Nao Existe mal que Dure pra Sempre
CIRCULARIDADES EM IMACULADAS
Onde a força que rege é da Mãe Santíssima, existe além da forte luz, um amor que transcende.
De mãos dadas, corações conectados e vivos, esse amor se fortalece, o brilho se intensifica e as faces desabrocharam-se em alegria e flor.
O movimento circular emite dos saberes adivindos do Mestre, que em seu caminhar e histórias vivídas, conduz viagens internas profundas e reconectivas.
A gratidão pulsa em cada olhar e vai muito além de ser um simples verbo expressivo.
Essa leveza amorosa e criativa realmente é santíssima!
Que por meio do saltitar dos pés e da união de muitas mãos, o renascer do amor de Maria proporcione coragem e fé àqueles que a clamam.
Inspirando o caminhar e os belos encontros.
Vivificando o lumiar aos olhos, a beleza do sorriso e o amor verdadeiro do acolhimento vivo na Mãe Maior.
No encontro extravagantemente bendito, quantos aprendizados…
União, conhunhão e Religare!
A circularidade da mãe santíssima no amor profundo que cura e nos conduz, sejamos quem realmente somos! Luzes Marianas nessa Terra de Deus.
Erikah Aparecida - ABR2026
A coisas mais preciosa que existe na Vida é o Tempo. E quando você o usar com uma energia e frequência positiva, sozinho ou com alguém. será possível criar a essência de uma dádiva imensurável nesta dimensão onde você coexiste.
Dizem que existe um fio vermelho
amarrado ao dedo de cada pessoa,
invisível aos olhos,
mas impossível de romper.
Ele atravessa distâncias,
cruza caminhos,
se perde entre despedidas
e, ainda assim,
sempre encontra o seu destino.
Talvez o meu esteja preso ao seu.
Talvez todas as pessoas que encontrei
tenham sido apenas nós pelo caminho,
e você,
o outro lado do fio
que eu ainda não sabia procurar.
Não sei se é destino,
coincidência ou apenas desejo.
Mas quando falo com você,
mesmo de longe,
sinto algo puxar dentro de mim.
E, pela primeira vez,
não quero cortar o fio.
Quero apenas descobrir
onde ele termina.
“Quando existe sensibilidade,
cada detalhe de um ambiente passa a contar uma história.”
— Daugliesi Giacomasi Souza
Que toda energia boa que existe se alinhe ao seu favor,
que cada passo seja firme, guiado pela mão de Deus,
que o medo se transforme em coragem,
e que a sua fé seja maior que qualquer incerteza.
Que o universo abra portas,
que a bênção venha inteira,
e que tudo o que você deseja com amor e verdade
se realize no tempo perfeito — e dure.
Está abençoado, de coração. 💛
Vai dar certo, e quando der, você vai sentir que já estava escrito.
Maktub
Quando alguém gosta de verdade, mesmo que se afaste ou fique quieta, existe um desejo de ser notada, de mostrar que se importa. Quem não se importa de verdade simplesmente some ou se esconde sem querer ser visto.
No fundo, a única ponte que existe na distância é o celular..📲 É por ali que a gente mata a saudade, que a gente sente o "tô aqui". Quando alguém resolve “dar um tempo” sem explicar, o silêncio vira abismo. Fica aquela sensação de abandono, como se o laço nunca tivesse sido tão importante pra ela quanto foi pra gente.
A coisa mais libertadora é perceber que o preço só existe porque você ainda está pagando.
O dia que você fecha a carteira emocional, o débito acaba
No silêncio do abandono, existe também uma oportunidade de clareza.
Você percebe quem realmente se importa, quem respeita o espaço que você ocupa, e começa a aprender que vínculo verdadeiro não se compra com proximidade constante, mas com reciprocidade real.
É aí que a dor se transforma em força: ao invés de tentar recuperar alguém que escolheu outro caminho, você passa a se fortalecer na própria presença, na própria verdade.
Me perguntaram se existe alguém que me conheça mais do que eu mesma,
Eu respondi: o Google, meu amigo de cabeça cheia e pressa.
Ele sabe que sou estrela e estilista, meme e poesia,
Que ajudo famosos de dia e que já fui até padaria.. Ah.. e que vendo batata frita à noite na esquina...
Pera🤔 .. batata..
Continuando..
Que já fui rua, já fui igreja, já fui festa e silêncio profundo,
Que já dancei com o caos e já fiz amizade com o mundo.
O Google sabe que sou diva do café, ninja da procrastinação,
Que sou poetisa de madrugada e CEO da confusão.
Que sou drama ambulante, risada em looping,
Que coleciono curiosidade, caos e alguns looks duvidosos no shopping.
No final, ele sabe de mim o que nem eu mesma sei,
E ainda me sugere coisas que eu juro que jamais farei. 😅
RESPOSTA:
Sim.
Existe beleza na atividade.
Há beleza em quem continua, mesmo cansado. Em quem trabalha sem aplausos. Em quem constrói aos poucos aquilo que ainda não pode mostrar ao mundo.
A atividade é movimento. E tudo que vive se move.
Uma árvore cresce em silêncio. Um rio segue seu caminho sem pedir licença. Uma pessoa luta todos os dias para manter os sonhos de pé.
Isso também é beleza.
Porque não está apenas no resultado, mas no ato de fazer, tentar, aprender, cair e continuar.
"Existe beleza na atividade, porque é nela que a vida acontece."
O Turbilhão
Existe um vendaval morando em mim.
Ninguém o vê.
As pessoas enxergam o meu sorriso,
as minhas palavras,
os meus poemas.
Mas ninguém escuta o barulho dos destroços que carrego por dentro.
Há dias em que tudo o que eu quero
é ir embora.
Ir embora das expectativas,
das decepções,
das promessas quebradas,
das portas fechadas,
das pessoas que só lembram de mim quando precisam.
Quero ir embora da culpa que me veste,
do cansaço que me acorda,
das batalhas que ninguém imagina que luto.
Mas, no fundo,
não quero desaparecer.
Quero encontrar um lugar
onde eu possa respirar sem pedir desculpas por existir.
Quero voltar para mim.
Porque há muito tempo
venho morando na vida dos outros
e esquecendo de cuidar da minha.
Talvez esse turbilhão
não seja um fim.
Talvez seja a tempestade
arrancando tudo aquilo
que nunca foi abrigo.
E quando o vento passar,
se passar,
espero encontrar entre os escombros
a única pessoa
que nunca deveria ter abandonado:
eu.
Histórias escritas
Existe um dom quase mágico
em transformar palavras em mundos.
Uma frase pode abrir uma porta,
um parágrafo pode atravessar séculos,
e algumas poucas linhas
são capazes de criar vidas
que jamais existiram...
Mas que, de algum modo,
passam a existir dentro de nós.
Escrever é possuir o infinito nas mãos.
É poder escolher outros caminhos,
inventar outros destinos,
dar aos personagens
as vidas que o mundo real lhes negou.
Em cada história,
nasce uma versão diferente da realidade.
Um universo onde o impossível acontece,
onde o tempo pode voltar,
onde encontros podem durar,
onde despedidas podem ser adiadas
e onde até o destino
pode ser desafiado.
Talvez seja esse o verdadeiro encanto
das histórias escritas:
não criamos apenas mundos.
Criamos possibilidades.
E enquanto houver alguém disposto a escrever,
nenhuma história precisa terminar de verdade.
Ela pode renascer em outra página,
em outro tempo,
em outro coração.
Porque algumas histórias
não são feitas apenas para serem lidas.
São feitas para nos lembrar
que também poderíamos existir
em outras versões de nós mesmos.
Existe uma crueldade sutil na amizade que arrefece sem brigas. Quando há um conflito, há uma demarcação clara: um fim, uma justificativa, uma ferida exposta que exige cicatrização. Mas quando o afeto simplesmente evapora, restamos nós, equilibrando o peso das memórias contra a leveza do desinteresse do outro.
É um processo confuso. Olhamos para trás e lembramos do carinho genuíno, das palavras de apoio, da presença que parecia inabalável. Aquilo existiu. Não foi uma mentira. O que torna tudo mais difícil de digerir é perceber que a mesma pessoa que um dia se importou profundamente, hoje escolhe a indiferença, o "tanto faz".
Aos poucos, as mensagens ignoradas, as respostas monossilábicas e as desculpas automáticas vão desenhando um novo cenário. A palavra "amigo" passa a soar como um eco antigo, um rótulo mantido apenas por conveniência ou nostalgia, mas desprovido de substância.
Aprender a recolher o próprio afeto e dar um passo atrás não é um ato de orgulho; é um ato de preservação. Afinal, a verdadeira amizade não exige reciprocidade matemática, mas exige, no mínimo, um porto seguro onde a nossa presença ainda faça alguma diferença.
Sobre sucesso, silêncio e o que realmente incomoda...
Existe um tipo de desconforto que quase ninguém admite, mas que aparece o tempo todo.
Ele não faz barulho alto.
Não vem em forma de confronto direto.
Mas está ali, nos olhares, nas perguntas, nos comentários atravessados.
Acontece quando alguém cresce.
Não quando alguém ostenta de forma vazia, mas quando melhora de vida de verdade. Quando muda de ambiente, de rotina, de mentalidade.
Curiosamente, isso nem sempre é recebido com admiração.
Às vezes vem uma dúvida disfarçada de curiosidade.
Outras vezes, um julgamento escondido em tom de brincadeira.
E, em alguns casos, um incômodo silencioso, difícil até de explicar.
Não é sobre o carro que alguém comprou.
Nem sobre a casa onde alguém está.
Nem sobre o lugar que alguém passou a frequentar.
É sobre o que aquilo representa.
Porque quando alguém próximo evolui, inevitavelmente surge uma comparação. E nem todo mundo está disposto a lidar com isso.
Alguns se inspiram.
Outros questionam.
E há aqueles que tentam encontrar algum defeito, algum atalho, alguma justificativa que torne aquele crescimento “menos legítimo”.
Como se fosse mais confortável acreditar que não foi mérito.
Isso não é exclusivo do Brasil, mas aqui ganha uma intensidade particular.
Talvez pela proximidade entre as pessoas.
Talvez pela desigualdade.
Talvez pela cultura de aparência que se mistura com a necessidade de validação.
O fato é que muitas vezes o sucesso não é visto como um caminho possível, mas como uma exceção desconfortável.
E quando isso acontece, surgem perguntas que não buscam respostas. Buscam confirmação.
“Será que trabalha com coisa certa?”
“Como conseguiu isso?”
“Desde quando ficou assim?”
Não são perguntas sobre o outro.
São dúvidas internas sendo projetadas.
Em outros lugares, como os Estados Unidos, a reação costuma ser diferente. O sucesso tende a ser associado à conquista. Existe uma narrativa forte de que crescer é resultado de esforço.
Já em contextos mais tradicionais, como em Portugal, o destaque pode ser recebido com mais cautela, às vezes até com certo desconforto silencioso.
Em países como a Suécia, por exemplo, existe uma cultura forte de igualdade social, onde o destaque excessivo pode gerar desconforto, não exatamente por inveja direta, mas por uma pressão coletiva por equilíbrio.
Ou seja, esse comportamento existe em diferentes lugares. O que muda é a forma como ele aparece.
Mas existe um outro caminho. E ele é menos visível.
É o caminho de quem não se preocupa em explicar o próprio crescimento.
De quem não sente necessidade de provar nada.
De quem entende que cada escolha traz consequências diferentes.
Crescer muda ambientes.
Muda hábitos.
Muda prioridades.
E isso nem sempre será compreendido por todos.
Alguns vão chamar de mudança de postura.
Outros vão chamar de distância.
E alguns, sem perceber, vão interpretar como arrogância aquilo que, na verdade, é apenas foco.
Existe também um equívoco comum.
A ideia de que evoluir deveria manter tudo igual.
Mesmas conversas.
Mesmos lugares.
Mesmos comportamentos.
Mas crescimento de verdade não funciona assim.
Ele seleciona.
Refina.
E, inevitavelmente, cria distância de tudo que já não faz sentido.
Enquanto isso, existem dois tipos de movimento acontecendo ao mesmo tempo.
Pessoas que constroem.
E pessoas que observam.
Pessoas que trabalham em silêncio.
E pessoas que comentam de fora.
Pessoas que evoluem pelo processo.
E pessoas que querem o resultado sem atravessar o caminho.
E talvez seja exatamente por isso que o silêncio começa a fazer tanto sentido.
Porque no silêncio não existe comparação constante.
Não existe necessidade de validação.
Não existe disputa disfarçada de convivência.
Existe espaço.
Espaço para viver sem precisar explicar.
Espaço para crescer sem precisar justificar.
Espaço para ser, sem precisar parecer.
No fim, não se trata de rejeitar pessoas, lugares ou culturas.
Trata-se de escolher melhor o ambiente emocional em que se vive.
Porque crescer não deveria incomodar.
Mas quando incomoda, revela mais sobre quem observa do que sobre quem evolui.
hourglass.
Existe uma espécie de loucura em reconhecer alguém mesmo depois de tanto tempo. Não porque a pessoa continuou presente, mas justamente porque conseguiu ir embora e, ainda assim, alguma coisa dela ficou funcionando em silêncio, escondida entre coisas que pareciam resolvidas.
Ele já tinha aprendido a viver sem procurar. Tinha colocado outras pessoas em lugares diferentes, conhecido outras versões de si mesmo, seguido dias que não tinham mais aquele nome no meio. E talvez tivesse acreditado que certas histórias acabam simplesmente porque o tempo passa. Até perceber que algumas não acabam. Só deixam de fazer barulho.
O estranho é que não era saudade o tempo inteiro. Era pior. Era aquela sensação ocasional de que, se aquela pessoa aparecesse de novo, talvez uma parte dele reconhecesse antes mesmo que a cabeça pudesse entender. Como se anos não fossem apenas anos, mas uma quantidade absurda de pequenas coisas que o tempo não sabe apagar: uma maneira específica de olhar, uma conversa que ficou sem conclusão, um lugar que ainda parece ocupado mesmo depois de tanto tempo.
E talvez ninguém esteja pedindo para voltar ao que era. Talvez o que assuste seja justamente imaginar que, depois de tudo, ainda poderia existir alguma forma de proximidade que não precisasse repetir o passado. Não o mesmo relacionamento, não as mesmas promessas, não aquela versão dos dois que um dia pareceu ter futuro garantido.
Só a pergunta.
Ainda existe amizade onde antes existia amor?
Ainda dá para conversar sem que tudo aquilo que ficou para trás sente à mesa junto?
Ainda dá para rir de alguma coisa antiga sem precisar fingir que não doeu quando terminou?
Porque algumas pessoas não precisam voltar para a nossa vida do mesmo jeito. Às vezes basta saber que, apesar da distância, das escolhas e de tudo que mudou, ainda existe um caminho possível entre dois pontos que um dia foram inseparáveis.
E talvez seja isso que ele nunca conseguiu descobrir.
Se ela tivesse voltado, ele teria escolhido ficar?
Se ela tivesse chamado, ele teria atendido?
Se os dois se encontrassem agora, seriam estranhos com uma história em comum ou duas pessoas que ainda reconhecem alguma coisa uma na outra?
Ele não sabe.
E quanto mais tenta encontrar uma resposta, mais percebe que talvez certas histórias não tenham sido feitas para terminar com uma conclusão bonita. Algumas simplesmente ficam ali, como uma porta que ninguém trancou completamente.
Talvez por isso ele ainda olhe para certas lembranças sem saber exatamente o que procura.
Não necessariamente uma segunda chance.
Talvez só a confirmação de que aquilo foi real.
Porque quando alguém já ocupou um lugar tão grande na sua vida, você não precisa querer aquela pessoa de volta para continuar imaginando como seria se ela estivesse por perto.
Às vezes basta uma pequena possibilidade.
E é aí que tudo fica perigoso.
Porque talvez exista um futuro onde os dois se encontrem novamente, talvez exista outro onde nunca mais aconteça nada. Talvez a distância tenha sido apenas distância. Talvez tenha sido o ponto final que nenhum dos dois teve coragem de escrever.
Quem sabe?
Talvez ela esteja vivendo uma vida completamente diferente agora, cercada de coisas que ele nunca vai conhecer. Talvez ele também tenha se tornado alguém que ela não reconheceria de primeira. E talvez seja justamente por isso que a ideia ainda tenha alguma beleza: se um dia os caminhos se cruzassem novamente, nenhum dos dois estaria encontrando exatamente quem deixou para trás.
Seriam duas versões novas carregando a memória de duas versões antigas.
E talvez isso fosse suficiente.
Porque algumas pessoas vão embora, atravessam oceanos, mudam a própria vida e deixam de fazer parte da rotina.
Mas existe uma diferença entre sair da sua vida e deixar de existir dentro dela.
E essa diferença pode durar muito mais do que qualquer distância.
No fim, ele não sabe se ainda existe alguma coisa esperando por eles.
Não sabe se existe amizade, amor, acaso ou simplesmente memória.
Não sabe se ela pensa nele quando alguma música toca, quando alguma lembrança aparece ou quando a noite fica silenciosa demais.
Não sabe nem se deveria querer saber.
Só sabe que, entre tudo aquilo que o tempo levou, ainda existe uma pergunta que nunca morreu completamente.
E talvez algumas perguntas sejam assim.
Não precisam de resposta para continuar sendo verdade.
Só precisam de duas pessoas, em algum lugar do mundo, olhando para a mesma história e pensando, cada uma do seu lado:
e se ainda houver alguma coisa aqui?
A religião é a arma mais perigosa que existe, quando é usada para substituir a consciência individual pela obediência cega, transformando fé em submissão e espiritualidade em controle.
Pode ser a comida mais sofisticada e saborosa que existe com o ambiente mais lindo do mundo mas, se as pessoas que estiverem a sua volta não ti deixam a vontade, você perde a fome.
"Existe um jogo de poder sobre a Amazônia."
"Por que a Amazônia desperta tanto interesse de governos, empresas, organizações internacionais e do mercado global? O que está realmente em disputa?"
"As maiores disputas da história raramente começam com armas. Começam quando alguém descobre o valor de um território."
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