Nao Controlamos o que Sentimos
“O contato revela o paradoxo da comunicação. Mesmo quando é mútuo, não é necessariamente compartilhado.”
“Meus pecados não negam minha luz, nem minha redenção apaga minhas trevas. Habito ambas, por escolha e verdade.”
Sobre Maravilhosas Memórias:
A vida me ensinou, as duras penas, que a felicidade não se busca, ela vem até nós. Só que pegos de surpresa, não compreendemos esse momento, e subitamente a felicidade se vai, e só anos depois compreendemos o que de fato se foi.
O Apocalipse não é a destruição do mundo, é a queda das religiões todas que tentam ser donas de Deus e de como ele contataria os humanos de forma livre, sem intermediários do lucro com a Fé natural.
Não vou pagar uma de solteira bem
resolvida, tá vivendo errado quem não
tem problema nenhum na vida.
Não reclamo que o trabalho é cansativo,
no meu dia mais corrido, me dou o luxo
de relaxar com um bom filme ou livro.
Há quem pense que morrer é o fim; eu não penso assim!
A morte é uma porta de passagem que se abre para o mundo que escolhemos enquanto vivos estivemos sobre esta terra.
Morrer é apenas passar, passar desta para melhor, ou para pior, quem sabe?!
Nildinha Freitas
Há uma verdade incômoda que poucos têm coragem de encarar: a maioria das pessoas não vive, apenas reage. Seguem padrões, repetem pensamentos herdados, obedecem medos que nunca questionaram. Chamam isso de destino, quando na verdade é ausência de consciência.
Essa visão não pede fé cega exige lucidez.
Ela revela que a luz não vem de fora para te salvar. Ela nasce quando você ousa olhar para dentro sem filtros, sem desculpas, sem máscaras. Quando você encara suas próprias sombras e percebe que o maior cárcere nunca foi o mundo… foi a sua própria mente condicionada.
Ser livre não é fazer o que quer. É não ser controlado pelo que te limita.
A maioria espera um sinal, uma oportunidade, um “momento certo”. Mas o momento certo é uma ilusão confortável para quem teme agir. O poder real sempre esteve no agora na decisão consciente, firme, inegociável.
Não é sobre rebeldia vazia. É sobre a ruptura com a ignorância. É sobre recusar viver no automático. É sobre assumir a autoria da própria existência, mesmo que isso custe o conforto de pertencer ao comum.
Isso exige algo raro: responsabilidade total.
Sem culpar o passado.
Sem terceirizar o futuro.
Sem negociar com a própria consciência.
Você não é vítima do mundo.
Você é reflexo daquilo que tolera, alimenta e repete.
E aqui está o ponto que transforma tudo:
Tudo o que você não domina… te domina.
Seus pensamentos.
Seus hábitos.
Suas emoções.
Suas decisões adiadas.
O caminho não é externo. Nunca foi.
É interno, silencioso e muitas vezes solitário.
Mas é nesse caminho que você deixa de ser espectador da própria vida… e se torna criador.
Então a pergunta que permanece não é espiritual, filosófica ou abstrata.
É direta:
Você vai continuar sendo conduzido…
ou finalmente vai assumir o controle?
O homem que vive entre ovelhas esperando tornar-se lobo não percebe que já aprendeu a aceitar o matadouro. Porque a ignorância cria presas; o conhecimento cria predadores.
O amor genuíno pelos animais se manifesta quando não há exploração, escravidão, aprisionamento ou utilização deles como vigias para residências. Amar um cavalo não significa montá-lo e forçá-lo a te transportar; isso não é amor, é exploração!
Não é sua obrigação mudar alguém. Não é sua obrigação entender alguém que não se comunica. Ninguém tem bola de cristal pra saber se algo que disse machucou o outro. Se você não se comunica, não tem o direito de culpar o outro por não ver que você não gostou do que lhe foi dito.
Eu sou uma pessoa muito enigmática para mim mesma. Faz quase 15 anos que eu sou eu e ainda não sei ser eu.
