Nao Conto Detalhes e muito menos
Motivos para não ficar com Victor:
1. Ele já beijou mais meninas do que posso contar com todos os meus dedos.
2. Ele bebe e usa drogas.
3. Posso não passar em medicina, já que estou focando no que não importa.
4. Eu posso voltar a cantar, pois ele faz com que eu deseje cantar e ser injusta com o meu eu do passado que prometeu que nunca mais iria cantar.
5. Posso arrumar várias confusões com meus pais, já que sei que meu pai não me aprova.
6. Ele me faz desejar ser mais feliz e eu já sou o suficientemente feliz
7. Posso me apaixonar ainda mais
8. E eu prometi com meu pai que entre eu e Victor nunca aconteceria nada
9. Posso sofrer
10. Tenho medo de ser errado
Querido Deus,
Sempre achei que vermelho não combinasse com lilás até que vi o lindo amanhecer que o Senhor preparou para me saudar.
Que esse dia seja vivido na paz e no amor!
Dear God,
I always thought red not matched with lilac... until I saw the beautiful Sunrise that the Lord has prepared to greet me. That this day be lived in the peace and love.
Sonhe acordado..!
Olha, não se dê por vencido...
Não deixe a dor te consumir!
Não se culpe pelo tempo perdido,
Nem pelos erros cometidos..
Sonhe lindo,
Sonhe colorido..
Sonhe com as estrelas..
Sonhe acordado..!
Porque os sonhos não tem data de fabricação e nem de validade..
Não tem dia e nem tem hora para acontecer..!!
Não desista respire fundo, tenta, tenta e recomeça...!!
..
Se você quer ser um ser humano completo, uma pessoa de sucesso, não perca seu tempo com futilidades, ideias pequenas que te ajudam a estacionar na vida, te atrapalhando a usar a criatividade construtiva a seu favor.
Busque diariamente algo que agrega,,que realmente vai acrescentar na sua vida pessoal, nos seus relacionamentos sejam eles de amizades, um namoro ou no seu casamento, que irá trazer benefícios também na sua vida espiritual e profissional.
Amor, não lute para sair de mim,,,,,,Para eliminar-me da tua mente.
Só eu sei o que o meu coração sente!— Tu és o meu Sol, o meu tudo, enfim!.....Hoje, a ausência é um mal necessário...Serei algum dia a tua salvação;.....Teu nome d´ouro, no meu dicionário,,,,,,de mansinho, faz brilhar o meu coração.......Teu pulso, desordenadamente,,,,,,,,Não se preocupa com o tempo que é vão;.......Assim estarei sempre na tua mente
Seguirei teus passos na escuridão.
Este poema foi escrito as 22:30 min. hs as 27/10/2017
Auotr: © Ivan Dionizio da Cruz.
Impossível é olhar para o céu e não se emocionar.
Parar no tempo e deixar de acreditar.
Seguir sem forças para lutar.
Inacreditável é o sujeito que vive sem esperança no amanhã.
Quem não reconhece o seu valor e estagnado padece.
Invencível é a forma com que trabalho a minha fé.
Indecifrável é o brilho do meu olhar, mesmo em dias de tormenta.
Ausenta-te se não queres me tocar feito brisa, cala-te se não for para me oferecer rosas em forma de palavras, corre se trouxer consigo o medo ao meu encontro.
Eu sou mais forte do que nunca, agora, tenho em mim a paz, de eternamente viver.
Autor: Vitor Ávila — com Viviane Freitas e Ivani Lemos.
Se está passando hoje por qualquer tipo de dificuldade saiba:
Não há mal que dure para sempre.
Continue buscando motivos para se sentir alegre, segue plantando o bem e lutando mesmo em meio as mais fortes tempestades, porque semente boa sempre cresce e dá excelentes frutos para uma colheita feliz.
Espiritualidade Maior no comando...
SEMPRE!
Sintonize seus pensamentos na frequência positiva.
Louise Figueiredo
_______________________________________________🌾🌷🌾🌷🌾🌷
Solte, deixe ir o que não se encaixa mais na sua vida.
Pare de adiar o bem no seu caminho. A sua paz depende de você, das suas decisões e atitudes.
Abra espaço ao que o universo tem a te oferecer.
Confia em Deus. Confia em você, na sua capacidade e merecimento do melhor.
Seja feliz....porque você merece!
__________Louise Figueiredo
Até onde esse sopro me leva eu não sei, talvez não saiba nem ao mais onde estou, mas sei onde quero chegar, não vem de mim. Vou ver o mar enquanto o céu aberto me abrir os olhos, vou tomar banho de chuva no frio da meia noite, lavar minha pele daquilo que me diverte, me distrai, eu sei, conheço quem verdadeiramente me ama, conheço Quem também.
Meus olhos vermelhos de choro, entorpecidos de vida, minha vida que escorre.
A lua está sorrindo, você não vê?
que Tudo nos abençoe.
Desculpa, eu sei que não faz sentido te escrever agora e já faz tempo desde que esse sentido sumiu. (…) Mas é que hoje tem tanta gente aqui e ninguém me vê… Você me viu num momento desses e é do seu olhar que eu sinto falta. Do mundo parando só pra você ser meu. (…)
Desculpa, eu sei que te incomodo ligando sem parar no seu celular pra dizer nada. Mas sua voz faz a corrida maluca do meu cérebro parar. Cura minhas náuseas da angústia de não saber. E você é tão educado, tão carinhoso. Finge que não atrapalho e pergunta se pode me ligar depois…
(…)
Eu não deixo você seguir em frente, não é?
(…)
Não desiste de mim. Por trás de tanta indecisão tem alguém que precisa de companhia mesmo fingindo que não. Tem alguém que odeia todo mundo num segundo e chora de saudades de todos no segundo seguinte. E de você principalmente. Desculpa. Eu realmente não queria ser assim pra você.
Traidoras...
Elas voltaram.
Ou talvez sempre tenham estado aqui, e eu fingisse que não as sentia. Talvez me tenha acostumado à sua presença e tenha passado os últimos tempos sem lhes dar grande importância.
Aprendi a finta-las. Deixei-as estar como que adormecidas. Descobri como as manter enfraquecidas…como que anestesiadas. Como se não estivessem aqui.
Por momentos acreditei que finalmente pararam de me atormentar. Deixei de sentir aquele odor constante e teimoso que se entranha no corpo e nos oferece sofrimento. Por instantes acreditei que se tinham ido, que se perderam por aí num outro corpo qualquer e esqueceram o caminho de volta.
Mas fui fintada. Fintada por elas. Eu, que outrora me julguei protagonista da finta perfeita.
E hoje lá estão elas…acordadas, despertas e dispostas a corroer mais um pouco de mim.
Não sei ao certo se elas escolhem o momento para se declararem habitantes de mim própria, se me apanham fraquezas ou se sabem quando estou mais vulnerável a elas.
Sim…elas vivem em mim, e hoje devem sentir-se com um poder qualquer sobre a minha pessoa porque não me largam.
Mas eu não as quero. Não quero. Não as pedi. Não fui eu quem as acordou. E se acordaram por si só, não quis em nenhum momento alimenta-las.
Estão aqui, mas não as quero. Tapo os olhos para não as ver. Não as quero. São intrusas.
Traidoras. Quiseram lá saber da minha vontade. Como se estivessem este tempo todo à espreita. Como se soubessem que mais tarde ou mais cedo seriam rainhas no meu aglomerado de emoções.
Traidoras. Passeiam-se astuciosamente cá por dentro como se eu lhes pertencesse. São devastadoras. Parece que voltam sempre mais fortes depois de permanecerem muito tempo escondidas.
E aqui estão elas a vandalizar a minha alma de tal forma, que não sei se quem escreve este pequeno desabafo… sou eu… ou se são elas.
Elas…as saudades.
Lembrar-me de ti assim tão assiduamente deprime-me.
Não sei o que isto é, mas eu sempre disse que quando sentisse que me trarias algum tipo de sentimento negativo, te queria fora da minha vida.
Chegado esse momento é altura de arrumar a nossa história numa gaveta daquelas gigantes, fechar todos os guiões possíveis e lutar contra a possível vontade de os reabrir.
Achamos que não esperamos nada e quando damos conta estamos sempre à espera de alguma coisa. Depois somos confrontados com uma indiferença que não esperávamos.
Já não perco o meu tempo a tentar entender os enigmas, as coisas ocultas, as ligações secretas. São perguntas sem resposta. Ou talvez nem seja nada disto. Quem sabe as respostas são bem mais simples do que as perguntas, porém difíceis de acreditar? A seu tempo teremos consciência do que tudo isto significa. Vamos conhecer os fins, os objectivos e os propósitos. Já me ocorreu que fosse o destino a dar o ar da sua graça e pregar-me mais uma das suas partidas.
Já sei que haverá pessoas que vão dizer-me, que agora estou a culpar o destino de caminhos onde fui parar pelo meu próprio pé e sem qualquer mão do destino.
E provavelmente têm a sua razão… e eu…eu estou só à espera de encontrar a minha. Afinal estamos sempre à espera de alguma coisa. Alguma coisa que às vezes se traduz em alguém.
Dueto Dia das Mães
O porquê das Mães?
Por que Deus permite que as mães vão embora?
Mãe não tem limite, mãe não tem hora.
Por que minha mãe não tem coroa?
Rainha verdadeira não precisa disso.
Por que Deus se lembra de levá-la um dia?
Porque sabe que seus filhos estão em boa companhia.
Se um dia o sol parar de brilhar,
E o sol nunca mais aparecer é sinal que consegui te esquecer
Mas se isso não acontecer é sinal que ainda amo você.
Certa vez perguntaram-me como eu definiria a diferença de amar e se apaixonar, e eu não poderia explicar da melhor forma senão por uma analogia.
Imagine então um jovem que sonhava em ser um músico dentro de uma loja de música olhando para todos os instrumentos, ouvindo falar de diversos tipos e tamanhos , suas histórias e seus grandes músicos. O jovem ficara encantado por todos, seus olhos brilharam com todos eles e com todas as informações sobre os mesmos... mas até ver um violino que pra ele parecera perfeito já de longe em um canto que não chamava muito atenção dos clientes que ali entravam. Agora pense... todos os instrumentos quando novos são lindos, cada um com sua beleza, muito vistosos, encerados e brilhantes, mas foi por aquele violino que o jovem se apaixonara.
Levando-o para casa, o jovem muito feliz não vê a hora de poder mostrá-lo à sua família, seus amigos, arrumar um lugar muito bonito para guardá-lo em segurança, mas a sua maior ansiedade era tocá-lo pela primeira vez de tão apaixonado que ele ficou por seu violino. Ele não tentava tocar o violino por medo de estragar algo que não compreendesse, então se inscrevera em aulas. Quando já confiante de que não poderia estragar nada, o jovem ansiosamente foi tocar seu instrumento pela primeira vez e quando começou a tocar, fechou os olhos e sorriu... e se apaixonou pelo som das suas cordas que para o músico, apaixonado pelo violino, era um som doce e suave, lindo e perfeito... e a partir dali nascia uma grande história.
O jovem começou a dedicar cada vez mais horas de seu tempo ao violino. Sonhava em se tornar um grande músico profissional e tocar em uma grande orquestra, então começou a planejar como isso poderia acontecer. Praticava durante horas e horas todos os dias incansavelmente.
O jovem escolhia músicas cada vez difíceis para praticar, músicas cada vez mais importantes para tocar em seu violino. Fissurado e obcecado, começou a dormir mal e comer mal porque só queria tocar seu violino e poder praticar mais, qualquer outra coisa que ele fizesse era perca de tempo, em sua opinião, o tempo que ele não praticasse com seu violino era tempo perdido de sua vida. O jovem não saía mais, não visitava mais seus amigos, não saía do seu quarto, onde praticava em seu violino.
Ele não cansava nunca e não desistia, mesmo com sono, fome ou solidão, mesmo com dedos machucados e braços cansados, ele não parava. Começou a tocar músicas extremamente difíceis cujas quais ele não conseguia tocar porque precisava praticar mais e mais. Ficava irritado e se irava ao ver que não conseguia e praticava mais e mais de tão apaixonado que o jovem era por seu violino.
Tempos depois, o jovem tornara-se um homem considerado um dos maiores músicos do momento, e em meio a tantas viagens e tantos shows, às vezes seu violino quebrava alguma corda e durante sua carreira o jovem teve de tocar incontáveis violinos, cada um com um timbre diferente, de formatos e vernizes maravilhosos, alguns com efeitos ou cordas mais macias, os sons de todos esses violinos o encantavam porque de fato eram magníficos, mas nenhum violino fazia o jovem fechar os olhos e sorrir enquanto tocava.
Esse jovem um dia foi convidado a tocar em uma orquestra... a orquestra dos seus sonhos, aquela em que o jovem era apaixonado desde o começo e o organizador perguntou se ele tinha preferência por algum violino ou alguma especificação para a escolha de que violino iria tocar na orquestra mais importante de sua vida... e o jovem disse que não tinha nenhuma preferência nem especificação.
No dia em que ia tocar na orquestra que o jovem sempre almejou e sonhou, o jovem aparece com sua malinha velha com seu violino dentro já bem usado, mas em perfeito estado de conservação. As pessoas o criticam dizendo que havia violinos melhores que tocavam mais alto, ou que faziam mais efeitos, ou que tinha timbres mais suaves ou mais gritantes, ou eram mais bonitos afinal o mundo inteiro iria ver seu show, foi criticado por todas as pessoas por causa de sua escolha e ele disse que não tocaria com outro violino se não aquele que trouxera e que no final de tudo iriam entender.
Quando o show se inicia e o jovem começa a tocar, as pessoas começam a notar como soa diferente o som daquele violino, ao verem o semblante do jovem sorrindo e tocando de olhos fechados. Todos se maravilham e se apaixonam ao assistirem o jovem tocar seu violino deslizando suas notas tão suaves como se pudesse saltitar por sobre as águas e então ouvindo o jovem com seu violino muitos fechavam os olhos e sorriam e todos entenderam porque tinha que ser com aquele violino.
Indagaram-me sobre onde estaria o amor nisso tudo, e eu disse: Quando o jovem não conseguia tocar as músicas mais difíceis nunca pensou que o problema poderia ser seu violino, que talvez melhorando algum detalhe do violino ou arrumar outro violino melhor ele conseguiria tocar com mais facilidade, nunca passou por sua cabeça trocar de instrumento e tocar um piano ou saxofone, porque ele amava seu violino e quem ama não desiste. No dia do grande show, o momento mais importante de sua vida tinha que ser com o violino que o jovem tanto amava para ser perfeito. O som daquele violino tocado pelo violinista encantava a todos porque era contagiante e apenas o amor contagia fazendo todos fechar os olhos e sorrir.
A salvação não virá numa nave, esse é o falso messias e o anti-cristo.
Existe ao todo doze tribos, doze raças e doze dinastias, sendo três não mais que uma.
O corpo não é feito todo de pé, logo as pessoas não são iguais, também não existindo o conceito de unidade.
Não precisamos de um mundo sem fronteiras entre nações, precisamos na verdade de pessoas com livre passe e que se ajudem em ações de graça.
É preciso valorizar o esforço, há pessoas que ganham um denário por folha que assina e há pessoas que pagam o denário com o dizímo.
Nunca se satisfaça com o lugar que alcançou, vá com a cara ao pó enquanto há tempo porque os menores são os maiores.
A parábola para o que têm entendimento é conselho de sabedoria, mas para o tolo não há entendimento.
O Senhor concede sabedoria e prudência aos que pedem, mas a vitória se dá pelas obras.
A ciência também afirma que os antigos viviam mais tendo menos, mas na visão da verdade os antigos tinham mais e nós menos. Lembrando que pisamos a mesma terra.
Desligue-se
De tudo que você se importa, porque na verdade não sabes a origem dos significados, só o que sabes são as teorias que outros te contaram, espelhos mágicos são aquelas coisas todas que você faz para ver em si mesmo o que queria ser, nunca entendeste que és o que não vês, porque o que não vês é só o que é e o que há.
Há de chegar o dia em que tudo o que é deixará de ser, e o que não é (mas sempre foi), voltará a ser. O tal dia que os antigos falavam e que alguns até hoje vigiam, porque o tempo dos Céus nunca foi o tempo do Homem. Ainda que nesta falsa esperança presa à rede que conecta todos os peixes abatidos. O sagrado ofício que nos prestamos a servir com nossas próprias vidas é a luz que não se vê, como o astro maior que no seu reino cega quem o olhar e queima quem se aproxima demasiado.
A água da vida.
Todos nós sabemos atacar, agredir ou descompor alguém.
Ao contrário do que se possa dizer, não acho que isso se faça por divertimento ou malvadez, mas antes por necessidade ou defesa. São diversas e variadas as etapas da vida em que somos coagidos e quase forçados a atacar como forma de defesa. Combatemos com sentimentos, assaltamos olhares, investimos numa capa de protecção para que não sejamos destruídos com os múltiplos ataques, e é precisamente nesse estado de defesa que nos sentimos totalmente aptos a atacar e a descompor pessoas.
Como é que se descompõe uma pessoa? Depende. Mas há muitas formas de o fazer. Algumas são descompostas com frieza. Depois há aquelas que vamos descompondo lentamente, sem que as mesmas se apercebam, vamos ceifando os gestos, e atacamos com o vírus mais eficaz, o desprezo.
Quando falei em necessidade de o fazer, é porque admito que muitas vezes tenhamos que derrubar antes que nos derrubem a nós, desmoronar antes que o nosso mundo seja desmoronado.
As pessoas têm muito que se lhe diga. E se muitas atacam olhos nos olhos, outras apenas o sabem fazer pelas costas, quase sorrateiramente, utilizando um vírus chamado falsidade. Para mim essas pessoas não passam disso mesmo, uma fraude. Daí preferir o vírus da indiferença e do desprezo.
As pessoas têm muito que se lhe diga. Algumas são autênticas cobras humanas, que quando se sentem ameaçadas ou intimidadas têm o deplorável costume de lançar jactos de veneno nos olhos de quem ambicionam atingir.
O que as ditas se esquecem é que o seu veneno de tão utilizado contra os outros, nós os outros acabamos por nos vacinar contra ele e torna-se completamente impossível sermos atingidos.
E também se esquecem, que não é preciso ser-se uma cobra humana para saber como se ataca, agride ou descompõe alguém.
Eu não quero outro jeito de ser chamado,
Nem outro sorriso tímido que faça meu mundo parar.
Não quero outro olhar que me perca em si,
Como o seu faz, _______, como o seu faz.
Não quero outro abraço que me acalme,
Nem outro carinho que me faça sentir em casa.
Não quero outro beijo, outro toque, outro calor,
Que não seja o seu, que não seja o seu.
Não quero outra voz me chamando,
Nem outros dedos entrelaçados aos meus com tanta verdade.
Não quero outro amor, _______,
O único que reconheço, escolho e guardo
É o seu.
Não quero outro alguém…
Além de você.
“Ao homem que ama com sabedoria — e não apenas com impulsos —, o mundo inteiro perde valor diante da serenidade afetiva que encontra em uma única mulher.
Porque o verdadeiro afeto não é motivado pela novidade, mas pela neurosegurança emocional, pelo reconhecimento, e pela dopamina que só a paz genuína pode liberar no cérebro.
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