Nao Controlamos o que Sentimos
“Imagine sorrir depois de
levar um tapa na cara. Agora,
imagine fazê-lo vinte e quatro
horas por dia.”
— A Menina que roubava
livros.
"Silêncio: ausência de som ou ruído. vocábulos correlatos: quietude, calma, paz."
"Agora, mais do que nunca, o número 33 da rua Himmel tornou-se um lugar de silêncio, e não passou despercebido que o dicionário duden estava completa e profundamente errado, em especial nos seus vocábulos correlatados. O silêncio não era nem quietude nem calma, e não era paz."
Ou controlamos nossa mente e gerenciamos nossas emoções e pensamentos; ou nos tornamos reféns de nós mesmos!
Olha, não sei qual dói mais. Quando acaba, quando sentimos que acabou, ou quando a gente precisa cair na real que acabou e já faz tempo.
Recomeçar é preciso...
Não sei dizer se a vida nos cansa ou se nós é que nos sentimos fadigados às vezes da existência. Nos repetimos sempre. Ou quase. E nos lamentamos desse dia-a-dia onde nos levantamos, trabalhamos, regressamos e descansamos para no dia seguinte recomeçarmos.
Mas é essa a vida e muitos não aceitariam mudança nenhuma se a oportunidade lhes fosse oferta. Ter que recomeçar alguma coisa abala muita gente, pois mesmo a vida corriqueira e imutável causa segurança. Conhece-se os caminhos, os atalhos, os desvios, as curvas a serem evitadas.
A consciência de ter que recomeçar é que nos faz sofrer, duvidar, temer. Medimos nossa capacidade e com bastante freqüência... nossa incapacidade! Se não medirmos nada, avançaremos como as crianças avançam nos primeiros passos, titubeantes, mas orgulhosos.
A mente humana é um poderoso instrumento. Ela condiciona, impõe, impede, impele, comanda... mas nem sempre no bom sentido. Ela sente, ressente, guarda as impressões e as marcas que a vida vai fazendo ao longo dos anos. E se pensamos em recomeçar alguma coisa, ela acende a luz vermelha em sinal de atenção. Assim é que muitos paralisam-se e não fazem nada. Acomodam-se.
Porém, a vida nos impõe recomeços a cada instante e os seguimos com
naturalidade, fazemos nossa parte. Somos condicionados e nem nos questionamos.
Me pergunto então por que não nos condicionamos a viver coisas novas, experimentar nem que seja por uma vez ousar. Se é nossa mente que nos comanda e que somos donos de nós, por que não pegarmos as rédeas, o comando?
A vida desabrocha por todos os cantos e precisamos vivê-la. Mas bem vivê-la. Deus nos criou para sermos felizes, não para passarmos os dias perdidos em lamentos sem tomar atitudes.
Avança!
Recomeçar é preciso quando o que temos já não nos satisfaz. E recomeçar é sempre possível quando colocamos de lado as dúvidas, pois perdedor na vida não é quem tentou e não conseguiu, mas sim aquele que abandonou a coragem e perdeu a fé.
Perdoamos quando não sentimos mais necessidade de usar as mágoas antigas como garantia contra alguém.
A motivação em buscar a Deus não deve ser por medo do inferno, mas pelo forte amor que sentimos por Ele.
O amor é a maior fraqueza do vampiro e não somos fracos, Elijah
Nós não sentimos, e não nos importamos.
Não somos o que pensamos e sentimos. Isso se refere ao ego. Somos o silêncio interior que nada diz, e tudo é!
Hoje não há ninguém aqui exceto você, eu e o que sentimos um pelo outro.
Vamos trancar as portas, deixar o mundo lá fora, explorar nossos corações, viver o nosso amor.
Vamos lutar por isso e fazer valer a pena.
O bom de chegar aos 40 anos é que não nos sentimos mais na obrigação de seguir padrões.
Somos o que a vida nos transformou, através de nossas escolhas. E quer saber?
Se não escolhemos caminhos tão bons, podemos simplesmente recomeçar.
Porque agora, sim, estamos prontas para mostrar ao mundo que podemos ser o que quisermos e fazer o que quisermos. Não dependemos mais de ninguém.
Passamos da fase de nos importarmos com as opiniões alheias e sabemos o poder que temos.
Desculpe, mas hoje não sou só uma mulher madura, ou uma coroa.
Sou uma TOP LOBA!
Ás vezes, não acreditamos no que vemos e precisamos acreditar no que sentimos. E, se quisermos que os outros confiem em nós, precisamos sentir que nós confiamos neles. Mesmo que estejamos no escuro. Mesmo quando estamos caindo.
