Nao Conto Detalhes e muito menos
Eu, um dia bebi, por que não tinha um grande amor.
Eu, um dia bebi por perder um grande amor.
Hoje bebo por que entre copadas posso sonhar e desejar nunca mais amar.
Mas desejos são tão pequeno em relação ao desejo de simplesmente sentir seu beijo, seu cheiro e sua voz me dizendo:
- Prazer em te conhecer....
Lá fora a chuva já não cai mais.
Aqui dentro uma confusão enorme.
O relógio marca 14:34 de um dia de setembro.
Em minha casa apenas meu cheiro.
Perguntas respondidas em frases de poesia.
Musica estronda ao meu lado ocultando o som do meu coração.
Ligações perdidas mostram que alguém pensou em mim.
O passado e o presente se misturam.
No meu peito o coração ainda bate.
Na minha alma apenas uma verdade.
Agora é 14:45 de um dia de setembro.
Meu dia cinzento de chuva se trasborda em alegria.
Sinto vida.
Musica ainda estronda ao redor, me vem uma vontade imensa de dançar e cantar.
Aindo sinto vida que se junta com um desejo enorme de ver e sentir que simplesmente você entenda, que nunca te conheci ou simplesmente te conheço, e cá entre nós é você que faz minha vida mais linda.
Te desejo um final de semana sensacional minha amiga e meu amigo desse mundo louco onde podemos as 14:56 de um dia de setembro compartilhar sentimentos.....
Não há reforços para o amor. Não há simpatias, nem macumbas, nem planos diabólicos ou promessas para santos. Não há como pedir o amor, nem como forçar alguém a ama-lo. O amor acontece, talvez venha de algum plano superior feito antes de nascermos ou vários deles, porque, conheço pessoas que dizem ter amado inúmeras vezes.
Eu não tenho certeza do que é o amor, assim como em tudo na minha vida, prefiro não pensar muito nas hipóteses do amor, ou no que eu venha a ser após ele. Não gosto de maquiar situações, tampouco tentar planejar algo que não é do meu domínio. O amor deve ser como, aqueles números de ilusionismo, a gente nunca sabe como será, mas quando ele é desvendado, parece que não existe, porém, está ali.
Tristeza não é pobreza
Autor: LCF
1
Quando ficas triste;
É porque o que tentas construir;
Acabou por se destruir;
Acabando despedaçado;
Esmagado.
2
Mas isso não significa que estejas na pobreza;
Pois tu trabalhaste;
Esforçaste-te;
Empenhaste-te;
Pode não ter resultado;
Contudo, não há razão para ficares atordoado;
Nem emburrado;
Não quer dizer que tenhas falhado;
Simplesmente não correu como querias;
Como pretendias.
3
Não ter dinheiro não é o mesmo que não ter felicidade;
Dinheiro é material;
Opcional, facultativo;
Felicidade é uma beldade;
Que é difícil de chegar;
De alcançar.
4
Sendo assim;
Pode ser que;
Miséria seja o mesmo que tragédia;
Falsidade o mesmo que inimizade;
E até arrogância seja o mesmo que intolerância;
Todavia;
Tristeza não é pobreza.
Quando as pessoas não mudam…
Autor:LCF
1
Quando as pessoas não mudam;
Não evoluem, não passam de nível;
Contando que isso é inadmissível;
E nada acessível;
Não ficam felizes.
Nada, mesmo;
De verdade.
2
Quando as pessoas não mudam;
É porque não fazem nada para melhorar;
Nada para avançar;
E não têm força de vontade;
3
Quando as pessoas não mudam;
É porque não querem;
E não querem;
Continuando a não querer.
4
Quando as pessoas não mudam;
Aprendem a mudar;
Porque deixam de suportar;
A dor do “não mudar”;
E depois de mudar;
Acabam por alterar;
Toda a sua maneira de ser;
Deixando de fazer;
Todo o mal que praticavam.
5
E quando mudam;
Todo o mundo fica melhor;
Torna-se superiormente bem;
E bem fica a população;
Pois nada foi em vão.
6
E nada sendo em vão;
Não existe mais maldição.
7
Maldição que fora outrora;
E quem em outrora lá ficou.
(Ter) Nada
Autor: LCF
1
Não tenho nada;
Nenhuma amada;
Nem uma partícula avançada;
Ou sequer uma vida bem tratada.
2
Parece que ninguém me quer;
E para isso há uma razão;
Não só por eu não ter nada;
Mas também pelo facto de não ter;
Uma simples aptidão;
Para algo fazer;
Sem ser em vão.
3
Quando se trata de materiais;
Pouco eu possuo;
Os outros obtêm sempre mais;
E por isso, amuo;
4
E na vida;
O que me falta;
É uma grande "malta";
Para estar ao meu lado.
5
É uma pena;
Nem isso eu tenho;
Porém, ficaria muito feliz se existisse;
6
Daria pulos;
Saltava os muros;
E abriria o meu coração.
Não espere que a chuva venha para molhar sua flores.
não aguarde sentado em sua porta esperando seu grande amor passar.
não deixe que os outros escolham o caminho que você tem a percorrer.
Então levante-se regue suas flores, saia de casa em busca do seu grande amor e percorra os caminhos que seu coração te guiar. Porque a você foi dado o poder da escolha. Então escolha ser feliz...
Minhas palavras questionadas.
Minha alma arrebentada.
Coração desejando sonhos que não levam à nada.
O que sei é meu nome.
O que sei é o seu nome.
Mas o que um pequeno ser que ao mundo veio sem saber o por que, sabe sobre você?
O que sei é pouco, mas se torna o bastante para continuar desejando que você apreenda a contemplar as pequenas coisas que tornam a vida um palco onde nunca iremos desejar um aplauso....
Viver é (extremamente) complicado!
Essa não é nenhuma novidade, no entanto, como afirmam os bakhtinianos, é um discurso que se renova sempre que pronunciado em uma cena (situação) específica, da mesma maneira que "Eu te amo" ou "Que horas são?".
As cenas específicas, em uma interpretação simplista e nada teórica, são as realidades (frias, cruéis, tristes, felizes, monótonas, legais, chatas, ...) de cada indivíduo. E os "discursos" são as frases, textos, monólogos, Dissertações, narrações, xingamentos,... repetidos todos os dias por pessoas as mais diversas com vidas as mais improváveis.
Considerando essa questão, é interessante e até reconfortante saber que viver é complicado para todo mundo, para uns mais, para outros menos, mas, ainda assim, complicado.
O que realmente não se pode fazer é deixar de viver por causa das complicações!
Teimoso demais
Cabeça dura
Coração persistente
Sabe que a canoa tá furada
Mas é insistente
Não desiste do que quer
Parece uma mula
empacada na esquina.
Toma lhe surra
Mas não desiste
Esse sim aguenta porrada
Toma lá , leva de cá...
Mas continua....
E continua.
Depois de muitos remendos
Pensa em desistir
Aí vem o destino
Faz uma armadilha
e está ele ali
Mas uma vez
Disposto a pagar o preço
e quem sabe dessa vez
Nos braços de seu amor
Descansar do flagelo
Não se pode voltar atrás!
Autor: LCF
1
Não se pode voltar atrás;
Nem na vida, nem nos sentimentos;
Nos divertimentos;
Ou nos sofrimentos.
2
Podemos voltar a sofrer;
Estar sempre a perder;
E as nossas armas, enfraquecer;
Mas não será da mesma forma.
3
Já foi;
Já passou;
Agora é preciso saber se piorou;
Ou se melhorou;
Desde o momento;
Em que tudo acabou.
4
O presente;
Está à nossa frente;
É necessário agarrá-lo;
Amá-lo;
Puxá-lo com força;
Querê-lo;
Desejá-lo com alma e coração;
5
Sem ele;
Não se vive;
E como se sabe;
Não se pode voltar atrás.
Magoar e ser magoado
Autor: LCF
1
Magoam-nos;
Batem-nos;
Fazem tudo para nos magoar;
Não tenho escolha;
Senão os odiar.
2
Também os magoei;
Não posso dizer que não;
Mas nunca os humilhei;
Nem os fiz de "cão".
3
Estou farto de ser magoado;
Atingido e acabado estou;
Sinto-me ultrapassado;
Por tudo o que me despertou;
Um profundo ódio e desprazer;
Tanto de sentir como de ver.
4
Fico sem palavras;
Escondo-me na escuridão;
Levanto a mão;
E peço perdão;
Por todo o mal que aparento;
Ter feito.
Dá vontade...
Autor: LCF
1
Dá imensa vontade;
É uma enorme tentação;
Sei que é mau;
Mas não sei como dizer "não";
2
Dá vontade de ir a correr;
Pedir desculpas pelo que fiz;
Eu nunca o quis;
Não quis ser assim.
3
Dá vontade de deixar;
Tudo para trás;
Há sempre alguém que o faz;
E aí descobre o que é amar.
4
Dá vontade de dizer tudo na cara;
Para ver se ele para;
Com ele refiro-me ao ódio;
Que tanto me faz sofrer.
5
Não dá vontade nenhuma;
De olhar para quem me estragou;
A minha vida, piorou.
6
Dá vontade;
De viver em harmonia;
Pois é o que toda a gente;
Queria.
A mala dos segredos desconhecida
Autor: LCF
1
Era uma vez um sujeito;
( Cuja a identidade não se conhecia;
E a personalidade jamais se temia; )
De nada tinha perfeito.
2
Andava com uma mala;
O que estaria no seu interior?
Seria um presente? Bolor?
Andava ela por uma sala.
3
Era esquisito;
Escondia algo valioso;
Algo precioso;
O que escondia era, também, bonito.
4
Toda a gente olhava;
Ele não prestava atenção;
Possuía um brasão;
E toda a gente o apreciava.
5
Seria esse brasão;
Que o sujeito escondia?
Ninguém sabia;
Ficavam na humilhação.
6
Intrometidos que eram;
E a mala era um mistério;
Correu-se um hemisfério;
Nada obtiveram.
7
Descobriu-se apenas uma coisa de novo;
A mala lá dentro tinha;
Uma pequena estrelinha;
Estrelinha que mudaria o povo.
8
As pessoas ficavam curiosas;
Para nada alcançar;
Aquela pequena estrelinha do mar;
Possuía qualidades maravilhosas.
9
E a mala desconhecida;
Permaneceu assim;
Eu dizia sim;
À mala continuar desconhecida.
Jorge, meu amigo inseparável! (Dedicado a Jorge Saraiva)
Autor:LCF
1
Apesar de não possuir irmãos;
De sangue ou de parentesco;
Desfruto de um irmão verdadeiro;
No qual demonstro um amor gigantesco.
2
Companheiro e Amigo;
Ambiciono estar sempre contigo;
Alma do meu coração;
Vales muito mais que um milhão.
3
Jorge!
Nunca te quero perder;
A nossa amizade é muito forte;
Para alguém se intrometer.
4
Ao contar as estrelas;
Descubro que são radiantes;
Uma posso ser eu e outra tu;
Os seus brilhos, nunca vistos dantes.
5
Vejo a esplendorosa Natureza;
Sinto-me impressionado com esta beleza;
Pura e interminável;
Como a nossa amizade adorável.
6
Penso interminavelmente;
E estou muito contente;
Não sei como aconteceu;
Mas a luz surgiu e cresceu.
7
Jorge!
Por ti ultrapassarei;
Qualquer dor insuportável;
Pois tu és o meu melhor amigo;
E o meu irmão inseparável.
Eu não me orgulho
Autor:LCF
1
Eu não me orgulho;
Não me orgulho de factos incontestáveis;
Cujos quais não me são amigáveis;
2
Eu não me orgulho;
Não me orgulho de ver o meu coração a bater;
Por algo que não sinto;
Ou por alguém que não me quer ter;
3
Eu não me orgulho;
Não me orgulho de sentimentos falsos e secretos;
Que mais tarde nos atormentam;
Mas que não se revelam nos momentos certos;
4
Eu não me orgulho;
Não me orgulho de conhecer o correto;
E agir pelo incorreto;
5
Eu não me orgulho;
Não me orgulho de desistir de sonhos;
Por serem difíceis ou medonhos;
6
Eu não me orgulho;
Não me orgulho de saber que perdi;
Algo de precioso que tinha;
Pelo simples facto de que não o mereci;
Pois nunca o deveria ter tido;
7
Eu não me orgulho;
Não me orgulho do meu ser interior: conflituoso.
A cruel verdade do termo AMÉSI
Autor:LCF
1
Não podes escapar à morte!
Dizes que quando a tua vida acabar;
Irás para um lugar repleto de paz;
Onde não existe dor ou "magoar";
2
No entanto;
Que sabes tu sobre o futuro?
Quais são os teus conhecimentos;
Para além daquilo que sabes sobre o impuro?
3
A morte é sempre inevitável;
Movimenta-se, corre, chega, acomoda-se;
É sempre aquele juiz supremo;
Severo e decisivo, alimentando-se;
Incontestavelmente de todo o maligno demo.
Não consigo suportar mais...
Autor: LCF
1
O passado revoltou-se contra mim;
Eu não sei como viver assim.
2
Aquela dor intensiva;
Ataca-me de uma forma progressiva.
3
Aquele amor destruído;
Nunca mais será reconstruído.
4
Tenho medo do presente;
Escapa-me o consciente.
5
Os anos que passaram;
De nada serviram.
6
Os valores e sentimentos;
Serviram de estragados alimentos.
7
Deparo-me com a desilusão;
Perco-me com a excessiva ambição.
8
Nem eu sei;
O que realmente amei.
9
Presenciei amizades;
Que deixaram cicatrizes.
10
Mas recordo-as a cada momento;
E por isso, pareço um autêntico jumento.
11
Eu não posso ser compreendido;
Apenas e só ferido.
12
Lá no fundo;
Sinto que falhei neste mundo.
13
O que será do meu futuro?
Neste proliferante escuro?
Pergunta de retórica
Autor:LCF
1
Não esvazio a mente;
Apenas a encho com tédios e confusões;
A purificação da minha alma torna-se impossível;
Com múltiplas tristezas e desilusões.
2
Sei que perguntar aos outros;
Algo sobre o meu estado atual;
Não dará em nada;
Estará sempre presente um eterno mal.
3
Então, decido questionar-me;
O que se está a passar;
Mas encontrar alguma resposta;
É muito mais complicado do que eu estava a pensar.
4
Ai vida, vida repleta de fardos...
Porque és tão diferente;
Da felicidade que se pensa;
Obter no nosso consciente?
Reflexões sobre verdades e pensamentos aterrorizantes
Autor:LCF
1
(Não me queres... Pois bem!)
2
(Também não te desejo!)
3
(Mortes, sangue, dor, sofrimento...)
4
(Demónios das trevas, repugnantes!)
5
(Amigos perdidos...)
6
(Em tempos, grandes companheiros...)
7
(A Terra deveria ser negra...)
8
(Para as pessoas com o coração maligno a contemplarem.)
9
(Discriminação, racismo, xenofobia...)
10
(Não estavam planeados pelo Senhor!)
11
(Mudança de assunto repentina...)
12
(Não!)
13
(Pois tudo é o mesmo: destruição e caos.)
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