Nao Conto Detalhes e muito menos
A VERDADE É QUE TE AMO
Não adianta quantas vezes eu te peça perdão, não consigo arrancar esse sentimento do coração, não adianta o quanto eu diga que vou te esquecer, não posso, pois toda noite sonho beijando você.
Eu queria ser só um amigo, para nas horas más estar contigo, queria poder te olhar de outro jeito, mas só te olho com desejo de te dar um abraço e um beijo.
Quer saber não vou ficar sufocando sentimentos, vou deixar fluir, como flui o vento, mesmo que passe mil anos e ainda esteja você em meu pensamento, vou ignorar, como se não sentisse nada aqui dentro.
Mas a verdade é que meu maior sonho é te beijar, será um dia inesquecível quando os meus lábios no seu tocar, mesmo sonhando meu coração falta explodir, nem imagino se fosse real e você estivesse agora aqui.
Não sei se isso um dia vai acontecer, mas acho que não sentes o mesmo que sinto por você, só eu que participo dessa loucura, que vai acabar me dando problemas em uma vida futura.
"Não era um casal qualquer, era simplesmente o casal bem visto e aceito por todos que o cercavam. O Carinho, amor e amizade contagiavam a todos; afinal, era bonito de se ver, pois o brilho em seus olhos era sinônimo de amor verdadeiro. Vê-los felizes de certa forma os faziam bem, era perfeito o que um sentia pelo outro; mas, desde que você partiu as saidinhas nos finais de semana nunca mais foram às mesmas, o amor que ali tinha de sobra, hoje falta, as lagrimas de alegria, hoje já não são mais, o riso no rosto, saí timidamente. A princesa ficou sem o seu príncipe, deixando todos órfãos de sua simpática e contagiante alegria. A alegria e o amor que tanto foi espalhado por onde passaram, hoje só são recordações; a troca de olhares, declarações de amor, mensagens no celular, estão gravadas na memória. Como algo tão bonito e prazeroso chegou ao fim, deixando a pobre moça desconsolada e sem entender, o que será de sua vida sem o homem que proporcionava as melhores noites de amor e melhores momentos de sua vida, com os teus encantos? A princesa agora vai acordar toda manhã e se deparar com a sua ausência, será órfã dos teus beijos e carinhos, vai ter que seguir a vida, desfazer os planos que já tinha planejado. Enfim vai recomeçar, mas de uma coisa ela jamais vai desfazer; o amor que ela sentiu por este homem, em nenhum momento será esquecido, pois, ela ainda o ama e o tem como seu eterno namorado..."
Texto dedicado a Marcos Gabriel & Juliana Souza
Pior do que perdeu seu amor a morte
É o seu amor não lhe amar.
E viver aceitando que seu amor não foi capaz de amar-lhe, e se culpar pelo oque poderia ter dito.
Oque poderia ter falado, oque poderia ter feito
Se convencendo que se tivesse feito aquilo.
Talvez ele tenha retribuído o seu amor.
Oque é mera ilusão porque isso não iria acontecer.
Taciturno
Intimo esmorecido
por aquilo que as temporadas
não suscita a mim.
Um lapso forasteiro
nas entranhas do meu ser.
Coração terno
carente de amplexos.
Silêncio afligido,
solitário, poupando
de narrativas de si.
Então recolho-me
no misterioso silêncio noturno,
sem conhecimento
do enigmático mistério da vida.
E de forma singular,
basta prender esses olhos claros a mim,
de tal modo que ,
ao descortinar meu espirito atônito,
o incompreensível torna-se
um brando travesseiro
onde recostamos nossas cabeças.
E olhamos através dos empecilhos,
rompendo o intransponível,
contamos as estrelas dos céus
como as bençãos dos nossos dias.
E intrepidamente desafiamos
o inimigo dos corações que se amam.
E esses quilômetros, querido,
tornar-se-ão apenas o destino cruzado
pelo qual andamos em direção ao outro.
E eu, desembarcarei no teu coração.
O que fui
não o sou mais.
Não retorno
porque não me fui
me transformei.
Em que?
não sei.
mas num novo eu.
O fato é
ninguém pode exigir
que haja um regresso
mas me permitir ser
como já o fez.
Caso não se possa mais,
acabou.
Encerrou-se
o gostar como o outro
sai do casulo
em constante
desconhecido.
A essência tá ali
a pessoa
apenas demonstrando que
a formula está mudando
mas que alguns compostos
como os queridos
ainda são e serão necessários.
De que falo?
ser eu
livre e leve
amem ou não a isso.
Não estou atrás
estou exatamente aqui,
mas recusam-se
a enxergar-me
Nunca foi beijada.
Não pela ausência
de oportunidades.
Ela não se conecta
tão facilmente.
Nunca se deixou
ser beijada.
Seus lábios
deseja apenas
os lábios do amor mutuo.
Deseja o toque do divino
com o qual seus olhos
viriam a ser agraciados,
na glória de um rosto
a transcender por um olhar.
Por mil motivos,
ela escolheu não ser beijada.
Porque o primeiro
e todos após ele,
haveriam de pertencer
àquele que lhe arrebatou o coração.
Nas notas da canção abandonada,
Vivencio os dias que não virão.
Dedilho nas notas feridas
De um amor rasgado ao meio
Onde guardei a parte que me pertenceu.
Canto o sussurro na madrugada silenciosa
Num sofá solitário.
E noutra noite tortuosa,
Perambulo por ruas distantes
Procurando o que não é meu...
mas estou só
"seguindo em frente" como me pediu pra ser.
E nesse escuro e chuvoso momento
As goticulas respingam sobre
Minha pele e toda minha roupa.
E mais do que a chuva,
Chovo eu por dentro
Rios de lágrimas por saber que tudo acaba.
Tudo aquilo que significa, acaba,
Se desgasta,
não aguenta mais uma chance,
mais uma conversa,
mais uma tentativa
E acaba.
Sinto o frio me abraçando
E o inferno gritando meu nome
Chamando-me de cima pra baixo
E só o peço pra ser uma pedra
Ao invés de coração
E transformar a melodia
que já foi de amor
Em uma canção funebre.
A feroscidade do amor
se anuncia nos dias tenebrosos
onde não se pode se certificar
do quanto está para durar.
E logo, o prazer e a angustia
se abraçam no medo da perda.
E quando se vai,
o que sobra no coração
é a angústia dos dias sozinhos...
os quais desejou não mais viver.
Não perder os olhos,
nem os beijos únicos que
teve de esperar milênios
para dar e receber.
Contei os meses,
os dias,
as horas
e até os milésimos de segundo
por algo que se foi,
virou fumaça.
Não há culpado
nem do lado de cá
e nem do de lá,
mas dois que
não viveram os sonhos
deixados de lado.
Na balança foi jogada
as falhas,
as magoas,
as mentiras,
os danos,
as expectativas,
as mudanças.
E no outro prato,
o amor pesou menos.
O amor se perdeu
dentro de NÓS
o qual foi amarrado
por entre os dois
criando um ponto de desencontro
iniciado a distância
e apertado na proximidade fisica.
Os problemas cresceram
além do que ambos
pudessem suportar.
Mas no fim,
retornamos ao inicio,
a amizade inicial
embora não possa
soar da mesma maneira.
E ainda assim,
desejo-te um novo amor
melhor,
maior,
que dure mais
que abrace mais
que beije mais
que olhe mais
que ame mais
e não mintas jamais.
Felicidade duradoura,
tanto quanto as estações
e que faça florescer sua alma.
E a minha há de ser primavera
pois floresceu perdão
e liberou alivio antes de voltar
e ainda aceitou a verdade.
Tudo é o que é,
o que tem de ser.
Na cadeira do diabo
Promete andar por onde
Lhe disseram pra não ir.
Não ouve o Messias
E escolhe a vida profana
E contraditória.
A moça canta seus versos
Sob tempestades profundas
E entre as revoltas sangra
Nas notas do seu violino
Compositor e desenhista,
Tradutor da sua solidão.
Dias noturnos,
Noites mais escuras ainda.
Tudo que ela tem naquele lugar.
Valsa da morte
É toda música que consegue
carregar por entre os dedos.
Este é seu casamento com a noite
O Apartheid do mundo que abomina.
Usa a aliança do desespero
Pra não esquecer do adeus
Que recebeu de um noivo
Que não a amou.
Na escadaria da mansão
Conta a cada degrau
Uma ferida que lhe fizeram.
E ao descer,
Todas aquelas que causou
Por não saber acreditar mais uma vez.
A cruz na sala de estar
Hoje se encontra invertida
Iguais as palavras que
Soaram de amor em
tempos passados.
E quando escreve no diário
usa tintas de sangue
Porque é aquilo
Que a lembra ainda estar viva.
Nas manhãs de quarta-feira,
Ao som da caixinha de música
De sua saudosa avó,
Dança a beira do precipício
Porque nenhum perigo
Soa maior do que amar
E não ser amada.
Um dia a moça padeceu
E antes de ir notou que
De tanto se proteger
De nada experimentou.
E lembrou-se da frase da sua vozinha:
A morte acontece todos os dias
Que você respira e não aproveita isso.
E nessa quarta feira
Viajou pro outro lado.
Sua alma só via grades
Por onde ia e não compreendeu.
Um homem a explicou
Que aquela era a sua vida.
Cada momento alegre
que resolveu trancar
Em jaulas e não sentir.
O homem mostra pesos erguidos
E diz ser o seu orgulho
e rancor fundidos.
E lhe adverte:
"Aqui não é o inferno,
É dentro de você que estamos
E não há inferno maior que esse:
ver no lado de dentro
Todas as consequências dos danos em vida
Os anos mal aproveitados,
Os sorrisos não entregues
E toda uma vida sob o medo.
E tudo que tens é
a mesma cadeira que sentavas
E o diabo no fim de tudo
É clone de ti
Pra te mostrar que
Fostes teu único mal.
Não te fizeste feliz
Porque um homem não assumiu
A responsabilidade que recebeste para ti."
E ela senta consciente de que
O fantasma tristonho de quem
Ela foi em vida,
Poderia ser a moça radiante
antes do tal moço lhe partir.
Todo o reino que tens,
É a vida única que tens
Que a felicidade seja tua rainha!
Ei moça bonita,
ainda lê o que escrevo?
Se for pra chorar
Que seja pra regar o coração
E deixar liberar os pesos.
Se for pra ficar de mal
Que seja com a tristeza.
Sabe o rapaz que se foi?
Ele foi perder seu tempo
Enquanto a rainha está aí
Emotiva,
Viva,
Inteira.
Mas precisava que alguém a lembrasse.
Você não é cacos
Você é diamante!
Dias difíceis
Curas possíveis.
Magoas potáveis;
Dela todos bebemos
E podemos deixar ir,
Evaporar.
Alimenta a mente e o coração
De paz e a certeza que
sempre vem algo diferente.
Só não fica aí
na cadeira chorando.
Ele já foi né?
Então deixa ele ir de você.
É só um dia ruim,
não uma vida.
E não há de ser
a falta dele,
que será a tua morte.
Mata a tristeza sem dó.
O medo daqueles que sonham,
caminha do lado como simples lembrança
de que coragem não significa não temer,
mas ir mesmo temendo,
porque seus sonhos ultrapassam
a sua insegurança.
Caminhando vai,
Não para menino,
Pois o medo é apenas
Tua desculpa pra não
Descobrir o prazer da novidade.
Há algo no mistério
Maior que esse medo minusculo
Em teu peito.
Viaja além do comodismo
E alcança os horizontes
Que só aguardam tua chegada.
Vai, o mundo é seu.
Uma pedra não é imaginária. Visível, concreta. Como tal, nada tem de religioso.
Mas no momento em que alguém lhe dá o nome de altar, ela passa a ser circundada de
uma aura misteriosa, e os olhos da fé podem vislumbrar conexões invisíveis que a
ligam ao mundo da graça divina. E ali se fazem orações e se oferecem sacrifícios.
Pão, como qualquer pão, vinho, como qualquer vinho. Poderiam ser usados
numa refeição ou orgia: materiais profanos, inteiramente. Deles não sobe
nenhum odor sagrado. E as palavras são pronunciadas: "Este é o meu corpo, este é
o meu sangue. . ." — e os objetos visíveis adquirem uma dimensão nova, e passam a
ser sinais de realidades invisíveis.
Três Fantasmas
Três fantasmas que não me deixam esquecer,
A única amada de meu coração.
Consternam-me o intelecto e toda razão.
E vejo em meus sonhos o primeiro aparecer.
Esse é o qual me faz sempre sonhar.
Lembrar mesmo inconsciente o maldito beijo.
Maior-pior que a razão é esse desejo.
Mesmo sem consciência não cesso de lembrar.
O último me vem estando eu desperto.
Melhor ao ser humano é não te-lo por perto.
E novamente me vem com surreal dança.
Três fantasmas que não me deixam esquecer.
O nome dos três pra que possas crer,
O sonho, o desejo e a maldita esperança.
Essa menina, passou por grandes tempestades; algumas ela achava que poderia não resistir, mas no final, ela estava lá, firme como uma rocha.
A única coisa que ela sabe é que passou.
Tupo passa, sempre passa no fim das contas!
E agora, mais do que nunca, ela quer ser feliz.
Ela não se importa com dinheiro, com meio de transporte, com presentes caros; ela se importa com o carinho que você dá a ela, a atenção, e até o tempo, que mesmo cansado, você se esforça e dá a ela.
Somente isso que importa a ela.
Até o olhar que você dá a ela, e ela fica envergonhada, ela gosta.
Ela é simples, ela é leve, ela é vida!
Mas não é vida para qualquer um, é vida para quem topa enfrentar tudo com ela.
Até mesmo uma noite de terça feira na chuva.
Da família dos Anjos
Tudo o que tento se torna excremento.
Constato por fim que não posso esquecer.
Lembranças que me tornam um triste ser.
São correntes que, de fraco, não as arrebento.
Parece que sinto teu cheiro no vento.
Tamanho é esse meu desejo.
E quando te revejo me vem num lampejo,
Novamente todo esse meu sentimento.
Não pude esquece-la nem à custo,
Vendo-me criado, homem, marmanjo,
Creditei que havia algo mais em teu busto.
Em teus olhos haviam divinos arranjos,
Sei que não és da família de Augusto,
Mas certamente és da família dos Anjos.
Você sempre vai bater mais forte,
E tive que crescer mais rápido,
Não espero por algum tipo de suporte,
Na verdade, nunca contei com a sorte.
Vida, venha e me bata outra vez,
Adoro aprender e não depender das incertezas,
As vezes pode lhe parecer estupidez,
Mas de tanto errar em ti, hoje possuo poucas fraquezas.
Ao fim de tantos anos
não há tempo a perder
A nossa história começa hoje
Com a tua mão no meu peito
também sentiste o ritmo suspeito
de quando o coração se esmera
quando se aproxima o momento perfeito
para quem esteve sempre a espera
Se ambicionas ser a flor
prometo eterna primavera de cor
num futuro colorido de jardim
se aceitas o que estou a propor
é fácil, diz que sim
Livre in versos
Não aprisione meus versos
Já não são mais seus...
Talvez tenha sido um dia
Mas agora são do mundo.
Não queira tomar posse
De algo que não é seu
Assim como um dia fui sua
Meus poemas "eram" seus.
Deixe os soltos pelo vento
Seja de quem os quiser...
Não enjaule um passarinho
Que nem sabes de quem é.
Meus versos são como vento
Vivem soltos por aí...
Só os sentem quem quiser
Se não quiser deixe os seguir.
São meus versos liberdade
Nas asas dos passarinhos
Seus desejos, serem livres
Livres, fora do seu ninho.
A espera causa ansiedade, a ansiedade causa um sofrimento por antecedência, não adianta tentar adivinhar o futuro nem ao menos tentar impor suas vontades, tem horas que precisamos agir com a razão e não com o coração.
As vezes precisamos ouvir a verdade para que possamos entender o proposito de Deus, hoje foi um dia difícil, não ouvi o que queria ouvir, mas sim o que precisava ouvir.
Quando queremos ficar calados falamos sem perceber, quando precisamos falar as palavras somem, neste caso as palavras desapareceram não por não existirem e sim por não saber como usa-las.
Fiquei sem rumo sem direção então decidir agir com a razão, e não mais irei deixa-la confusa ou em situações difíceis, o coração dizia para abraçá-la e sentir o sabor da sua boca, porem não seria o mais sensato a ser feito em meio à circunstancias dos fatos.
Desejo que seja feliz, pois estando feliz de certa forma também estarei.
Minha alegria e ver você feliz.
Mais uma vez obrigado pela sinceridade.
E te pergunto você usou a razão ou o coração?
A guerra do EGO, não tem fim.
Títulos, posses, poder, conquistas, reconhecimento!!!
Será este o caminho do preencher este vazio que nos compele? Tenho certeza que não.
A busca do imaginário nos desvia do talvez, o grande propósito de nossa existência, percebido somente no silêncio da nossa alma, quando estamos em momentos de paz.
Pensar definitivamente não é um ato de loucura, apenas subjugado por aqueles que não o fazem.
Conversar com outras pessoas não me traz alegria, não me sinto atraído pela conversa, no entanto quando estou conversando com você o tempo passa de presa, e quando não estamos conversando fico feito louco olhando o pra ver se não me escreveu, mesmo agora depois de dizer que o melhor seria dar uma pausa, não consigo controlar minha vontade, fico olhando, mas você não dar sinal, vejo você online e da vontade de gritar “esta online porque não fala comigo?”.
Dai a pergunta, isso e amor? E paixão? Ou obseçao?
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