Nao Controlamos o que Sentimos
Somos aquilo que sentimos e percebemos.
Se estamos zangados, somos a raiva.
Se estamos apaixonados, somos o amor.
Se contemplamos um pico nevado, somos a montanha.
Ao assistir a um programa de televisão de baixa qualidade, somos o programa de televisão.
Enquanto sonhamos, somos o sonho.
Podemos ser qualquer coisa que quisermos, mesmo sem uma varinha mágica.
We are what we feel and perceive.
If we are angry, we are the rage.
If we're in love, we are the love.
If we contemplate a snowy peak, we are the mountain.
While watching a television program of low quality, we are the TV show.
While we dream, we are dream.
We can be anything we want, even without a magic wand.
Tão estranho a forma de amar,
amamos e sentimos ciúmes,
ciúmes bobo, muitas vezes inconveniente.
Amamos e sentimos medo,
um medo de um dia estar só, de que a pessoa amada siga em viagem sem lhe presentear com uma passagem para o mesmo lugar.
Amamos e sentimos raiva,
raiva de não sermos entendidos, como se a pessoa amada tivesse a obrigação de ter o dom da premonição, e pudesse nos compreender pelo menos naquele momento que mais estamos chateados.
Amamos e sentimos muitas vezes rejeição,
pelo simples fato de não ser notado o novo corte de cabelo, a nova roupa, a nova investida.
Amamos e nos tornamos loucos,
loucos pela felicidade a dois, um mundo colorido feito para apaixonados.
Loucos pela vida, como se o hoje fosse um dos dias dos milhões que ainda viveremos.
Tão estranho a forma de amar,
Somos muitos em um só, muitos sentimentos, muitos desejos, muitos planos...
Não quero dominar o amor, quero que o amor nos domine.
Pois amor que é AMOR, é tudo... é certeza, é companhia, é amizade, é paixão, é criança, é eterno.
Tão estranho esta forma de amar,
que me perco até nos versos mais simples de um poema,
pois tem tantas formas de se escrever sobre o amor, algumas simples outras complexas,
mas todas com o mesmo sentido,
que o amor tudo supera.
Quando um amigo nos decepciona sentimos
como se estivessemos levado um soco no estômago,
mas onde vai doer bastante é no coração.
A metade dos nossos erros na vida vem do fato de que sentimos quando devemos pensar e pensamos quando devíamos sentir.
Pôr do sol é metáfora poética, e se o sentimos assim é porque sua beleza triste mora em nosso próprio corpo. Somos seres crepusculares.
Queridos mestres,
Palavra alguma pode descrever a gratidão que sentimos pela devota dedicação empenhada para nos passar o devido ensinamento. Foram tantos planejamentos, noites mal dormidas e quanta paciência para explicar várias vezes o mesmo conteúdo. Salário algum pode recompensar o bem que executaram em nossas jornadas, ao trazer conhecimento à nossa existência.
Não são apenas os médicos que salvam vidas. Quem ensinou aos renomados médicos a base do conhecimento? Quem ensinou aos cientistas a usar o raciocínio lógico? Sem professores não haveria doutores e nem ciência a ser estudada.
Os caminhos que seguiremos terão traços dos ensinamentos que recebemos em sala de aula. Talvez esqueceremos dos rostos e nomes, mas levaremos no subconsciente as lições aprendidas. Na escrita sempre terá a presença simbólica da professora querida que pegou em nossas mãos para que pudéssemos ter a coordenação para escrever. Tais evidências mostram quão preciosa é esta profissão em nossas vidas. Obrigado, queridos mestres!
É estranho, mas as coisas boas e os dias agradáveis são narrados depressa, e não há muito que ouvir sobre eles, enquanto as coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis podem dar uma boa história e levar um bom tempo para contar."
Não me encaixo no perfil de pessoa perdida e confusa. De alguma forma, sempre me encontro na minha confusão e me entendo na minha desordem.
Às vezes eu falo com a vida, às vezes é ela quem diz: qual a paz que eu não quero conservar pra tentar ser feliz?
