Nao Conto Detalhes e muito menos
Quando eu sumo
Quando eu sumo,
não é pra esquecer o mundo,
é pra tentar me lembrar de mim.
Me perco em pensamentos fundos,
me escondo de olhares rasos,
me calo porque gritar não resolve.
Levo a dor no bolso,
o cansaço nos ombros,
e a esperança… bem guardada,
mas ainda viva.
Escrever é meu abrigo,
minha conversa mais sincera,
meu jeito de existir sem pedir permissão.
Entre rimas e silêncios,
me escuto pela primeira vez,
e mesmo ferido,
me reconheço.
Filha, Eu não te escolhi porque você era forte — Eu te faço forte porque te escolhi.
E sei que às vezes você cansa de ser “forte”, de ser “referência”, de ser “exemplo”.
Eu vejo quando você chora baixinho pra não acordar a casa, quando seus olhos buscam alguém que diga: “vem aqui, descansa também.”
Então vem! Eu Sou teu colo!
Você se pergunta “por que me abandonaram?” Mas Deus te diz: algumas pessoas não te abandonaram, Eu as tirei.
Porque estou levando você a lugares onde nem todo coração está pronto pra ir.
Porque o novo que estou gerando em você exige leveza, e tem laços que, se não forem desfeitos, viram nós.
Te quero e você não sabe
Te espero e você não sabe
Te observo e você nem
Imagina
Seu sorriso é encantador
E quando eu vejo
Eu não aguento
E souto um sorriso
Imaginando se um
Dia poderei ver este
Sorriso na minha frente
Sorriso de menino
Sorriso doce
Mas com atitude
De homem.
Carta que nunca te entreguei
Você chegou como quem não pretende ficar, mas sem perceber, foi ficando. Aproximou-se com a naturalidade de quem conversa com o vento — leve, imprevisível, e ainda assim, marcante. E eu, que vivia em silêncio, me vi ouvindo você como quem escuta uma canção pela primeira vez: atento, curioso, encantado.
Antes de você, eu era só mais um entre muitos. Não havia laços, apenas presenças passageiras. Ninguém permanecia. Mas então você veio, e pela primeira vez, senti que alguém me via — de verdade. Com você, até a solidão parecia ter sentido.
Seu sorriso era como o sol invadindo um quarto escuro. Seu jeito de falar, as pequenas expressões, a maneira como olhava o mundo… tudo em você era poesia sem rima, mas com alma. Me encantei. Me entreguei. E mais do que isso, te amei.
Não daquele amor romântico dos filmes, mas do tipo que escuta, que cuida, que espera em silêncio — mesmo quando está doendo. Acreditei que o destino havia costurado algo entre nós. Que o universo, por um breve instante, havia sido generoso comigo.
Mas o tempo mostrou que nem tudo que brilha permanece. Vieram novas pessoas, novas histórias. E com elas, você foi se afastando. Dando mais de si a quem não sabia te ler. E quando se partia, quando o mundo te quebrava, você voltava.
E eu te recebia. Sem cobranças. Sem perguntas. Porque no fundo, sempre preferi te ter por instantes do que te perder por completo.
Você me contava tudo: seus dias, suas dores, suas confissões noturnas. Mas, aos poucos, o som da sua voz foi se tornando raro. As mensagens se espaçaram. As palavras viraram ausências. E mais uma vez, me vi esperando.
Esperando… você.
Talvez por esperança. Talvez por amor. Talvez por tolice.
Mesmo sabendo que, se voltar, é possível que me troque de novo. E mesmo assim… estarei aqui.
Porque amar, às vezes, é aceitar ser esquecido… e ainda assim lembrar.
Com tudo o que restou de mim,
Aquele que nunca deixou de te esperar.
Por que deveria pedir desculpas por existir ou por ser diferente?
Não preciso da aceitação dos demais para viver.
Somos seres humanos únicos, cada um com seus detalhes, suas virtudes, qualidades e defeitos.
Somos especiais por sermos diferentes.
Que graça teria um planeta com seres idênticos e com as mesmas ações?
Prefiro o meu mundo, as minhas ações, os meus pensamentos, os meus sentimentos.
Vejo o Amor em tudo, a beleza em tudo; primeiro, comece vendo o Bem para depois ver o que não é tão bom.
Tem dias .
Tem dias que o silêncio grita mais do que qualquer discussão. Não é só sobre não ter dinheiro… é sobre não ter escolha. Sobre inventar desculpas pra não ir, quando na verdade o bolso é quem responde primeiro. É sobre não ser chamado, porque já imaginam a resposta.
Nos últimos meses, o coração foi terreno de guerra: trapaças disfarçadas de acordos, traições que vestiam a roupa do amor e promessas que só existiram na boca de quem nunca quis cumpri-las.
É estranho como a falta de dinheiro não pesa só no bolso, mas na alma. Ela tira o ar, fecha as portas, e obriga o homem a engolir seco a vontade de sumir, só pra respirar em outro lugar onde ninguém o conheça.
Mas o homem que passa por isso e ainda se mantém de pé, sem devolver ao mundo o que o mundo jogou nele…
esse carrega uma força que ninguém enxerga, mas que um dia vai calar todas as vozes que o fizeram se sentir pequeno.
" IDADE "
Beleza, charme, eu sei, não tem idade!...
Quem bem se cuida é prova contundente
de ser possível, fato que é evidente,
manter-se o belo até à maturidade!
É na alta estima que se vê patente
que o belo vai além da mocidade
e se preserva, sim, é bem verdade,
até o envelhecer, naturalmente.
Não te descuide, pois, nem te abandone
ou deixe que o viver te desmorone
no que há de belo em ti, dado em herança…
Presentes ficam, pois, charme e beleza
seguindo o que é normal da natureza
quer mesmo quando o tempo atroz avança!
"A Fúria que Não Tem Nome"
(versos de fogo para uma alma que já cansou de engolir fumaça)
I
Há um nó aqui dentro.
Não sei há quanto tempo ele mora em mim,
mas sei que ele cresceu.
Como tumor que ninguém vê,
mas todo mundo sente o cheiro.
Um cheiro doce de podridão.
Um perfume de promessas esquecidas,
de perdões que eu concedi,
mas que ninguém nunca me pediu.
II
Quantas vezes calei?
Mais do que se conta com dedos,
mais do que se escreve com sangue.
Porque sim, já sangrei.
E ninguém percebeu.
Ou perceberam...
mas disseram que era drama.
III
Eles sempre dizem.
Drama.
Mimimi.
Vitimismo.
Mas não vi ninguém rindo quando precisei sorrir por todos.
Não vi ajuda quando o peso era meu,
mas as mãos? Nunca.
IV
Segura tua raiva, diziam.
Seja maior.
Engole.
Sorria.
Concilie.
Ceda.
Por quê?
Por que sempre eu?
Por que sempre os bons precisam ajoelhar?
Por que sempre quem ama é quem apanha mais?
V
Ah, como me disseram que isso passaria.
Que o tempo cura.
Mas o tempo só deixa a ferida cheirar mais forte.
Ela não cicatriza.
Ela lateja.
Ela me acorda às 3 da manhã,
quando lembro do que fiz por quem não faria nada por mim.
VI
Fui escudo.
Fui abrigo.
Fui chão.
E agora sou caco.
Cacos que ninguém quer varrer.
Porque ferem.
E ninguém quer se cortar com os pedaços da dor que causaram.
VII
Quanta covardia com nome de amor.
Quantas mentiras com cheiro de cuidado.
Quantas mãos estendidas, mas só para me empurrar.
VIII
Sabe aquela vontade de gritar?
Ela já virou música dentro de mim.
Sinfonia de gritos mudos.
Orquestra de socos que nunca dei.
De tapas que minha alma levou —
e que ninguém viu,
porque eram com palavras.
E palavras doem mais.
IX
Às vezes quero quebrar tudo.
Mas não por fúria.
Por justiça.
Por sanidade.
Por mim.
X
Já perdi a conta de quantas vezes repeti:
"tá tudo bem."
Mentira.
Nunca esteve.
Mas era mais fácil assim.
Mais fácil do que explicar um coração que transborda raiva
e ninguém quer ouvir.
XI
Agora chega.
Se você leu até aqui,
sinta.
Não fuja.
Essa ardência nos olhos não é fraqueza.
É acúmulo.
É história.
É verdade que ninguém quis escutar.
XII
Deixa arder.
Deixa queime.
Não por vingança.
Por libertação.
Mas escolha bem:
não se torne quem te quebrou.
Não mude tua essência —
mude tua direção.
XIII
O ódio, sim, é uma faca.
Mas quem segura decide onde cortar.
Se nas correntes…
ou nos outros.
XIV
Olha em volta.
Olha dentro.
Lembra de tudo.
Lembra de cada vez que engoliu seco.
De cada ‘deixa pra lá’.
De cada ‘tanto faz’.
De cada ‘isso passa’.
XV
Agora, grita por dentro.
Mas grita alto.
Até que só reste o eco.
Até que tua garganta interna sangre.
E então…
silêncio.
XVI
Porque depois do grito, vem a decisão.
Não te direi quem merece tua fúria.
Teu ódio.
Tua ruptura.
Teu fim.
Mas eu sei que você sabe.
E saber já é o começo da vingança que liberta.
Mas… e se não for erro?
E se a dor só vem porque eu ainda estou aprendendo a lidar com ela?
E se o problema nunca foi sentir demais, e sim me julgar tanto por isso?
Eu sei que pra ele pode ter sido casual.
E talvez o gesto de carinho dele tenha sido só isso: um gesto.
Mas pra mim foi entrada. Convite. Abertura.
E o difícil é aceitar que nem tudo que me toca, toca o outro.
Que nem tudo que me aquece, aquece quem estava do meu lado.
Que às vezes eu sou o único que está com os olhos fechados no abraço — e tudo bem.
Eu estou aprendendo que a minha intensidade não é erro de fábrica.
É só um traço da minha forma de existir.
Mas eu posso, sim, aprender a acolher essa parte de mim com mais calma. Posso olhar para minha urgência com menos culpa, e mais compaixão.
Eu não preciso apagar meu fogo.
Só aprender a não me queimar toda vez que alguém não quer se aquecer nele.
E isso também é autocuidado.
A beleza dela
Minha flor, você não é “linda” ou “bela”. Deus presenciou toda a beleza de sua criação e, de todas elas, a mais bela que Ele criou foi você. Não falo de beleza física, até porque isso qualquer um consegue ter. Em você há uma beleza que não há em nenhum outro ser, uma beleza que só eu tenho olhos para ver — e é isso que a torna tão especial.
No começo da vida não se nota
O quanto que ela passa tão dipressa,
Se a vida vivida não regressa
Juventude o tempo sempre esgota,
A lembrança se torna tão remota
Que o presente é futuro impreciso;
A velhice lhe esgota sem aviso
Faz a gente voltar a ser menino,
Nem riqueza nos livra do destino,
De um dia descer ao contrapiso.
👆👆👆👆👆👆
Léo Poeta
(14/04/2025)
Amizade: Coisa Louca coisa Linda
Amizade, meu caro, não dá pra explicar,
É tipo Wi-Fi: não se vê, mas às vezes dá pra confiar. Kkkk
No decorrer dos dias vividos encontramos pérolas das quais queremos levar pra toda vida, alguns vamos perdendo ao longo da estrada, uns entram e logo saem e não fazem falta.
Outros mesmo saindo de repente e do nada, deixam na memória a risada, ou a piada.
É como rir da piada ruim sem precisar fingir,
É saber o caos e ainda assim não fugir. É ter a paciência na impaciência de explicar pra quem não entendeu, alguém feito eu.
É amigo que chega sem ser convidado,
Come teu lanche e ainda sai de liso coitado.
Principalmente se tiver — por sorte ou desejo —
Na mesa o famoso palito de queijo!
É filosofia de bar, um debate profundo,
Sobre pizza, banana e café
Ou se o tempo existe, ou é só invenção
Em momentos um segura tua decepção.
E tem dias em grupo que é só energia boa,
Com códigos, risadas e minutos meio à toa.
Tem dias que se junta e ninguém se aproxima —
É dia reservado: Clube das Luluzinha!
Ah!!!Amigo é um espelho que reflete o real,
Mas também é filtro pro dia mal.
Te mostra quem és com sinceridade,
E ainda te zoa com lealdade.
É quem dança no ritmo teu,
É quase um parente que a vida te deu.
É caos, é colo, é farra e missão,
E quem come teu palito de queijo sem pedir permissão.
Então valorize essa gente esquisita, mesmo sendo pobres deixam a vida mais rica
Quem entra na tua história e vira favorita.
Porque no fim — olha só que verdade! —
A vida é melhor… com boa amizade.
T.lauren
" DISTANTE "
Se foi! Distante vai na longa estrada
e já não tem mais volta ao que antes era!
Se fez simples momento, uma quimera
a ser posta de lado e abandonada!
Deixou, como registro nessa esfera,
resquícios, cicatrizes da jornada
porquanto a alma inquieta, ali, marcada,
neste abandono insiste, em triste espera.
As gotas de um riacho correm, leves,
cientes que os instantes curtos, breves,
não mais retornarão ao leito de águas…
Distante vai, na longa estrada, o amor
deixando, aos lábios teus, o dissabor
e o gosto tão amargo de tuas mágoas!
@poetaesoneto - @s.juniorpaulo
https://poesiaemsonetos.blogspot.com
https://aquisonetos.blogspot.com
"Onde descansam os sonhos e cantam os passarinhos"
Descansam os sonhos onde não há forma.
Onde o silêncio tem corpo e respira.
Onde o mundo não exige nome, nem explicação, nem fim.
Ali, naquela fresta entre um pensamento e outro,
os sonhos se deitam — exaustos da lógica —
e adormecem no colo da intuição.
É lá que eles existem de verdade:
sem o peso da realização,
sem o fardo da espera.
São sonhos livres, sem pressa de acontecer.
E talvez nunca aconteçam.
Mas isso não importa,
porque ali, naquele repouso invisível,
eles já são inteiros.
Os passarinhos não cantam só por alegria.
Cantar, para eles, é necessidade,
é o modo como atravessam o mundo
sem se tornarem pesados.
Cantar é sobreviver à existência.
E, quando cantam, desarrumam o ar,
quebram o tempo,
incomodam a rotina das pedras.
Os sonhos descansam no mesmo lugar
onde os passarinhos cantam:
num espaço que não se vê, mas se sente.
Um espaço que mora dentro da gente —
mas que só se revela quando a gente para.
Para de correr, de entender, de ter.
E apenas sente.
É aí que tudo acontece:
onde a vida não é vida como conhecemos,
mas é mais viva do que tudo.
Onde não há promessas,
mas há presença.
Onde não há certezas,
mas há fé.
E talvez esse seja o verdadeiro lugar dos sonhos:
não na realização,
mas na liberdade de serem o que são.
Como os passarinhos,
que não precisam explicar seu canto
para que ele transforme o mundo.
**A vida não avisa.**
Ela observa em silêncio. Vê o prepotente subir, cheio de si, acreditando que nada o derruba. Vê o olhar altivo, a fala cortante, a mania de achar que tudo gira em torno do próprio querer.
Mas a vida… ah, a vida tem um jeito sutil de ensinar o que ninguém quer aprender.
Ela não grita. Não ameaça. Só espera o momento certo.
E quando vem, não pede licença.
Chega como vento que derruba castelo de cartas. Como queda que não avisa o chão.
E ali, no meio dos escombros da própria arrogância, o prepotente entende — tarde demais às vezes — que grandeza de verdade não se mede no volume da voz, nem na pose. Se mede na humildade de reconhecer que ninguém é maior que o próximo.
Porque a vida pode até permitir a subida…
Mas é a humildade que garante a permanência lá em cima.
A frustração de estar tão perto,
E sentir-se mantido à distância,
Por não ter um tratamento diferente,
Mesmo que você sinta-se especial.
Me arrisco por estar tão perto,
De atender seus apelos,
Sendo eles meus desejos,
Mesmo que mal realizados.
Porquê eu te faria isso,
Se não faço isso com todos?
Por nada, respondo...
Uma angústia é a tua verdade,
Uma faca é a tua sinceridade,
Enganosa é a minha amizade.
Não existe poder maior para mudar a nossa vida do que a consciência da presença poderosa de Deus dentro de nós… só esta pequena percepção já muda nossos pensamentos, sentimentos e ações.
Tudo muda!!!
Quanto maior este entendimento, maior é a consagração, santificação, mudança de caráter, personalidade sob o domínio do Espírito Santo.
ENTENDA…
COMPREENDA…
BUSQUE…
CONQUISTE!
Eu não sei amar em silêncio,
nem gostar em prestações.
O que sinto transborda —
meu copo sempre estará cheio.
Meus sentimentos chegam como tempestade com trilha sonora,
intensidade, caos e harmonia.
Sou completa —
sou inteira,
sou complexa,
sou absoluta.
E mesmo que tentassem me reduzir a pequenos frascos,
eu continuaria inteira,
em cada gota.
– J.
Quando o Presente Vira Lembrança
Enquanto estamos no presente, não percebemos o quão bom é viver aquele momento de alma e corpo — às vezes, um simples instante com alguém que você ama de verdade.
O tempo passa e, quando se vê, já se foram dez anos desde que você deixou de ser criança. Já se foram dez anos desde o último momento com aquela pessoa. Já faz tempo que você não aprende algo novo com ela.
As circunstâncias não são mais as mesmas. O amor não esfria, mas os momentos se tornam lembranças — e nunca mais se tornam reais.
Você já não sabe o que é lembrança e o que é imaginação.
Passaram-se vinte anos. E já faz cinco anos que você não a(o) vê, não a(o) abraça, pelo menos.
Ela(e) já não vive no mesmo mundo que você.
E quando você, em sua rotina livre de muitas emoções, se dá conta…
Percebe que já esqueceu a voz deles, as risadas, os momentos.
Tudo o que eles faziam por você.
Você já não lembra que os amava de verdade.
Nunca sequer prestou atenção que ainda dava para amá-los, demonstrar o amor — mesmo que as circunstâncias não conspirassem a favor.
Pode não ser tarde demais, mas lembre-se: nada é para sempre.
“O pra sempre, sempre acaba.”
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