Nao estou Sozinha
“Tentaram me encaixar em um padrão de
coisas inúteis, quase conseguiram.
Se não fosse os livros de Foucault, teria
sucumbido a arte de ser normal.
Hoje sou perfeita, tenho um montão de
cicatrizes e vivo feliz a minha vida.”
“Não julgue para não ser julgada.
Não jogue pedras para não as receber de volta.
Não xingue para não ser ofendida.
Não maltrate para não ser destruída.
Seja apenas amor, deleite e paz.”
Promessas falam, gestos desmentem. E tudo que parecia firme, afunda no tempo. Já não espero nada, só se observo. O que for real, que se prove em silêncio.
A ausência de acidentes não indica, necessariamente, um ambiente de trabalho seguro. É essencial compreender por que os eventos não estão ocorrendo: se é efeito de um gerenciamento de riscos eficaz ou mero fruto do acaso.
Não creio que esse relâmpago passeio, que não dura nem um século, possa prender alguém pra sempre em algum lugar.
Me despeço
Movo-me sempre que posso, me despeço.
Mudo-me sempre que vejo, não te peço.
Sou novo, eu me movo, mas me despeço,
Pois, pós-abraço, me despeço.
Sou grato, mas me empresto, te despeço.
Sou simples, porém o cansaço reina — me despeço.
Despeço-me tanto quanto imaginaria,
Pois o hoje, o espeço, expresso, pode não só se despedir,
Mas também reprimir algo novo.
Que a morte não se despeça — quero que venha, mas demore.
Quero que seja um pedaço da despedida,
E não pagarei o preço.
Me despeço.
Já percorri vários caminhos, com erros e perdas pessoais. Não sou apenas a imagem que os outros veem, mas alguém buscando liberdade e identidade. Pergunto quem sou e qual meu destino. Peço que quem caminhe comigo confie em mim e não desista. Já senti dor e desejo amor, mas é importante que quem fique saiba onde pisa para evitar mais sofrimento.
Não Está Aqui
Guardo labirintos de palavras.
Entre sombras e colunas antigas,
mais que livros repousa o mistério.
Sem buscar, mãos tocam
o mais espesso dos tomos,
aquele que murmura entre poeiras:
decifra-me ou devoro-te.
Olhos distantes, o objeto contempla.
Folha a folha, uma alma se abre.
Cada página, um suspiro,
cada linha, um abismo.
Leitura feita em silêncio sagrado,
onde o tempo se curva
diante da persistência.
Mesmo o guardião da palavra
não ousa compreender.
Um menino detém o gesto.
O corpo se cristaliza.
O silêncio se parte:
— Que houve?
Lábios tremem:
— A página… em branco.
Mas eis que o branco se move.
Letras nascem do que se vê.
No convento onde tudo cala,
escreve-se o invisível.
E assim,
o manuscrito respira.
Bom dia!
Não desistam dos seus sonhos, dos seus ideais, seguem com firmeza, apesar das provações que balançam os passos seguintes. O verbo desistir não deveria ser conjugado tão facilmente, pois a vida é feita de superações. Yes!
Eu acho que aquela frase cabeça vazia oficina do cão, não fala de marginais que matam outras pessoas,essas vão pro céu, falam das pessoas que pensam e mesmo assim fazem mal, por que o dinheiro deu a sua mente tempo livre, sua mente não pode ser guiada pelo nada, tem que ser guiada por Deus, por bons pensamentos, mas tem gente que não tem paz interior para isso.
“No Céu de Itajaí não se usa imagens religiosas de nenhuma tradição específica. Nosso templo é o coração. Nosso altar é a floresta. Nosso guia é a Força.”
A Nova Ordem não impõe ídolos — ela desperta a fé pura de cada ser.
Aqui, cada um tem o direito de buscar o Criador da forma como seu espírito compreende.”
Declaração de Liberdade Espiritual do Céu de Itajaí
O Céu de Itajaí nasce para unir, e não para dividir.
Não usamos imagens religiosas fixas, pois cremos que Deus está acima de toda forma,
e pode ser sentido com o coração puro.
Aqui, o Daime é luz que revela — e não doutrina que aprisiona.
Você pode chamar Deus de Pai, Mãe, Força, Jesus, Rainha, Yahweh, Olorum, Espírito Santo,
ou simplesmente Silêncio — se isso for verdadeiro pra você.
O que importa não é o nome que você dá ao Divino,
mas a verdade com que você o busca.
Ando infeliz.
Não que seja culpa de alguém.
São os pesos das escolhas.
Os pesos das ações.
Não de alguém — mas minhas.
Cada dia que passa, o peso chega e dói ainda mais nos meus ombros, já machucados nesses anos.
É como ser um fardo pra mim mesma.
É como ser um fardo que ninguém quer carregar.
Só existo eu por mim.
Me sinto presa a uma vida da qual nem lembro quando assinei esse contrato.
Deveria ter pensado mais...
Teria poupado tanta dor e sofrimento.
Não teria lágrimas nos olhos,
Nem sorrisos forçados,
Tentando mentir pra mim mesma que consigo dar mais um passo,
Se eu parar para respirar a cada movimento que dou.
Me vejo no espelho da vida
E, sinceramente, tenho vergonha de mim.
Minha família não me ama como eu precisava.
Meu marido é ignorante.
Só pensa em si e me deixa aos trapos.
O único amor que conheci de verdade é o da minha filha.
Sinto que nasci pra servir meus inimigos — e conviver com eles.
Jesus… até quando?
Até quando tenho que chorar calada?
Até quando vão me invalidar?
Estou a um ponto de acabar com minha vida com minhas próprias mãos…
Nem que seja em palavras, como estou fazendo agora:
Sozinha, na minha própria casa.
Só eu, uma xícara de café amargo
E gritos contidos, enquanto engulo amarguradamente cada gole.
Não existem ideologias políticas ou religiosas quando se trata de dinheiro, porque todas comungam da mesma fé.
Ter fé é agir! Não se trata de ficar cruzando os braços, mas de investir os talentos que Deus nos deu. Cada um de nós recebeu dons únicos para cumprir um propósito maior. Quando nos dedicamos a usá-los, confiamos que Deus honrará nossos esforços!
Maria, grávida de Jesus, o Messias e Filho de Deus, pronta para dar à luz, não teve uma hospedaria especial, muito menos uma suíte master.
O ministério e as promessas de Deus não têm a ver com status, mas com serviço e humildade."
Não faça metas como se estivesse jogando na loteria, sabendo que não vai ganhar. Faça pequenas metas que ajudem pra conquistar um sonho maior. Celebre as pequenas conquistas e váaumentando os"pesos"aospoucos.
“Não só para o sucesso, mas para a vida como um todo,há coisas que simplesmente tem que serem feitas. Você pode sofrer enquanto faz ou apenas aceitar e fazer mais rápido.”
