Nao Controlamos o que Sentimos
“Nossas dores não são desperdiçadas, mas transformadas em propósito. Ao enfrentar lutas com consistência, a pessoa amadurece e adquire autoridade espiritual. Deus utiliza as cicatrizes das nossas maiores batalhas para forjar uma mensagem de esperança que alcançará outros. Assim, a ferida que ontem causava dor, hoje torna-se a ferramenta de cura e liderança nas mãos do Mestre.”
"Sua maturidade não apenas revela quem você é, mas atua como um filtro para quem caminhará ao seu lado. Entenda: o seu desenvolvimento pessoal é o único motor capaz de impulsionar o seu sucesso ao próximo nível."
"Não espere a noite cair para honrar o que floresceu à luz do dia. A celebração não é um epitáfio, mas um jardim que se cultiva em vida. Honre a alma, a obra e o caminho enquanto a canção ainda ressoa, pois o eco da admiração é o verdadeiro legado da presença."
Um dia me disseram que não dava, que filho de pobre só se ferrava, e que bobeira, eu quase acreditei...
Eu não confio na competência real daqueles que têm a necessidade de afirmar o tempo todo o quanto são bons e que irão vencer.
Sem perceber, eles expõem sua suas reais crenças e inseguranças sobre as próprias capacidades.
A competência real gera confiança. Ela dispensa a necessidade de autoafirmação constante.
O que fará barulho pelos competentes reais serão os seus resultados, não os seus cantos de guerra.
As pessoas são muito mais felizes quando podem ser elas mesmas. No fim a vida não tem sentido quando não poder ser você mesma.
Não é por ter caido e estar no chão que você é o único ser sem sorte e sem uma boa vivência no mundo.
lembra-se que no subsolo existe seres que estão mesmo na pior, você está sendo egoísta e fraco. Levante-se e caminhe.
Se, às vezes, me calo perante as suas ofensas e agressões não é por medo ou covardia é por respeito à mim que não mereço descer ao nível do teu desrespeito imundo.
O que é o vazio? Não é o nada, é a falta do sentido de ser ou existir. Já o nada é um lugar desocupado da razão sobre as ideias.
Bradou, bradou!
Da dor virou marca.
Este momento começou,
Grande é o canto em Harpa.
Não há mais o agora,
Fugiu a razão e foi embora.
Onde o encontrarão?
No mais inútil canto de um coração.
Beldade da existência,
Inquietante é a sua ciência.
Ser o elo entre a dor e o ser,
Na amarga rotina de viver.
Genial é um inseto.
Voa pelos ares incertos,
Não há preocupação,
Apenas resta a quietude de não saber o que sentir no coração.
Eu não aguento mais,
Viver nesse mundo voraz,
Refém da falsa paz.
Terra de aparência,
Do mal e sua essência,
O funil da decadência.
Podre é a raça humana,
Seu coração muito se engana,
Sua mente é profana.
Dor dilacerante do existir,
Buraco ao qual não vai extinguir.
A lança do pensar,
A nota de pesar.
Tal qual um sonho,
Doeu, suponho.
Ali está o eu,
Muitos dizem que morreu.
A mitologia da felicidade,
Tudo se fez vaidade.
Aqui faz uma mente,
Já se foi aqui o presente.
O diário de de um homem fiel,
De suas ideias ele virou réu.
A condenação eterna do pensar,
O cérebro corroeu o bem-estar.
Muitos indivíduos, geralmente são induzidos a fazer ações que não desejam, por puro modismo, somente para acompanhar a massa de manipulação social.
O alarme nuclear tocou,
Com isso ele acordou,
Olhou e não acreditou,
Ele era o último que restou.
O único homem vivo,
O novo nativo,
Pensando altivo,
A solidão o fez intuitivo.
Pensou e chegou a ideia,
De nada adianta ficar em apneia,
Mexeu-se e foi viver o seu eu,
Já que era a única coisa que a humanidade lhe deu.
Viu-se o levantar,
Viu-se amar,
Viu-se arruinar,
Viu-se recomeçar.
Não foi bem,
Não foi mal,
Não se fez drama,
Não fugiu da lama.
Ouçam o vento,
Ouçam o agora,
Ouçam o viver,
Ouçam o morrer.
SOU BELA, RECATADA E DO LAR!
SOU NATURALMENTE BELA... Amo-me como sou, mesmo não me achando perfeita. Nunca fui escrava da beleza, de frequentar academias, de ficar me analisando no espelho e fazendo selfies o dia inteiro. Não tenho cirurgias plásticas, tintura no cabelo, lente colorida; odeio maquiagem e exercícios localizados. A genética me favoreceu e - até o momento - me alimento de tudo sem muito engordar ou prejudicar minha saúde. Não me considero vaidosa, somente o suficiente para me sentir confortável, pois me cuido para me sentir bem e não para ser admirada. Odeio me preocupar com decotes em que preciso tapar com a mão para me curvar, saias curtas e justas em que eu tenho que ficar puxando enquanto eu ando ou cada vez que me sento, roupas transparentes demais ou agarradas demais que mostre ou marque cada detalhe do meu corpo. O fato de eu não ser vaidosa não significa que eu seja relaxada, do tipo que usa saia até o pé e camisas de mangas pra não ter que depilar as pernas e as axilas usando a desculpa de que a religião não permite. Amo perfume, mas não para substituir a higiene. Minhas roupas não são de marca, mas tem marca de patas e pelos de cachorros, é só lavar que sai... Acredito que a beleza está em não precisar ficar se enfeitando muito para ter que desmontar tudo na hora de dormir e acordar alguém irreconhecível.
SOU MODERADAMENTE RECATADA... Moderadamente porque não sou santinha e nem tenho a pretensão de ser, pois não levo jeito para ser hipócrita. Já fui sim meio porra-louca (ops, soltei um palavrão), na minha época de solteirice e juventude, fase em que nada nos intimida, amedronta e que não medimos muito as consequências dos nossos atos. Fazemos protestos por causas patéticas (e achamos bonito), nos revoltamos por idiotices, fazendo coisas que não resolvem os velhos problemas e ainda acrescentam novos. Já me importei demais com a aprovação e aceitação dos outros. Já fiz coisas para chamar a atenção e atrair admiração. Já experimentei coisas, por revolta ou mesmo curiosidade, buscando nelas um modo de ser quem eu nunca fui ou seria por causa de uma ilusória insatisfação de ser quem eu era. Eu já quis ser o que quisesse, quanto e até quando quisesse. Já quis ser o centro e o motivo das atenções. Já quis ser ouvida, falando o que vinha na cabeça e nos moldes do “doa a quem doer”. Enfim, poderia dizer que aproveitei bem tudo o que pude na juventude e solteirice, e que só me arrependo das coisas que não fiz. Já pensei assim, no entanto não penso mais. Hoje me dou ao “luxo” de ser mais recatada (no sentido de me resguardar, ser cautelosa, ponderada, criteriosa); e não só porque sou casada, mas principalmente porque ser porra-louca não me fez feliz. (Ops, falei palavrão de novo). O que ganhei sendo assim? O vício do cigarro, algumas decepções amorosas, relações oportunistas e rasas, olhares desejosos (outros invejosos e outros raivosos), noites sem dormir chorando ou “amando” quem não merecia, prazeres momentâneos de risos fáceis, fúteis e inúteis. Arrependo-me da maioria das coisas que já fiz e o que me conforta um pouco hoje é ter aprendido algumas lições, ainda que na dor, e ter tido a chance de corrigir algumas coisas sem me prejudicar ainda mais. O bom em conseguir se arrepender das coisas (e deixar de praticá-las) é ter a convicção de que não somos psicopatas, o que é um alívio! Na verdade, a ideia de prejudicar os outros sempre me incomodou e toda a minha porra-louquice prejudicou apenas a mim. (Cacete, falei palavrão mais uma vez)... Bom, eu disse que sou recatada e não santa, ok?).
SOU OPCIONALMENTE DO LAR... Fui criada pra casar, mas não tive casamento planejado e nem fui dada através de dote num casamento de conveniência. Ainda bem que algumas coisas melhoram com o tempo e o casamento por amor foi finalmente admitido (mesmo nas famílias nobres, ainda que alguns se utilizem de chantagem ameaçando deserdar filhos desprendidos de status). Fui educada pro casamento - por amor - com um homem de bem, direito, responsável, respeitoso... Enfim, atributos automáticos de quem ama... Na verdade o que minha mãe me aconselhava era casar por amor e de preferência com alguém que me quisesse como esposa pelo mesmo motivo, pois ela queria me ver uma mulher realizada. Mas paralelamente, ela me incentivava a estudar, trabalhar e buscar minha independência e realização pessoal. Muito sábia minha mãe! No entanto, nasci numa geração em que a sociedade jovem já pedia por mudanças... As meninas já não aceitavam mais serem as “Amélias”; e os meninos, quando não “saiam do armário”, exigiam dividir a conta e não abriam mais a porta do carro, afinal, as mulheres estavam ficando cada vez mais “independentes” e cada vez menos “românticas” (quando não eram interesseiras e preferiam joias em vez de flores ou caixa de bombons). E eu cresci nessa geração meio doida, sempre ficava dividida entre conservar tradições ou me livrar delas aceitando novos valores. Como ser alguém normal? Sobrevivi, tive uma boa educação em casa, me formei, trabalhei bastante (ainda trabalho) e me tornei uma mulher com muita bagagem e maturidade precoce, apesar de não parecer pra quem vê esse meu rostinho "de 15" e não conhece minha história. No entanto, meu maior sonho sempre foi o de constituir uma família. E após diversas tentativas frustradas, pude finalmente conhecer o amor. Sim hoje eu sei o que é o amor e tenho certeza de que não foi nada daquilo que vivi antes (pena ter demorado tanto para conhecê-lo). Casei-me, da forma moderninha que já está batida (juntando as escovas de dente), com um homem que não é rico e não me dá joias, porém me proporciona o que de mais precioso pode haver numa relação. Entendi o significado de ser esposa, que não é o de andar atrás (à sombra do marido), nem tampouco à frente, e sim ao lado. Tive a sorte de ter como esposo um amigo, um parceiro, um cavalheiro que faz questão e se sente honrado em ser o provedor do lar e um homem de família. Não me proíbe de trabalhar, mas tenta me proteger de ter que enfrentar estresses e aborrecimentos, seja de condução lotada, trânsito, ou de passar mais de oito horas na rua aguentando pressões externas e principalmente sem valer o esforço; tendo inclusive de lidar com o fato de que neste país talento e capacidade é o que menos importa e não enriquece ninguém. Ele me deixa a vontade para escolher, pensar, agir e fazemos isso sempre juntos... Mas tenho ciência de que a cada escolha há uma renúncia e definitivamente não quero correr o risco de sacrificar meu casamento, pois sei como é difícil chegar bem em casa depois de um dia cansativo na rua e não ter a mãe pra fazer a janta e colocar comida no seu prato. Então, sou do lar sim! Um lar de amor, paz, companheirismo, respeito, onde um não faz nada sem a aprovação do outro, onde um conhece muito bem o outro, onde um coopera com o outro e ambos trabalham juntos em prol do bom funcionamento desse lar. Um lar acima de tudo cristão no qual o Senhor habita, tendo como projeto perfeito de Deus a união da uma só carne em que um é dependente (e suficiente) ao outro e ambos de Deus.
Casamento não é negócio. Não é sociedade em que o contrato permanece enquanto se tem dinheiro ou estoque. Não foi feito pra ser “eterno enquanto dure”. Não se sustenta dos “ismos” do machismo e feminismo, ou qualquer outro fanatismo em que a motivação seja o “EU” e não o “NÓS”. Se não for um pelo outro e ambos pelo lar, melhor não casar.
Ass: uma esposa, com orgulho!
DEUS NÃO TE ABANDONOU
Tem gente olhando pra você…
e pensando que acabou…
Tem gente vendo teu silêncio…
e confundindo com fraqueza…
Mas eles não sabem…
que enquanto você chorava escondido…
DEUS estava te fortalecendo em secreto…
As marcas que você carrega…
não são sinais de derrota…
São provas…
de que o inferno tentou…
mas não conseguiu te parar!
Escuta o que o Espírito está dizendo:
Quem toca em você…
toca em alguém que tem promessa!
Quem tentou te ferir…
vai ver DEUS te levantar!
Quem pensou que você iria parar…
vai assistir teu testemunho de pé!
Receba esta palavra!
DEUS NÃO TE ABANDONOU!
Ele estava contigo no vale!
Ele estava contigo no choro!
Ele estava contigo na guerra!
E se ninguém acreditou…
Ele acreditou!
Se te fecharam portas…
Ele prepara caminhos!
Se tentaram te humilhar…
Ele vai te honrar diante dos teus olhos!
Então adore…
mesmo ferido…
Levante as mãos…
mesmo cansado…
Porque quem começou a obra…
é fiel para completar…
O nosso DEUS ainda está no controle…
