, não tem matéria, é imaginário e o imaginário não existe, a não ser de uma forma ilusória em cada ser de uma forma diferente, o verde que é belo para mim pode não ser para você, na verdade o que chamamos de tempo nada mais é que período, cada coisa tem seu período de existência, mas eles são individuais, mas temos o costume de somar todos os períodos e chama-los de tempo, mas é errado fazer isso.
O que chamamos de tempo é algo estático, não veio e nem vai para lugar nenhum, ele não existe nem no presente, o presente é apenas o presente, sem relatividade alguma.
As coisas é que tem vida, tem matéria, elas sim tem um início, um meio e um fim, nasce, vive e morre, tudo é assim, portanto elas é que tem uma passagem, mas cada um tem o seu período de existência, tanto que as pessoas, como tudo, nascem e vivem, mas não morrem ao mesmo período, umas vivem mais e outras menos, isso deve ser chamado período e não de tempo, para cada grão de areia na praia existe um período diferente, não existindo portanto um periodozão que engloba tudo e que se possa chamar de tempo, porque ele existe apenas na vida de cada ser.
Se o que chamamos de tempo não é matéria, não teremos como viajar por ele, mas poderemos viajar pela vida das matérias, mesmo que elas ja tenham sucumbido a milhares ou talvez milhões de anos, rebuscando essa matéria onde quer que ela esteja.
Eu não tenho a chave que abre essa porta e muito menos sei donde ela encontra-se, mas sei seguramente que ela existe e é apenas assim, acreditando dessa maneira que poderemos resolver muitas coisas, inclusive viajar para outros mundos ja existidos, pois eles ja existiram, o que não será possível fazer ao contrário, ao futuro, pois ele ainda não existiu, ele nos é proibido, mas daquilo que ja existiu, poderemos conhecer sim, apesar de não termos existido la, mas somos o elo de uma corrente e como elo, fazemos parte de um todo e o mesmo elo que está no final da corrente, pode tambem atuar no meio ou no início dela, basta descobrirmos o segredo dessa mudança.
O futuro é aberto apenas ao imaginário, já o que passou, por ser matéria em descanso, é acessível.
Isso que chamamos de tempo não tem nada a ver com dimensões, as dimensões também não correm com a mesma ordem de tempo, em nossa dimensão somos o qu e somos, mas nas paralelas pode-se estar vivendo ainda na era medieval ou nos tempos das cavernas, já em outra dimensão podem estar, nesse momento, existindo a milhares de anos a nossa frente, em um futuro que poderá existir sim, dessa forma, mas não na nossa forma.
As dimensões poderiam explicar muita coisa na história, incluindo o grande conhecimento tecnológico de antigas gerações de nossa época.
Dimensões são corredores, um ao lado do outro, uns estão atrasados e outros mais avançados e pode-se, em determinados momentos, encontrar passagens de um corredor para outro, sendo essas passagens as mesmas portas da viagem ao que conhecemos como tempo.
