Nao Controlamos o que Sentimos
Moral e ética, não é falta de respeito muito menos de onde vem, caso acreditares, és um monstro, erro que deveria ser eliminado. Pois, ao longo dos anos, o presente é por duro estudo e crediblidade à uma humanidade com valores e crediblidade. Então,criticar a moral e a ética, também é criticar o passado.
Ponderada solução
(Mauro A Evaristo)
Nem tudo na vida precisa dizer não
Algumas coisas responda "vou estudar"
Depois de ponderada solução
Venho lhe comunicar.
Nem tudo precisa resposta imediata
O tempo, seu tempo é crucial
Busque com parcimônia seu natural,
O uso de bom senso e lucidez não desgasta.
Nem tudo precisa ser na hora respondido
Apenas pra agradar algo impreciso
Use o seu tempo para entender
Que nem tudo de imediato é resolvido
Use sabedoria e tempo pra entender
Que existe poder infinito em você.
feradapoesia.blogspot.com
A nuvem negra não chegou de uma vez.
Ela não apareceu como uma tempestade anunciando que tudo iria mudar. Ela veio devagar, quase educada, como uma sombra que aprendia os caminhos da casa antes de tomar conta dela.
No começo eu ainda conseguia enxergar o céu.
Ainda existiam dias bons, momentos que pareciam provar que aquilo era só uma fase. Eu dizia para mim mesmo que amanhã seria diferente, que alguma coisa dentro de mim iria voltar ao lugar.
Mas o tempo passou.
E a nuvem ficou.
Ela não precisava mais esconder o sol, porque eu já não lembrava exatamente como era sentir o calor dele.
As coisas continuaram acontecendo ao meu redor, pessoas rindo, histórias sendo criadas, músicas tocando em algum lugar. O mundo nunca parou por minha causa. E talvez essa tenha sido uma das partes mais estranhas: perceber que tudo continuava em movimento enquanto dentro de mim alguma coisa permanecia parada.
Eu comecei a existir mais do que viver.
Os dias viraram uma sequência de obrigações, os momentos viraram apenas momentos. Eu estava presente em lugares onde minha mente nunca estava. Eu respondia, conversava, sorria quando precisava, mas parecia que uma parte minha tinha ficado para trás em algum lugar que eu não conseguia encontrar.
E por muito tempo eu procurei um culpado.
Procurei em cada escolha errada, em cada palavra que eu poderia ter dito diferente, em cada versão minha que eu queria apagar. Eu carregava meus próprios erros como uma mochila cheia de pedras, e mesmo quando ninguém mais falava sobre eles, eu continuava voltando para buscá-los.
Até que um dia eu percebi que talvez eu nunca tenha sido o monstro que eu criei na minha cabeça.
Talvez eu só fosse alguém cansado.
Alguém que tentou, errou, perdeu coisas, machucou e foi machucado. Alguém que passou tanto tempo tentando entender onde tinha falhado que esqueceu que também estava sofrendo.
Talvez eu tenha finalmente conseguido me perdoar.
Mas o estranho é que o perdão não trouxe aquela paz que eu imaginava.
Não abriu o céu.
Não fez a nuvem desaparecer.
Ela continuou lá.
Só que agora eu não estava mais brigando comigo mesmo dentro dela.
E talvez esse seja o lugar mais estranho para se estar: quando você para de se odiar, mas ainda não sabe como voltar a se encontrar.
Quando você finalmente solta as correntes que você mesmo colocou, mas percebe que ainda está perdido no mesmo lugar.
A nuvem negra continua acima de mim.
Às vezes mais distante, às vezes tão baixa que parece tocar meu rosto.
E eu continuo andando sem saber exatamente para onde.
Não porque acredito que vou encontrar alguma coisa.
Mas porque ficar parado também já não parece uma opção.
Talvez esse seja o máximo que eu consigo fazer agora:
carregar a mim mesmo por caminhos que eu ainda não reconheço, tentando descobrir se em algum lugar existe uma versão minha que eu perdi no caminho.
Ou se eu estou apenas procurando por alguém que nunca mais vai voltar.
“I think I, I think I finally found a way to forgive myself”.
assassinato do auto ego
Existe um momento estranho em que o ego começa a perder a voz.
Não é uma morte completa, mas uma espécie de silêncio. Como se todas as certezas que eu carregava fossem uma casa construída com paredes de vidro, e bastasse uma queda forte o suficiente para perceber que, na verdade, eu nunca estive tão protegido quanto imaginava.
Talvez seja necessário chegar em algum tipo de fundo para enxergar.
Porque enquanto estamos no alto, tudo parece absoluto. Nossas dores parecem eternas, nossos desejos parecem indispensáveis, nossas versões parecem definitivas. A gente acredita que aquilo que sente naquele instante é a verdade final sobre quem somos.
Mas quando tudo desmorona, quando o personagem perde a fantasia, começa uma visão diferente.
Você começa a enxergar as próprias versões que já morreram dentro de você.
A pessoa que você era antes de certas dores. A pessoa que você tentou ser para ser aceito. A pessoa que você fingiu ser para não demonstrar fraqueza. A pessoa que você criou na sua cabeça e passou anos tentando alcançar.
E então vem a parte mais estranha:
perceber que nenhuma delas era realmente você.
E talvez nenhuma delas fosse falsa também.
Eram apenas momentos.
Porque no fim, tudo parece ter essa natureza passageira que a gente tenta ignorar. O sentimento que ontem parecia impossível de superar, um dia vira uma lembrança distante. A certeza que parecia inabalável, um dia parece uma ideia de outra pessoa. As coisas que jurávamos que definiriam nossa vida acabam sendo apenas capítulos pequenos em uma história que continua mudando.
A gente passa tanto tempo tentando encontrar significado em tudo, como se existisse uma explicação escondida esperando ser descoberta.
Mas talvez o universo nunca tenha prometido sentido.
Talvez nós sejamos seres tentando organizar o caos, criando narrativas para suportar a passagem do tempo.
Chamamos de destino aquilo que aconteceu.
Chamamos de aprendizado aquilo que conseguimos aceitar.
Chamamos de personalidade aquilo que são apenas padrões repetidos até parecerem permanentes.
E quando o ego fica despido, quando não existe mais a necessidade de parecer certo, forte ou invencível, sobra uma percepção quase assustadora:
nós somos muito menos fixos do que imaginamos.
Somos feitos de fases, encontros, perdas, memórias e versões que vão surgindo e desaparecendo conforme atravessamos a vida.
Talvez o fundo do poço não seja apenas um lugar de destruição.
Talvez seja o único lugar onde a gente consegue olhar para cima sem mentir sobre a altura que caiu.
Porque lá embaixo não existe mais personagem.
Não existe imagem para sustentar.
Não existe plateia.
Existe apenas você, diante de tudo aquilo que tentou esconder, percebendo que talvez a maior ilusão nunca tenha sido o mundo lá fora.
Talvez tenha sido a ideia de que algum dia nós realmente fomos uma coisa só.
Há convites cuja recusa não é ausência, mas um refinado exercício de lucidez.
Às vezes, a melhor companhia é o silêncio escolhido, longe dos ruídos que já não acrescentam paz à existência.
Um vinho seco, a lua suspensa no infinito e a serenidade de não precisar estar onde a alma não deseja permanecer.
Há uma elegância quase filosófica em afastar-se, por vontade própria, de tudo aquilo que perturba o espírito.
Nem toda solidão é vazio; algumas são territórios de reconstrução, discernimento e liberdade.
Porque amadurecer também é compreender que presença não significa pertencimento, e distância nem sempre significa perda.
Existem noites em que contemplar a lua vale mais do que frequentar ambientes onde precisamos diminuir a nós mesmos para caber.
O silêncio, quando voluntário, reorganiza pensamentos que o excesso de vozes costuma dispersar.
E assim, entre um gole e outro, descobrimos que preservar a própria paz também é uma sofisticada forma de sabedoria.
Afinal, há recusas que não nos afastam da vida — apenas nos aproximam de nós mesmos.
"Sua raridade não depende do julgamento dos outros. Ser autêntico, independente da opinião alheia, é a sua maior excelência. Seja único.
Liturgia da Esperança.
Não foram meus demônios que me condenaram.
Eles apenas cumpriam o ofício para o qual nasceram.
Também não foi a escuridão.
Ela sempre teve a honestidade de dizer que jamais seria luz.
Minha ruína sempre teve outro nome.
Esperança.
Essa criatura indecente, que aprende a respirar mesmo depois de ser afogada.
Eu a matei incontáveis vezes.
Enterrei-a sob o peso de despedidas, de silêncios, de portas fechadas e de horizontes que nunca chegaram.
Ainda assim, ela regressava.
Não caminhando.
Florescendo.
Como uma erva daninha que faz do cadáver a sua primavera.
Que ironia.
Os homens temem o ódio.
Eu temo a esperança.
O ódio encerra batalhas.
A esperança exige que se lute outra vez.
Ela é o carrasco que veste roupas de salvação.
É a mão que acaricia enquanto conduz à mesma fogueira.
E eu, tolo sacerdote de um deus que jamais respondeu, continuo oferecendo o próprio peito como altar.
Porque basta um único raio de luz, um único sorriso, um único "talvez"...
...e todo o cemitério que construí dentro de mim começa a acreditar que ainda existe primavera.
Maldita seja.
Maldita seja essa força invisível que insiste em devolver vida àquilo que eu implorei para morrer.
Se ao menos eu pudesse esquecer como se acredita...
Talvez encontrasse paz.
Mas acreditar é uma maldição que não escolhe os otimistas.
Escolhe justamente aqueles que já perderam tudo.
Porque sabe que ninguém sofre tanto quanto aquele que conhece o gosto do abismo e, mesmo assim, ergue os olhos na direção do horizonte.
Não esperando um milagre.
Esperando apenas que, desta vez, o horizonte tenha piedade.
E é exatamente nesse instante...
quando o coração, contra toda lógica, decide acreditar outra vez...
que a esperança sorri.
Não porque veio salvar-me.
Mas porque encontrou mais um motivo para manter-me vivo o suficiente para sofrer novamente
"O inferno não é um lugar distante; ele existe aqui e agora. Habita na mente de quem espalha a mentira, na conduta de quem propaga o racismo e na alma escura de gente ruim.
"Sua beleza preta é realeza, orgulho e poder. Mulher de uma raça majestosa que não se curva ao preconceito. Diante da escuridão na alma e na consciência dos racistas, você resplandece."
A essência dá origem ao átomo, mas a digital não molda o caráter, que é invisível: somos o rastro que a alma deixa quando tenta apagar suas próprias pegadas no tempo.
Reno Fioraso
"O ser humano não se transforma apenas mudando de ideias; transforma-se mudando seu modo de estar diante da realidade."
Não há satisfação maior que perceber que com um gesto simples, podemos mudar e salvar a vida de alguém.
Quando a gente amadurece não sente mais aquela necessidade de ser aceito ou amado por alguém, simplesmente o amor e aceitação começa toda manhã ao acordar e se olhar no espelho, agradecendo a Deus por ter criado um ser humano ímpar tão abençoado.
🖤🙌🏿
IMPOSSÍVEL não dar CERTO, quando a gente tem pensamentos positivos que tem a direção do coração de DEUS...❣️
Desistir não é uma opção 🖤
Nunca desista se a tua caminhada é na companhia de Deus a vitória é certa. E não deixe que as pessoas te façam desistir daquilo que você deseja e mais quer na vida. Acredite. Tenha fé. Lute. E acima de tudo, conquiste e seja feliz❣️
O namorado não deu o valor que ela merecia.
Ela não queria o homem perfeito que idealizou, não, ela só queria um homem de verdade que soubesse dar o valor, respeito, carinho e atenção. Ela quer um homem para um relacionamento de verdade, que a ama de verdade, que tenta de verdade, que encare a vida ao lado dela de verdade, que saiba que ela é só dele de verdade, que fique com saudade quando estiverem longe um do outro. Um homem que não fique com ciúmes bobos porque ela é sua e só tem olhos para ele. Mas ele não soube ser esse homem de verdade.
