Nao Controlamos o que Sentimos
A preocupação com a boa impressão tem sido uma inquietação constante para todos nós. No entanto não é para ser assim. Seria suficiente apenas pressionar bem o polegar sobre uma almofada, a qual se tenha certeza que é nova e comprimir bem sobre o documento oficial, tendo o cuidado de não borrar. Mas também é preciso ter cuidado com outra coisa, se no caso o que se exige é a assinatura será um tremendo mico apelar para impressão digital.
Tenha sempre a certeza de uma coisa: Deus não te daria provas na qual você não seria capaz de superá-las.
Os sonhos não devem interferir a felicidade, mas que a realidade não te proiba de sonhar. Que o amor não te faça sofrer mas que o medo da dor não te proiba de amar. que o amor faça de você a pessoa mais feliz do mundo, e que o brilho do teu olhar e a alegria do teu sorriso nunca apague diante de qualquer que seja o seu maior problema. Não se deixe enganar pelas belezas que você consegue enxergar, mas semplismente siga o caminho do seu coração, q felicidade estará no final deste rumo.
A árvore da serra
— As árvores, meu filho, não têm alma!
E esta árvore me serve de empecilho...
É preciso cortá-la, pois, meu filho,
Para que eu tenha uma velhice calma!
— Meu pai, por que sua ira não se acalma?!
Não vê que em tudo existe o mesmo brilho?!
Deus pôs almas nos cedros, no junquilho.
Esta árvore, meu pai, possui minh'alma!
— Disse — e ajoelhou-se, numa rogativa:
Não mate a árvore, pai, para que eu viva!
E quando a árvore, olhando a pátria serra,
Caiu aos golpes do machado bronco,
O moço triste se abraçou com o tronco
E nunca mais se levantou da terra!
NÃO ENVELHECE
Já houve um tempo que a cidade não tinha idade,
Pra ela o tempo que conta parecia não andar,
Nem para frente nem para traz, ela era estática,
E ninguém se queixava, não se buscava novidades.
Bom era como era. As mesmas andorinhas voando,
As mesmas fontes luminosas, azuis jorrando,
Água renovada, não por química, com peneira, coando.
Os mesmos mendigos, tão conhecidos, passando.
Já houve um tempo em a cidade era deserta e fértil,
Os mesmos bêbados pingentes pelas nas calçadas,
Já quando o tempo se avançava, a lua imersa,
Dentro das águas refletia já o sol que raia,
Já houve um tempo em os dias da cidade, velha
Até pareciam não saírem de uma semana, um dia,
E assim o tempo era coisa que ninguém vela,
Só se adornava e se velava era só a nova vida.
