Nao Controlamos o que Sentimos
Vivemos para deixar, não para levar,
Deixar momentos, que nos fazem lembrar.
Deixar saudades, que o tempo não apaga,
Deixar histórias, que a vida propaga.
Deixar conhecimentos, que iluminam o ser,
Deixar transformações, que ajudam a crescer.
Deixar criações, que a alma expressa,
Deixar palavras, que o coração confessa.
Deixar pensamentos, que nos fazem refletir,
Deixar ideias, que nos fazem expandir.
Deixar sentimentos, que nos conectam no fundo,
Deixar afetos, que fazem o mundo.
E, por fim, deixar amor, em cada ação,
O maior legado, a verdadeira razão.
Não é necessário "lutar" contra a "tristeza". Lutar cansa, e o cansaço nos leva à exaustão. Quando tentamos forçar a ideia de que existe uma "tristeza" a ser enfrentada, estamos, na verdade, apenas criando um ciclo de resistência que nos desgasta. É como se estivéssemos tentando provar para nós mesmos que há algo a ser combatido, quando na verdade, o que precisamos fazer é permitir que o sentimento surja, sem resistência. Ao fazer isso, logo perceberemos que a "tristeza" que pensamos sentir não é nada além de uma ilusão criada pela nossa própria mente. Não demorará muito para entender que, muitas vezes, o que chamamos de tristeza é apenas um reflexo de nossos pensamentos, e que ao aceitá-la sem pressa de "enfrentá-la", ela se desfaz naturalmente.
Quem desiste e diz: "isso nunca vai mudar", de fato, não verá a mudança. Imagine se todos no planeta pensassem assim: "isso nunca vai mudar". Nesse caso, nada mudaria.
A verdade é que a mudança começa em cada um de nós. Ela não acontece esperando, mas sim quando decidimos transformá-la em nossa própria ação. A única pessoa que eu realmente posso mudar sou eu mesmo. O mundo ao meu redor pode não mudar da forma que eu espero, nem agora, nem daqui a cem anos, mas eu tenho o poder de mudar a mim mesmo da maneira que eu escolher.
Quando cada um de nós faz a mudança dentro de si, o mundo ao nosso redor começa a se transformar, porque a mudança verdadeira começa no indivíduo. E, ao mudar a nós mesmos, influenciamos o coletivo, criando um efeito de transformação que impacta tudo ao nosso redor.
Toda eleição, quem ganha é o eleito, não o eleitor. O eleitor, na verdade, acaba perdendo.
Ele perde direitos, porque muitas promessas feitas pelos políticos não são cumpridas. Perde dinheiro, pois o governo pode aumentar impostos ou cortar serviços importantes. Perde respeito, porque suas necessidades e opiniões são ignoradas pelos políticos que escolheu. Perde poder, porque as decisões importantes continuam nas mãos de quem está no topo, e o cidadão comum não pode participar das decisões. Perde liberdade, porque as leis e decisões do governo podem limitar suas escolhas e ações. Perde tempo, porque não vê mudanças reais que melhorem sua vida.
No fim, a vida continua igual. O cidadão trabalha, passa o tempo e não vê melhorias reais na sua vida.
O mal não existe, o sentido de mal não tem sentido, e pelo fato dele não existir, de não ter sentido, ele tenta levar o que existe, o que tem sentido, a não existir, a não ter sentido também. Só que não tem como levar o que existe a não existir, a não ter sentido, já que tudo existe, tudo tem sentido. Até quando eu digo que não tem sentido, é um sentido que eu criei.
O mal é apenas uma ilusão da nossa cabeça.
Quem não entende a vida que você quer viver também não vai entender o seu sofrimento por não viver; de qualquer forma, não vão entender, então viva!
O sentido é realizar tudo aquilo que no fundo sente vontade de fazer e viver;
E mesmo que não tenha vontade de nada, é uma vontade que deve buscar realizar.
Não costumo cobrar que os outros façam o que eu quero; procuro fazer para os outros aquilo que eu quero.
Não é na roda de amigos, nem no convívio familiar, nem na presença de pessoas que se descobre como você realmente está; quem você realmente é é na companhia solitária de si mesmo.
