Nao Existe mal que Dure pra Sempre
Só existe uma saída para se curar às misérias do mundo; a regeneração do coração humano.
Arminianismo Brasil
Tudo o que pode ser pensado existe. Todas essas músicas, pinturas, esculturas, desenhos, histórias, foram criadas por pessoas nas quais a sensibilidade permitiu que visitassem outros mundos, que, agora, existem.
Intuir
Para se fazer qualquer coisa existem dois caminhos: existe um método, que é analisar os elementos da nossa ação, assimilá-los e depois aplicar ao conjunto, chegando ao que se espera do ensinamento. A outra maneira não segue ordem nenhuma: se quer chegar ao final logo de início por se fazer o que é complexo sem nenhuma preparação. A primeira forma é o aprendizado, a segunda é a criação.
Combatente
A Maya quer me enganar. Por que permite que eu saiba que ela existe? Será mais um dos seus truques? Somos pequenos bonecos diante das ilusões. Para mim a realidade foi construir ilusões. Por isso eu me importo com o pote cheio de canetas e presto atenção em cada taco do parquê. Entre os objetos existe algo. Não é o ar. Existe uma ligação que faz com que brilhem na luz amarela. Eu posso tocá-los com os olhos, posso cheirar uma história. A medida em que eu vou escrevendo os meus órgãos internos se agitam, as vozes agridem os meus ouvidos, a sede repuxa os meus nervos. Alguém que morreu há algum tempo teima em aparecer. Sou eu que estou morto porque vivo de lembranças. E enquanto eu estou aqui teimo em perceber o mundo profundamente, dum jeito que cansa, me faz um soldado, do batalhão da mente, do exército dos insatisfeitos.
“A Versão de Mim Que Mora nos Olhos de Quem Me Ama”
Existe uma versão de nós que talvez nunca consigamos conhecer completamente.
Ela não mora no espelho.
Não aparece quando nos examinamos em silêncio.
Não se revela nas noites em que contamos nossos erros, nossas perdas e tudo aquilo que ainda não conseguimos ser.
Essa versão mora nos olhos de quem nos ama.
É curioso: passamos a vida inteira dentro de nós mesmos e, ainda assim, talvez sejamos as pessoas menos imparciais para dizer quem somos.
Conhecemos demais as nossas fraquezas.
Sabemos onde escondemos nossos medos, lembramos das palavras que gostaríamos de retirar, das oportunidades que desperdiçamos, das promessas que fizemos a nós mesmos e não cumprimos.
Carregamos os bastidores da própria existência.
Os outros, porém, muitas vezes enxergam o palco.
Enquanto eu me lembro das vezes em que quase desisti, alguém se lembra de que continuei.
Enquanto eu me condeno por ter sentido medo, alguém me considera corajoso justamente porque me viu caminhar apesar dele.
Enquanto eu penso que fiz tão pouco, talvez exista alguém guardando na memória uma palavra minha que chegou exatamente quando precisava.
E talvez seja essa uma das maiores ironias da existência:
somos capazes de transformar a vida de alguém sem perceber que fizemos isso.
Há pessoas que carregam uma versão nossa muito mais bonita do que aquela que carregamos dentro de nós.
Não porque estejam cegas.
O amor verdadeiro não é cegueira.
Talvez seja justamente o contrário.
Amar alguém é enxergar suas imperfeições e, ainda assim, não reduzir essa pessoa a elas.
Nós fazemos isso conosco o tempo inteiro: pegamos um erro e transformamos em identidade.
“Eu fracassei” lentamente se transforma em “eu sou um fracasso”.
“Eu tive medo” transforma-se em “eu sou covarde”.
“Eu não consegui” transforma-se em “eu não sou capaz”.
É assim que a consciência, quando ferida, falsifica nossa própria biografia.
Esquecemos todas as páginas e ficamos relendo justamente aquela em que caímos.
Mas quem nos ama talvez esteja lendo o livro inteiro.
Lembra-se das vezes em que fomos generosos quando ninguém estava olhando.
Das vezes em que permanecemos quando seria mais fácil partir.
Das pequenas bondades que nós mesmos esquecemos.
Das batalhas que vencemos sem comemorar.
Dos dias em que achávamos que estávamos apenas sobrevivendo, mas alguém, olhando de fora, enxergava coragem.
Talvez por isso existam momentos em que precisamos cometer um pequeno ato de humildade:
emprestar os olhos de alguém.
Quando nossa visão estiver turva, quando a tristeza diminuir aquilo que somos, quando a culpa exagerar aquilo que fizemos, talvez seja necessário perguntar silenciosamente:
Como me enxergaria alguém que verdadeiramente me ama?
Não para alimentar o ego.
Não para fugir das nossas responsabilidades.
Mas para recuperar a proporção das coisas.
Porque humildade não significa pensar menos de si.
Significa também não se condenar injustamente.
Às vezes acreditamos que conhecer a nós mesmos significa conhecer nossas sombras.
Mas conhecer-se verdadeiramente é ter coragem de reconhecer também a própria luz.
E essa talvez seja a parte mais difícil.
Aceitamos facilmente quando alguém aponta nossos defeitos, mas desconfiamos quando alguém reconhece nossa beleza.
Talvez porque exista dentro de nós um juiz muito antigo, acostumado a recolher provas contra nós mesmos.
Por isso, quando alguém disser:
“Você é mais forte do que imagina.”
Talvez não seja necessário responder imediatamente:
“Você não me conhece.”
Talvez conheça.
Talvez conheça uma parte sua que você perdeu de vista.
Talvez tenha testemunhado sua coragem justamente nos momentos em que você acreditava estar apenas tentando sobreviver.
Talvez tenha encontrado generosidade em gestos que para você pareciam pequenos.
Talvez enxergue possibilidades onde você só consegue enxergar limites.
Existe uma versão de você vivendo na memória das pessoas que você tocou.
Uma versão feita das palavras que ficaram depois que você foi embora, dos abraços que chegaram na hora certa, das conversas que impediram alguém de desistir, das risadas que tornaram determinado dia suportável.
Você talvez nunca conheça completamente essa pessoa.
Mas ela existe.
E haverá dias em que o espelho não será suficiente.
Dias em que a nossa própria consciência estará coberta pela neblina das decepções, do cansaço ou das culpas.
Nesses dias, talvez não seja fraqueza pedir emprestado o olhar daqueles que nos amam.
Às vezes precisamos enxergar a nós mesmos através de outros olhos até que os nossos voltem a reconhecer quem somos.
Porque talvez exista uma verdade muito simples escondida nisso tudo:
há pessoas que acreditam em nós não porque desconhecem nossas fraquezas, mas porque conheceram algo em nós que nossas fraquezas jamais conseguiram destruir.
E, algumas vezes, acreditar no amor de alguém também significa acreditar que aquilo que essa pessoa enxerga em nós pode ser verdade.
Confissões de uma Caneta- Versão original
Existe uma verdade que carrego dentro de mim há muito tempo.
Eu não me considero o autor das palavras mais bonitas que escrevo.
Sempre que termino uma poesia, uma crônica ou uma reflexão,
sinto que aquelas palavras não nasceram apenas da minha inteligência.
Elas chegaram até mim como uma brisa silenciosa.
Vieram prontas, tocaram meu coração e pediram apenas que eu lhes desse voz.
Por isso, gosto de pensar que não sou o escritor.
Sou apenas a caneta.
A caneta não escolhe as palavras.
Não cria as histórias.
Não conhece o destino daquilo que escreve.
Ela apenas se deixa conduzir pela mão de quem a segura.
É assim que me sinto diante de Deus.
Muitas vezes, enquanto escrevo, percebo que Ele coloca pensamentos na minha mente,
desperta sentimentos no meu coração e me conduz por caminhos que sozinho jamais encontraria.
Há momentos em que leio aquilo que escrevi e me pergunto de onde veio tanta beleza.
Então compreendo que não veio de mim.
Veio d’Ele.
Mas existe uma inquietação que nunca deixa de me visitar.
Se Deus inspira tantas sementes através das minhas palavras,
por que tantas delas ainda não floresceram dentro de mim?
Por que consigo falar sobre o perdão e, tantas vezes, ainda luto para perdoar?
Por que escrevo sobre a paz e continuo travando guerras dentro da minha própria alma?
Por que falo da confiança em Deus,
mas ainda corro para Ele apenas quando a tempestade destrói o jardim da minha vida?
Às vezes sinto-me como um jardineiro que conhece todas as flores pelo nome, mas ainda não aprendeu a cuidar do próprio canteiro.
Basta que as dificuldades apareçam, que alguém invada minha paz ou que os ventos derrubem aquilo que plantei, e então corro para Deus.
Procuro o Grande Agricultor.
Aquele que sabe reconstruir o que foi destruído, replantar o que morreu e devolver vida ao que parecia perdido.
E Ele nunca falha.
Nunca chega atrasado.
Nunca me abandona.
Sempre encontra uma maneira de transformar a terra seca em esperança.
Talvez seja por isso que continuo escrevendo.
Não porque me considere um homem santo.
Mas porque sou um homem profundamente necessitado do amor de Deus.
Quando falo d’Ele, sinto-me forte.
Quando escrevo sobre Ele, meu coração encontra paz.
Quando medito sobre Sua presença, tenho a certeza de que Ele habita dentro de mim,
ainda que minhas atitudes nem sempre revelem essa realidade.
Lembro-me das palavras de Santo Agostinho: “Deus estava dentro de mim enquanto eu O procurava do lado de fora.”
Talvez essa seja também a minha história.
Passei muito tempo procurando sinais extraordinários, quando o maior milagre sempre aconteceu no silêncio da minha própria alma.
Deus nunca deixou de falar comigo.
Falava através das inspirações.
Das pessoas que colocou em meu caminho.
Das portas que abriu.
Dos livramentos que só compreendi muitos anos depois.
Das palavras que surgiam quando eu me sentava para escrever.
Hoje entendo que não sou a fonte.
Sou apenas o instrumento.
Como um pequeno receptor que capta um sinal invisível e o transforma em algo que outras pessoas conseguem ouvir.
A mensagem nunca pertence ao receptor.
Ela vem de muito mais longe.
Talvez minha missão seja exatamente essa.
Receber.
Guardar.
Escrever.
E repartir.
Mas existe um desejo que ainda apresento a Deus em minhas orações.
Não quero ser apenas a caneta que escreve belas palavras para os outros.
Quero ser também o papel onde essas mesmas palavras fiquem gravadas.
Quero que cada frase inspirada transforme primeiro a minha própria vida.
Quero que o jardim floresça dentro de mim antes de perfumar o caminho de quem passa ao meu lado.
Porque, no fim, não desejo ser lembrado pelas palavras que escrevi.
Desejo apenas que, ao olhar para minha vida, as pessoas consigam perceber que Deus realmente segurou esta caneta.
E que, enquanto escrevia através dela, também escrevia, pacientemente, dentro do coração de quem a carregava.
Desabroche, mas no seu tempo
Existe uma pressa no mundo que, às vezes, nos adoece sem fazer barulho. Uma pressa que olha para o relógio como quem olha para um juiz. Uma pressa que inventou a mentira de que há idade certa para começar, idade certa para vencer, idade certa para sonhar, idade certa até para ser feliz.
E então muita gente acredita.
Acredita que, depois de certo tempo, tudo fica mais difícil. Que o coração envelhece junto com o corpo. Que os sonhos criam ferrugem. Que a coragem passa a morar só na juventude. Como se a vida colocasse uma placa invisível diante de nós dizendo: “até aqui você podia; daqui para frente, apenas aceite”.
Mas a vida não fala assim.
A vida fala por estações. E cada estação tem sua beleza, seu peso, seu fruto e sua revelação. Há flores que se abrem cedo, quase ainda de madrugada. Há outras que precisam de mais sol, de mais chuva, de mais silêncio. Nem por isso são menos belas. Nem por isso erraram o tempo. Apenas obedeceram ao ritmo secreto com que Deus, o destino ou a própria existência as chamou para florescer.
Desabrochar não é correr. É amadurecer.
Há pessoas que só descobrem a própria força depois das perdas. Há quem encontre sua voz depois de anos de silêncio. Há quem só aprenda a amar de verdade depois de ter juntado os cacos do próprio peito. Há quem comece uma nova história quando todos ao redor já tinham decretado o fim do livro.
E como é bonito isso.
Porque viver não é cumprir calendário; viver é acender sentido. Não importa se alguém começou aos vinte, aos quarenta, aos sessenta ou aos oitenta. O que importa é que começou. O que importa é que ainda houve chama, ainda houve desejo, ainda houve entrega. Enquanto houver fôlego, há tempo de nascer por dentro outra vez.
Talvez o grande erro de muita gente seja confundir idade com limite. Idade não é muro; é estrada. Não é sentença; é experiência. Não é fechamento; é acúmulo de céu e de chão dentro da alma. Em muitos casos, é justamente o passar dos anos que nos devolve a coragem mais bonita: a de viver sem pedir licença ao medo.
Chega uma hora em que a gente entende que não precisa provar nada para ninguém. Precisa apenas não desistir de si. E isso muda tudo. Porque, quando alguém decide acreditar novamente em si mesmo, até os dias comuns começam a florescer de outro jeito.
Por isso, desabroche. Mas no seu tempo.
Sem se comparar com a primavera do outro. Sem invejar o jardim alheio. Sem achar que sua hora passou só porque o mundo resolveu medir a vida com réguas apressadas. O fruto que amadurece no tempo certo tem mais doçura. A flor que respeita o próprio processo tem mais raiz.
Acredite: não ficou tarde demais.
Ainda há beleza esperando sua coragem. Ainda há caminhos esperando seus passos. Ainda há instantes que a vida quer lhe entregar como quem diz baixinho: “veja, ainda não terminei com você”.
E talvez a maior sabedoria seja justamente esta: receber cada momento como uma nova oportunidade de existir com inteireza. Viver o agora com gratidão. Abraçar o que chega. Honrar o que passou. E seguir, não com pressa, mas com presença.
Porque a vida não premia quem corre mais.
A vida revela seus milagres a quem permanece.
A quem acredita.
A quem, apesar de tudo, ainda escolhe florescer.
A Beleza da Conquista pelo Mérito
Existe uma satisfação indescritível na alma quando alcançamos uma vitória que exigiu de nós suor, paciência e noites de oração em silêncio. A caminhada facilitada não fortalece as pernas do espírito, mas a persistência diante das tempestades cria em nós uma dignidade que nada pode apagar. Não tenha pressa e não se encante com atalhos que prometem conquistas sem esforço. Cada gota de dedicação colocada no seu trabalho, nos seus estudos e no cuidado com o próximo está edificando o seu verdadeiro merecimento diante das leis da vida.
Ser Designer é: Dominar a arte de criar o que só existe na mente, de quem ainda nem sabe o que quer.
Deus é o Altíssimo e criador de tudo que existe, tudo o que já existiu e de tudo aquilo que virá há existir no futuro.
Essência do ser humano...
Um espírito em busca de um sentido por existir.
É uma alma que existe pela Essência.
E para essa conexão apenas um corpo.
Dentro da existência de 80 anos em média a vida resiste com espírito envelhecido.
Muitas vezes as experiências vividas são parte da existência e tornam-se a essência do ser humano.
Existe um zoológico de ideias dentro da toca da lebre — um lugar onde conceitos colidem e transformam o ambiente. As ideias funcionam como forças vivas no mar abstrato das soluções, num estado de constante divergência que desafia as paródias do tempo. De uma cartola, o próprio verso é refutado em estrofes, forçando-nos a evoluir rumo a novos horizontes e caminhos pela escuridão da mente.
Dentro de nós, o horizonte se expande em forma de metáfora. Essas ideias, enquanto adormecidas, sustentam nossa existência nos sonhos que as revelam; quando sonhamos acordados, elas ganham vida, gerando reações e relações — positivas ou negativas — que desabrocham no fundo da toca da lebre.
Por Celso Roberto Nadilo
Até dentro da luz existe a escuridão.
Mas, imersos nela, contemplamos objetos que superam a velocidade da luz,
e testemunhamos a evolução.
O ser humano transcende suas próprias limitações;
com o tempo, novas ideias florescem.
Mesmo no coração mais árido, há vida e pensamento.
E quando ouvimos os nossos sonhos, sentimo-nos flutuar
rumo a um novo patamar, onde se encontram o olhar da ciência
e a essência da nossa humanidade.
Natureza resiste com a resiliência de um gigante que é...
Num poluído mar existe vida em meio das garrafas plásticas e garrafa vidro se instala um coral de peixes muitas vezes mortos pelo próprio plástico,
A agua é envenenadas e consumida pelo próprio homem.
A sujeira degrada o homem e mundo...
A flores no afastamento, no teto das casas em todos lugar menos na mente do homem.
"Na nebulosa existe uma árvore para aquele que acredita no futuro e vive no presente, abraçando o passado, sendo esse instante que o deixou apaixonado.
Denso instante, pois o movimento de ação corresponde ao término da velocidade, sendo esse instante um ponto superficial da existência. Sendo assim, é natural a teoria de que as cordas do universo tocaram seu coração no momento em que nos encontramos, e o espaço se tornou dilatado no instante em que o universo começou; sendo que cada célula veio da nebulosa que era uma estrela que brilhou no instante em que nasceu."
Amor é a equilíbrio entre linhas do criador o que somos diante a criação.
Percebi que nada existe sem tempo pois tempo é o que existe a matemática e geometria são expostos com criação de critério para prova que tempo é real.
BEATRICE HALSE RUCHELL ARSENY
22/08/26
YOU AND ME REBIRT...
Existe um mistério bonito na forma como você me atravessa. Você não apenas habita o meu cotidiano você deu significado a minha existência. Antes, eu apenas existia em meio ao caos hoje, encontro ordem, beleza e propósito simplesmente no fato de estarmos conectados. É na sua essência que encontro as respostas para as perguntas que eu sequer sabia como formular, e é no seu olhar que me enxergo por inteiro, sem máscaras ou defesas. Você deu sentido ao que sou e transformou a minha narrativa. Amor, para mim, não é a ausência de problemas, mas a certeza inabalável de que, não importa o tamanho da tempestade lá fora, a única escolha que realmente importa aquela que farei hoje, amanhã e em todos os dias que vierem é você.
_Enzo Ruchell_
Almas Gemêas!! Eu acredito que qdo duas almas se amam de verdade, existe uma força muito grande, uma cumplicidade, um elo eterno, inquebrável , e que o proprío universo trabalha a favor. !! Paz e luz Simone Vercosa.
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