Nao estou Sozinha
uma coincidência recobro a razão
dentro de uma ilusão,
a uma luz dentro de mim,
quando tempo para entre as paredes,
tento analisar o que se passou,
não a nada alem de paredes,
nada alem da fantasia de uma ilusão...
recobro a consciência que passou,
não acredito nessa luz, que está
me levando a loucura...quando,
me pergunto onde estou,
e começo analisar essa armadilha,
nada me leva ter razão, só luz
que esta dentro mim entre essas paredes
tudo apenas uma ilusão,
quando tempo parou, recobro a razão,
nada vejo alem de paredes,
me pergunto aonde estou,
nada alem de uma fantasia,
a uma a luz dentro de mim
tudo apenas uma ilusão,
recobro consciência,
não sei aonde estou.
me pergunto que essa luz do interior
recobro a razão, penas uma ilusão.
por celso roberto nadilo
aonde estou
Estou entrando aqui
Na casa do meu pai
O seu amor compreendi
Seguindo o caminho aonde ele vai
Descansar na paz
Na dor
Na luz poder fazer mais
Entregar-se com amor
Vou o tangedor chamar
Ele no céu está morando
Não para de cantar
As belezas do Pai vai mostrando
São exércitos poderosos
Estão sempre a marchar
Sete mil homens valorosos
No céu do Brasil a nos guardar
BA – EU ESTOU VOLTANDO
De repente a alma quer voltar,
Mesmo tento o fenótipo caucasiano
Tenho nas veias como todos nós o sangue africano.
Quero ir para a Bahia.
Onde o Brasil nasceu,
Quero voltar às origens,
Ver gente alegre sorrindo,
Quero esquecer um pouco quem sou eu.
Tomar caipira de cajá,
Quero dançar mesmo sendo torto,
Quero sentir na pele a força dos orixás.
Quero e vou para a Bahia.
Desta vez quero ir num só lugar,
Quero morgar.
Quero lagartear.
Quero jogar fora o relógio.
Quero mais é baianar sem compromisso algum...
A não ser relaxar.
André Zanarella 02-09-2012
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4430486
Arquitetando Sonhos!
Hummm!
Estou armando
um esquema
para te ver.
Te seduzir
Te ter...
Não pensas tu,
que não olharás
ainda em meus olhos...
Ainda sonharás
na iris dos olhos meus!
Quando
estou dentro
de você...
Nada Preciso!
Nada vejo,
além de si!
Nada sinto,
além de amor.
Nada preciso,
além do seu corpo
para que eu
possa habitar!
Vivo... Vivo... Vivo...
Tenho uma... História lembra...
Estou contente por ter te contado.
Aqui estou... Contente ou não...
Continuo vivo... Contente ou não.
Você esta pronta ou não...
Estou vivo.
Feliz ou não.
Você esta pronta para sofrer.
Eu não...
Sou feliz do meu jeito.
Você não...
Eu continuo vivo...
E você...
Eu mereço estar.
Você não.
Essa é a questão.
Estrela Guia!
Você é a minha estrela guia
Sol que ilumina minha alegria
O meu amor por você é infinito
Sem ti estou no universo perdido!
Ismael Santana Bastos 17/07/2014
Estou entrando na floresta
Para um povo avistar
Poder que se manifesta
Traduzindo meu sonhar
O sonho chegou para você
Momento de conquistar
Prove para ver
O que vai se realizar
É segredo a se guardar
Com respeito e atenção
Santa lembrança guardar
Com amor no coração
Para poder lembrar
E assim compreender
É o povo INDARAUÊ Devo sempre respeitar
*POVO INDÍGENA DO LIVRO: O Senhor de Marfim,de Samuel Ranner.
FALO O AMOR, O QUE ESCREVO?
O SONETO ABAIXO É DO MEU LIVRO "JEITO FACÍLIMO".
FALO, FALE, FALEMOS DE AMOR
FALEMOS DE AMOR SEM SABER
ESCREVENDO FALANDO SEM PORQUÊ
ESCREVER OU FALAR, SEJA O QUE FOR
QUE SEJA O QUE O AMOR NÃO ESCREVE
FALANDO ESCREVENDO COM ARDOR
O "QUE" FALADO SEM POR FAVOR
ESCREVA: "QUE AMOR MAIS LEVE...."
LEVE O AMOR QUE ESTOU FALANDO
SEM ESCREVER O QUE NÃO LEVE
O ESCRITO AMOR QUE ESTOU AMANDO
AMANDO ESCREVO ESTA DOR:
QUE DOA O QUE FOR LEVE
FALANDO ESTOU DE AMOR
Estou triste, minh’alma chora...
Hoje vou te dizer o que sinto
Coração magoado, abandonado
Pela mentira que me fez absinto
O dolo que se fez amargurado
Deixo as lágrimas correrem
Lembrando os beijos, a paixão
Que agora fazem-me abaterem
No gosto salgado da desilusão
Sinto no peito a dor a apertar
Na saudade o sonho a lamentar
Na melancolia o adeus desabafar
No desrespeito a traição falar
Doeu... Dói... Está a doer
É o amor que está a morrer
São os planos a ir embora.
Estou triste, min’alma chora.
(Nada é pior para uma alma que tornar triste a outra alma.)
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20 de setembro de 2009, 05’08” – Rio de Janeiro
