Nao Controlamos o que Sentimos

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“Difícil é esquecer quem deixou marcas que o tempo não apaga.”

Entre as cinzas do que fui, floresceu o que me tornei.
Deus não reergue ruínas — Ele cria templos onde o desespero achou que havia fim.

“A sabedoria não grita; ela sussurra. E só os que silenciam o orgulho conseguem escutá-la.”

“O sábio não tem pressa de vencer; ele tem constância para permanecer.”

“A verdadeira sabedoria não é saber tudo, mas discernir o que realmente importa.”

“Alguns bloqueiam o contato, mas não bloqueiam a verdade. Cada um segue o caminho que o coração permite, e eu sigo em paz.”

Quem decide se desafiar descobre que os limites não são barreiras, mas pontos de partida para uma nova versão de si mesmo.

Certos processos não podem ser evitados, apenas vividos.

O tamanho do seu sonho não impressiona Deus.


O que move o céu é a sua disposição de lutar, mesmo que o sonho pareça pequeno aos olhos dos homens.

"Ela me ensinou que ser forte não é não ter medo, é saber acolher o cansaço no colo e levantar no dia seguinte. Meu amor-próprio nasceu do amor que ela plantou em mim. Feliz dia para todas as leoas, lobas e anjos que chamamos de Mãe."

------------ Eliana Angel Wolf

“Buda não era Budista, Jesus não era Cristão, Krishna não era Vaishnava, Maomé não era Islamita, Eles eram professores que ensinavam AMOR.
AMOR era a religião de cada UM“.
(Autor desconhecido)

Não estou enfatuado de tristezas tão pouco presumido de alegrias, estou neutro e sem sentimento. Então posso me dirigir a minha amada e mostrar-lhe as cores da minha paz, e ela perceber a pureza da alma que lhe leva ao banquete. Não pode , não pode ser uma lembrança do passado, nós somos o próprio tapete em espelho, tu e eu matamos a abelhudice de milhões e o céu azul com as suas estrelas aparecem no nosso leito em resposta.

o que verdadeiramente importa não é quem eu sou, mas o que eu faço; é isso que define quem eu sou

⁠Emanuel Andrade não desistir

Pode estar tudo nivelado, ou com sol radiante, a vida é assim, uns dias bons, outros maus, com erros, fracassos, e coisas certas e as pessoas assertivas a nossa volta, filtramos o que é proveitoso para nós, por vezes mesmo não gostando temos que aceitar, não sabemos o propósito, a verdade é que na caminhada não possamos desistir, e vamos sentir o sabor de pequenas e grandes vitorias, umas alcançadas e outras por alcançar, a vida é uma luta constante, entre o nosso eu e o todo é um conflito que flui com um atrito entre tempo e o espaco e se manifesta na sua essência numa realidade onde paira o sopro da força do viver e do querer viver, com um padrão um código que nos liga por hierarquias, o respeito por nós e pelos outros é primordial, e a gratidão é fundamental, A forma mais coerente de agradecer é continuar...

Amor de amigo


O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.

#portugal

O ano de 2026 em Portugal ficou marcado na memória coletiva não pelos avanços tecnológicos ou metas económicas, mas pela vulnerabilidade humana perante a magnitude da natureza. O texto que partilho serve como um testemunho vívido dessa época, funcionando como um diário de uma nação que aprendeu, pela dor, que a vida é um fluxo contínuo e indomável.

Aqui está uma descrição histórica e narrativa desse período, refletindo a essência das suas palavras:

Portugal 2026: O Ano do Reencontro com a Essência
1. A Natureza como Força Implacável
Em 2026, o território português enfrentou o que muitos descreveram como o "princípio das dores" da crise climática. Não foram apenas previsões estatísticas; foram lágrimas devastadoras caídas do céu. Rios que transbordaram as suas margens, submergindo lares e transformando bens materiais — acumulados durante uma vida inteira — em nada.

Neste cenário, a sociedade portuguesa confrontou a sua impotência perante o comando da vida. Onde as palavras falharam em conter a força das águas e o sopro do vento, restou o silêncio da alma e o reconhecimento de que nada é um bem contínuo ou garantido.

2. A Transmutação do Valor
A história deste ano não se escreve pela perda financeira, mas pela mudança de paradigma. As populações, fustigadas pelo terror de verem as suas vidas destruídas, foram obrigadas a passar por metamorfoses de humor e espírito.

O Valor da Vida: Percebeu-se que o objeto só tem valor através do olhar de quem o possui. Sem a vida, o material é vazio.

O "L" de Ligação: No auge da calamidade, surgiu uma união que as crises anteriores não tinham conseguido consolidar. A "entre-ajuda" tornou-se a moeda de troca, e o amor, o único refúgio seguro contra a convulsão do mundo.

3. A Resiliência e a Espiritualidade
Perante o véu da incerteza, o povo português de 2026 encontrou-se "por sua conta". Esta solidão perante o destino forçou um olhar para o transcendente. A esperança, muitas vezes vista como uma ilusão, tornou-se o único elo de libertação para um povo que nunca se sentiu tão preso às circunstâncias.

A fé e o pedido de misericórdia deixaram de ser rituais vazios para se tornarem gritos de socorro por alívio e consolo. Aprendeu-se o "verso da moeda": a ideia de que as coisas más contêm em si a semente do crescimento e da adaptação.

Reflexão Final
Portugal em 2026 foi um país que chorou com o céu, mas que descobriu que a generosidade é o único gesto capaz de vencer a paralisia do pânico. Foi o ano em que se compreendeu que a maior proteção não vem de muros, mas da união entre corações que batem em uníssono entre a terra e o céu.

"A força da natureza não se vence por palavras, mas sim com gestos de generosidade."

Senda de Seda
Amor não se sente pelo prazer só de dar, mas também de estar e escutar o sentido de cada pulsar, Ser refúgio na turbulência e na bonança.

Podemos ser adulto e crianças para percorrer os nossos pensamentos em momentos perdidos como setas lançadas que não tem voltas direcionadas num sentido comum, forçada pela força ativa da vida sopro de vida que inspira e canaliza a uma parceria de elevar a alma a um patamar de excelência encontramos a razão de ser, sentimos emoção do prazer de querer e crer um no outro, eu e tu num senda de seda, no último sono a despertar para tudo começar sem premeditar deixa rolar, deixa tocar na tua senda de seda e morrer com espada de dois gumes para poder ressuscitar com o teu balançar.

Agora estou a sonhar mas quando acordar será que vais suportar?

O Elixir do Infinito
Nas águas turvas de um mar sem memória,
O sal que resta não seca o cansaço,
Pois nossa vida é uma eterna vitória,
Traçada em seda no abraço do espaço.
Ó Mãe, que em carta guardei o segredo,
Deste universo que em nós se desfaz,
Venci o tempo, o silêncio e o medo,
Na luz do luar que nos traz a sua paz.

Toda a conexão que a alma reclama,
É verso antigo em papel de poeira,
Onde o destino acende a sua chama,
E a voz do sangue é a única fronteira.
Não chega o oceano para o pranto estancar,
Nesta odisseia de um filho que sente,
Que a arte de amar é saber esperar,
Pelo retorno do sol no oriente.

O cosmo imenso que os olhos invade,
Reflete o rosto que a infância guardou,
Entre a matéria e a espiritualidade,
Onde o poeta o seu norte encontrou.
Na senda heroica de um ser solitário,
Que funde o digital com o barro do chão,
Fica o registro de um breve itinerário,
Escrito com sangue no meu coração.

#Abstracionismo

#PoesiaContemporanea

#Decassilabo

#EpicoArcaico

#FusaoArtistica

#ArteLisboa

O acontecer já é lindo e especial. Não precisa ser necessariamente perfeito. A perfeição não existe. Sejamos mais gratos.

⁠⁠“Somos matéria animada. Não somos duas coisas. É uma coisa só: matéria viva espiritualmente. Nem Deus – com todo respeito – pode aniquilar a alma, espiritual, imortal etc. Alma não age sem corpo, não há ação sem órgão. Não veríamos, não ouviríamos, nem pensaríamos sem cérebro. Agora, a morte. Sempre se disse a solene imbecilidade que a alma se separa do corpo, até os católicos dizem isso: ‘vamos rezar esta missa pela alma de fulano de tal’. Isso é heresia! No Concílio de Nicéia já se definiu como dogma de fé que alma sem corpo não age. Ora, se é imortal, é indestrutível e sem corpo não age, então está se exigindo a ressurreição. E isso a Parapsicologia estudou muito bem.”