Nao Controlamos o que Sentimos
Será amor?
Há momentos em que nos sentimos só, não pelo simples fato
de estarmos sozinhos em algum lugar e sim por
sentir falta de uma pessoa, uma única pessoa,
que ao mesmo tempo nos faz sentir tão bem e tão mal,
que nos mostra o qual intensamente uma pessoa pode amar
e ao mesmo tempo a imensidão da tristeza que sentimos por isto.
Ela que quando está perto nos mostra o quanto à vida é bela,
e quando se afasta, ah e quando se afasta,
mesmo sem querer vemos o seu lado mais obscuro, mais sombrio.
Essa pessoa pode ser a razão de nossa existência, porém, também
pode ser a razão de nossa ruína, do fim de nossos sonhos.
Muitas vezes nos entregamos tão intensamente a uma pessoa,
que não vivemos, sonhamos, tendo em mente uma pessoa perfeita
que está acima de tudo, dos erros, das mentiras.
Vivemos por ela ou achamos isso, não mantendo nossos pés no chão,
e fantasiamos uma realidade que provavelmente não exista...
Isolamos-nos num mundinho, que nós mesmos planejamos
em que tudo que fizemos tem um motivo, uma razão...
Que todas as loucuras, todos os caprichos,
todas as humilhações que passamos são justificáveis, pois, achamos que amamos.
Mas será que isso é amor ou é apenas obsessão por alguém.
Pois se o amor é tão bonito, um sentimento tão precioso,
por que faz tantas pessoas sofrerem?
Será que é amor? Será que ele existe?
Quando as lembranças nos lembram que não mudamos nada e ainda assim nos sentimos bem, é sinal de que estamos no caminho certo.
O relacionamento deve ser como um ninho onde sentimos segurança, conforto e amor. E não como uma gaiola, onde nos sentimos presos e dominados.
As alegrias que sentimos não nos fazem esquecer dos sofrimentos que passamos. Mas os sofrimentos que passamos nos fazem esquecer das alegrias que tivemos...
Nós não sentimos falta das pessoas em si. Nós sentimos falta de alguém, e esse alguém, por coincidência, são essas tais pessoas.
Sentimento é uma mistura de desentendimentos. Não o entendemos, mas o sentimos. Muitas vezes controláveis, noutras não. Tão mais forte que a nossa própria vontade. Tão mais intenso que nossa própria imaginação. Povoa a mente e o pensamento, sem permissão. É uma mistura de loucuras, imaginações, vontades e intensidades.
O amor é um atributo e quase não percebemos. Ele vive dentro de nós quietinho. Não o sentimos porque o amor não faz sofrer, não desconfia, não deixa dúvidas. O amor verdadeiro é sutil, ao ponto de não revelar a sua verdadeira identidade. Por ele ser assim, não conseguimos a maioria das vezes encontrá-lo.
se sentimos só quando não temos amigos e nos sentimos só quando os amigos se fazem sempre ausentes.
As vezes olhamos para uma pessoa e não conseguimos expressar em palavras o amor que sentimos, mas um olhar penetrante e sereno revela com mais clareza do que mil palavras!
Coração não deve ser frio como uma geada, ou duro como um cubo de gelo.
Mesmo quando sentimos calafrios!
Buscamos um bom café para nos aquecer.
O amor tem que ser quente como o café, que tomamos sempre juntos, valorizando nossos momentos de conversas.
Por que dizem que duas coisas nao servem frios!
O café e o amor.
Que esse calor, que ainda aquece meu coração nunca acredite que tudo terminou.
Mais sim um recomeço para reescrevermos juntos uma nova história de amor.
Neste mês de Maio sentimos-nos tocados com o amor de mãe, um amor paciente, amor bondoso, amor não invejoso, amor não chantagista nem orgulhoso, é sempre o amor de mãe não rude nem egoísta, é o amor puro que não guarda rancor (Coríntios 13:4-5).
As vezes nos sentimos mortos, mas aquelas mortes que não tem sangue, eu mesma já morri várias vezes, mas ninguém percebeu, pois não havia sangue, somente lágrimas e isso é indiferente aos olhos de quem finge te amar.
Magoar uma pessoa é fácil, o difícil é que, quando sentimos falta dela e, ela já não está mais em nossas vidas.
Cuidado!
Algumas coisas levam tempo, outras, o tempo leva.
